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16 de jun. de 2017

David Matas fala sobre Extração Forçada de Órgãos na China




Epoch Times, 15 de junho de 2017. 



A China é uma nova forma de mal que não havíamos visto antes

Hernan Alberro/Gabriel Salvia: Desde quando e por que se envolveu neste assunto de violação aos direitos humanos na China?

David Matas: Venho trabalhando com refugiados de direitos humanos desde o início dos anos 70, então mais que 30 anos, e por isto tenho recebido clientes de muitos países do mundo, incluindo chineses. Na época da Praça Tiananmen, havia muitas pessoas que foram ao Canadá e me encarregaram disto e desde então eu tive clientes chineses e me envolvi com o assunto de solicitações de refugiados e outros. Envolvi-me sensivelmente com o Falun Gong e sua perseguição porque, como uma pessoa que está vinculada aos direitos humanos, vem a mim gente que sofre de violação de direitos humanos de uma forma ou de outra e os praticantes do Falun Gong foram um grupo que se acercou de mim e eu suponho que as razões pelas quais me envolvi com eles sejam várias: por um lado, estavam muito determinados a esgotar todos os recursos legais, e uma das coisas que tenho visto com as vítimas grupais é que pode haver remédios, porém a maioria parece ser muito suspeita do sistema, incluindo no Canadá, porque têm suspeitas do sistema em seus países. A vitimização é por demais horrível e não querem seguir vivendo-a, e assim que a reprimem, seguem suas vidas e não querem enfrentá-la. 

27 de out. de 2018

Argentina – censura a liberdade de expressão: Secretaria de Direitos Humanos na Argentina rejeita a opinião dos cristãos sobre a ideologia de gênero




Agência Lavoz, 27 de outubro de 2018 




Ela fez isso através de uma declaração no meio de projetos sobre educação sexual nas escolas. 

A Secretaria de Direitos Humanos e Pluralismo Cultural da Nação Argentina questionou que “grupos religiosos e organizações da sociedade civil” reajam à ideologia de gênero, uma perspectiva que eles se recusam a identificar como tal e que atravessa toda a política pública recente daquela organização. Fê-lo através de um comunicado, em meio a uma preocupação cidadã, especialmente manifestada nas redes sociais, por projetos que aprofundassem o alcance do Estado para impor Planos de Estudo em todas as escolas do país em matéria de Educação Sexual. 

31 de mai. de 2022

Investigador pede renúncia de Bachelet e descreve visita à China como um "desastre" para a causa Uigur




BioBio, 30/05/2022 



Por Diego Vera 



O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos deve renunciar por não condenar a China depois de visitar a remota região de Xinjiang, onde os Estados Unidos acusam Pequim de genocídio, segundo um importante acadêmico.

A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, deve renunciar por não condenar a China depois de visitar a remota região de Xinjiang, onde os Estados Unidos acusam Pequim de genocídio, segundo um importante acadêmico.

Adrian Zenz, especialista em estudos sobre a China na Fundação Memorial às Vítimas do Comunismo, disse à Bloomberg TV na segunda-feira que considera as viagens de Michelle Bachelet ao extremo oeste da China "um desastre".

9 de mar. de 2017

Penitenciária da Tortura dos Palestinos

Gatestone, 09 de março de 2017. 




  • Como não são os israelenses que estão perpetrando o abuso, as denúncias não despertam interesse naqueles jornalistas.
  • O Hamas é um movimento islamista radical que não se considera obrigado a respeitar as leis e tratados internacionais relativos aos direitos humanos fundamentais. Na verdade, o conceito de direitos humanos simplesmente não existe sob o regime do Hamas na Faixa de Gaza, onde as liberdades públicas, incluindo a liberdade de expressão e da mídia são inexistentes.
  • Em 2013 dois detentos palestinos, ao que consta, morreram em consequência de tortura na Penitenciária Central de Jericó.
  • Uma organização de direitos humanos com sede em Londres denunciou 3.175 casos de violações dos direitos humanos, incluindo detenções arbitrárias por parte das forças de segurança da Autoridade Palestina (AP) na Cisjordânia em 2016. De acordo com a denúncia, fazem parte das detenções centenas de estudantes universitários e conferencistas, bem como professores. No mesmo ano as forças de segurança da AP também detiveram 27 jornalistas palestinos.
  • Lamentavelmente no que concerne a eles, os detentos não fazem greve de fome em penitenciárias israelenses, onde tais atos chamariam a atenção imediata da grande mídia.
  • Muitos estão dispostos a contar suas histórias. Mas quem está disposto a ouvir? Nem os governos ocidentais, nem as organizações de direitos humanos e nem os jornalistas. A maioria deles escarafuncham o mal em Israel, somente em Israel.

Como o presidente da Autoridade Palestina (AP) Mahmoud Abbas e seus companheiros estavam ocupados nas últimas duas semanas emitindo ameaças ao presidente Trump contra a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, foram emergindo denúncias no tocante às condições brutais e violações dos direitos humanos em uma prisão palestina na Cisjordânia.

24 de fev. de 2022

Chile: comunistas chilenos querem colocar "negacionismo" de abuso dos direitos humanos como crime na nova constituição




BioBio, 23/02/2022 



Por Diego Vera - informação da agência EFE



A organização de Direitos Humanos, HRW, criticou nesta quarta-feira a proposta de proibição do negacionismo, aprovada na Comissão de Direitos Fundamentais da Convenção Constitucional, mas que ainda precisa ser ratificada no plenário do órgão.

A diretora da Human Rights Watch (HRW) para a América (latina), Tamara Taraciuk, pediu à Convenção Constitucional na quarta-feira que rejeite um artigo que proíbe a negação de violações de direitos humanos e que está sendo debatido.

"A linguagem aprovada é vaga e ambígua e não respeita os padrões internacionais de liberdade de expressão", disse Taraciuk em sua conta no Twitter.

10 de ago. de 2018

Comunista Michele Bachelet escolhida para chefe dos "Direitos Humanos" da ONU

Uma "torturada" que adora torturadores



AFP, 10 de agosto de 2018 



ONU confirma Michelle Bachelet como chefe dos Direitos Humanos e o atual Secretário-Geral e ex-presidente da Internacional Socialista, o português António Guterres, dá sua opinião favorável a nomeação.

A Assembleia Geral da ONU confirmou nesta sexta-feira (10) Michelle Bachelet, a primeira mulher a presidir o Chile e torturada pela ditadura pinochetista, como nova alta comissária dos Direitos Humanos do organismo.

Bachelet, de 66 anos, duas vezes presidente do Chile e enérgica defensora dos direitos das mulheres, substituirá a partir de 1º de setembro o príncipe jordaniano Zeid Ra'ad Al Hussein, um vigoroso crítico dos abusos dos direitos humanos em vários países, incluindo nos Estados Unidos.

22 de set. de 2016

Médicos holandeses estão aplicando a eutanásia em doentes mentais e pessoas com depressão





LifeNews, 22 de setembro de 2016. 



Por Bill Poehler



Minnesota: Cidadãos interessados Pela Vida (MCGL GO), uma organização não governamental internacional que trabalha para garantir os direitos humanos para todos os seres humanos, apresentou uma contribuição escrita para a próxima revisão do Conselho de Direitos Humanos da Holanda. A apresentação argumenta que a prática holandesa da eutanásia viola os direitos humanos protegidos pelos tratados internacionais. 

Milhares de pacientes holandeses são intencionalmente mortos por eutanásia ou suicídio assistido a cada ano”, diz Scott Fischbach, diretor executivo da MCGL GO. “Alguns são mortos, porque eles têm demência ou problemas psiquiátricos, como depressão ou estresse pós-traumático. E alguns pacientes mentalmente debilitados são mortos, apesar de não terem feito nenhum pedido para morrer.” 

14 de jul. de 2018

A Política de abortos da Anistia Internacional, uma ‘ironia grotesca’




Instituto Cristão, 14 de julho de 2018 



A Anistia Internacional declarou que o aborto é "um direito humano". 

Ela votou pela adoção de uma política para apoiar o acesso “seguro” ao aborto em uma conferência realizada na Polônia no início deste mês. 

A organização é hoje uma das maiores promotoras do aborto no mundo. 

Promovendo o aborto

Em seu site, a Anistia diz agora: “O acesso a serviços de aborto seguro é um direito humano. De acordo com a lei internacional de direitos humanos, todos têm o direito à saúde e têm o direito de estar livres de violência, discriminação e tortura ou tratamento cruel, desumano e degradante”. 

30 de jun. de 2017

“A posição sobre o aborto da Anistia Internacional é hipócrita”




Instituto Cristão, 29 de junho de 2017 



A Anistia Internacional foi acusada de “duplo padrão” por apoiar a descriminalização do aborto no Reino Unido, e ao mesmo tempo pedir por um “mundo onde os direitos humanos sejam garantido para todos”. 

Um comunicado de imprensa emitido pelo grupo aplaude a decisão da Associação Médica Britânica de fazer campanha pelo aborto, por qualquer motivo, até a 28ª semana. 

Ela também exorta o governo do Reino Unido a ampliar o acesso ao aborto na Irlanda do Norte, apesar da oposição sustentada a tal movimento político. 

1 de abr. de 2016

Anistia Internacional apoia os Direitos Humanos, exceto os direitos humanos das crianças não nascidas

Anistia Internacional.





LifeNews, 30 de março de 2016.




Anistia Internacional apoia os Direitos Humanos, exceto os direitos humanos das crianças não nascidas.
Enquanto a Anistia continua a pressionar com sua campanha o Governo Irlandês para realizar um referendo para remover a 8ª Emenda da Constituição irlandesa, e abrir o caminho para o aborto se tornar totalmente introduzido na Irlanda, os ativistas pró-vida chamam a atenção para os seus planos que não deixam espaço para a proteção das crianças que ainda não nasceram.
 
Esta manhã, Colm O’Gorman da Anistia da Irlanda e Cora Sherlock da Campanha Pró-Vida falaram em uma estação de rádio local na Irlanda.
 
Sherlock apontou que Colm O’Gorman nunca mencionou os direitos dos fetos antes, durante a sua entrevista e salientou que o que referendo da Anistia está procurando é uma maneira de remover inteiramente os direitos humanos das crianças não nascidas da Constituição Irlandesa.
Quando desafiado sobre o fato de que os registros internacionais mostram que a Irlanda tem sido consistentemente um dos lugares mais seguros no mundo para quem está grávida e quer ter um filho, O’Gorman não quis abordar as estatísticas, as estatísticas que, conforme Sherlock mostrava, dava provas de que o debate na Irlanda não está se centrando entorno da saúde das mulheres, mas sim sobre os juízos de valor. Removendo o direito à vida dos nascituros que, segundo ela, os coloca em uma categoria separada nos termos da lei, algo que não é aceitável.

10 de dez. de 2018

Direitos humanos são negados a cristãos em várias partes do mundo




Gospel Noticias, 10 de dezembro de 2018 



Por Cris Beloni 



Setenta anos após a Declaração Universal o que mais se vê é violência e morte em nome da religião

Hoje, 10 de dezembro, é celebrado o aniversário de 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em 1948, o documento mais traduzido do mundo (mais de 500 idiomas) inspirou governos a defender a dignidade do ser humano.

Mas pode-se dizer que a teoria não foi colocada em prática na maioria das nações. Embora o texto condene escravidão e tortura e defenda todo tipo de liberdade, o que mais se vê é violência e morte, principalmente em nome da religião.

25 de mai. de 2022

Humor - ditador chinês defende "progressos" em matéria de "direitos humanos"





Euronews, 25/05/2022 



O "Presidente" chinês falou por videoconferência com Michelle Bachelet (terrorista), Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos que está em visita oficial de 6 dias à China. 

Durante a conversa, Xi Jinping defendeu que o país tem feito "progressos" em matéria de direitos humanos. Isto acontece numa altura em que fugas de informação revelam crimes contra a minoria Uigur, em Xinjiang, tema que não foi abordado por nenhum dos dois na conversa.

4 de jul. de 2022

Deputados pedem proibição no Reino Unido de duas empresas chinesas de CFTV




YF, 03/07/2022 - Com BBC



Por Chris Vallance 



Um grupo de 67 deputados e lordes pediu ao governo que proíba a venda e uso de equipamentos de vigilância Hikvision e Dahua no Reino Unido.

Os apoiadores variam entre os partidos e incluem o líder do Lib Dem, Sir Ed Davey, e quatro ex-ministros conservadores.

Relatórios ligaram as duas empresas a violações de direitos humanos na China.

A BBC pediu comentários a ambas as empresas. A Hikvision acusou "grupos marginais" anti-CCTV de "demonizar" a empresa.

Uma pesquisa recente do grupo de campanha Big Brother Watch sugere que muitos órgãos públicos em todo o Reino Unido usam câmeras de CCTV feitas pelas empresas.

24 de ago. de 2017

Chineses que violarem direitos humanos sofrerão sanções nos EUA




Epoch Time, 24 de agosto de 2017 






O Global Magnitsky Human Rights Accountability Act, que foi aprovado em 8 de dezembro de 2016 pelo Congresso dos EUA, por 92 votos a favor e sete contra, é um alerta para os violadores de direitos humanos em todo o mundo e particularmente aos da China.

O Ato permite que o presidente negue visto de entrada aos EUA e congele os bens ao alcance da jurisdição norte-americana, daqueles que violarem os direitos humanos ou funcionários públicos estrangeiros envolvidos em corrupção. Muitos chineses que estiveram envolvidos em corrupção ou crimes contra a humanidade, como a extração forçada de órgãos de prisioneiros de consciência – principalmente de praticantes do Falun Gong –, podem ser alvos da lei.

20 de out. de 2017

A ONU está normalizando a pedofilia: o Deep State está livre para explorar seus filhos

Tradutores de Direita, 20 de outubro de 2017 



Por Dave Hodges [*]



O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos está sancionando uma revolução sexual que culminará com a legalização e o apoio entusiasmado do transgenerismo, mas também apoiará a legalização da pedofilia. À medida que o Deep State está mais ativo em seu papel no “PedoGate”, podemos esperar mais contra-ataques, como a legalização da pedofilia.

3 de jun. de 2022

Bachelet não continuará na ONU e retornará ao Chile em setembro para assumir o governo bórico




LDD, 02/06/2022 



Exclusivo do La Derecha Diario: No Partido Socialista, os dias estão contando para o retorno da ex-presidente Michelle Bachelet da Suíça e eles definiram uma data de expiração para Gabriel Boric.

Uma bomba está se formando na fraca aliança governamental que existe entre o Partido Socialista , a Democracia Cristã e a Frente Ampla para apoiar a presidência de Gabriel Boric.

O colapso de sua imagem em tempo recorde e o absoluto fracasso em lidar com o conflito mapuche na macrozona sul dispararam alarmes no Partido Socialista, que já estabeleceu um prazo de validade para o governo e pensa em uma figura com suficiente poder político e apoio para poder assumir o controle do que está por vir.

13 de jun. de 2022

Michelle Bachelet, chefe do direitos humanos da ONU, não buscará um segundo mandato

Michelle Bachelet



SWI, 13/06/2022 



A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, diz que não buscará a reeleição para mais um mandato, mas negou que a decisão tenha sido motivada por críticas à sua recente visita controversa à China.

Bachelet fez seu anúncio no final de um discurso no Conselho de Direitos Humanos da ONU, com sede em Genebra, na segunda-feira.

Bachelet disse que sua decisão foi motivada pelo desejo de passar mais tempo com sua família no Chile e que ela havia informado o secretário-geral da ONU, António Guterres, há dois meses.

20 de jun. de 2018

EUA abandonam Conselho de Direitos Humanos da ONU




Gospel Notícias, 19 de junho de 2018 


Por Jarbas Aragão 


Embaixadora acusa o órgão de ser "hipócrita" e manter "viés anti-Israel crônico"

Na noite desta terça-feira (19), os Estados Unidos anunciaram sua saída do Conselho de Direitos Humanos da ONU, acusando o órgão de hipocrisia. Segundo os norte-americanos, nenhum outro país “teve a coragem de se juntar à nossa luta” para reformar a organização.

A embaixadora Nikki Haley afirmou: “Ao fazermos isso, quero deixar bem claro que este passo não é um recuo em relação aos nossos compromissos com os direitos humanos”. Entre os motivos para o abandono desse conselho estão as duras críticas ao governo dos EUA e sua política de “tolerância zero” contra imigração na fronteira com o México.

12 de fev. de 2019

Colômbia – George Soros zomba da soberania colombiana: “Doará” 2,6 milhões para o ativismo judicial pró-FARC de Rodrigo Uprimny




El Nodo, 12 de fevereiro de 2019. 




Uprimny é o principal cérebro judicial que legitimou a impunidade do grupo narcoterrorista das FARC. 

Há poucos dias, uma doação de US $ 2,6 milhões por George Soros foi confirmada pela ONG de ativismo judicial de esquerda Dejusticia, liderada pelo ativista judicial Rodrigo Uprimny, dirigido pela Open Society Foundation. 

A informação foi publicada diretamente pelo site da Open Society nos Estados Unidos, anunciando também a busca por mais doações de até US $ 7,5 milhões até 2025. Como é sabido, um recente documentário produzido pela renomada jornalista Caleña Isabel Cuervo, com sede nos Estados Unidos, que em detalhe descreve a teia de interesses do especulador financeiro Soros, organizações e indivíduos que facilitaram a ascensão do grupo terrorista FARC para a política, e a influência do dinheiro e ideias em grupos radicais de esquerda que agora apoiam o ex-terrorista Gustavo Petro Urrego, como as FARC. Outros apadrinhados políticos de Soros no cenário político colombiano inclui o ex-terrorista León Valência, e o braço direito no processo de destruição constitucional Sérgio Jaramillo, e o advogado de esquerda e arquiteto do marco legal da impunidade das FARC, Rodrigo Uprimny. 

10 de nov. de 2017

George Soros procura financiar a legalização do aborto por toda a América Latina




LifeSiteNews, 08 de novembro de 2017 



Por Natalia Dueholm



8 de novembro de 2017 (LifeSiteNews) – o apoio do investidor milionário George Soros ao aborto não se limita ao financiamento da Planned Parenthood. As fundações Open Society de Soros deu grandes subsídios à International Women’s Health Coalition (IWHC) e a Women’s Link Worldwide (WLW), que está ligado ao controverso Centro de Direitos Reprodutivos. 

A WLW, que atua há mais de 15 anos com pouco escrutínio, está na vanguarda de um movimento para destruir as proteções legais para os não-nascidos na América Latina, uma região ainda muito pró-vida. 
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