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2 de out. de 2023

Veto da Hungria à ajuda militar à Ucrânia ensombrou reunião da UE em Kiev




Euronews, 02/10/2023 



Por Jorge Liboreiro 



Uma reunião informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) em Kiev, capital da Ucrânia, nesta segunda-feira, não conseguiu desbloquear um pacote de 500 milhões de euros de assistência militar à Ucrânia.

A Hungria tem mantido um firme veto à ajuda - via reforço do Mecanismo Europeu para a Paz -, desde maio, e não cedeu apesar dos repetidos apelos de Josep Borrell, o chefe da diplomacia da UE, que tentou mediar a disputa bilateral numa tentativa de manter uma frente unida.

26 de nov. de 2023

A proposta da OTAN para a militarização do Espaço de Schengen




ZH, 26/11/2023 – Com Substack



Por Tyler Durden 



O chefe de logística da OTAN, tenente-general Alexander Sollfrank, sugeriu a criação de um chamado Schengen militar para otimizar a movimentação de tais equipamentos em toda a UE. Atualmente, obstáculos burocráticos e logísticos impedem o livre fluxo de armas em todo o bloco, o que ele acredita poder prejudicar a capacidade do Ocidente de responder a qualquer conflito inesperado na sua periferia. Contudo, não é apenas a substância desta proposta que é significativa, mas também o seu momento.

A guerra por procuração da OTAN contra a Rússia através da Ucrânia parece estar diminuindo pelas razões explicadas na análise com hiperlink anterior. Assim, o relatório da Bloomberg sobre o projeto de garantias de segurança da UE para a Ucrânia omite visivelmente qualquer menção a obrigações de defesa mútua, do tipo que Kiev tem procurado durante anos e que muito contribuiu para a última fase deste conflito de quase uma década. A sugestão de Sollfrank parece, portanto, contradizer estas tendências emergentes de desescalada.

26 de dez. de 2023

A Armênia considera saída do bloco militar liderado pela Rússia





ZH, 26/12/2023  Com OP



Por Tyler Durden 



  • A insatisfação da Armênia com a OTSC decorre da inação da organização durante as incursões do Azerbaijão e do aumento da cooperação com a UE.
  • O governo armênio explora várias opções, incluindo a eurointegração e a adoção de um estatuto de não-bloco, no meio de debates sobre a expulsão de bases militares russas.
  • Os analistas sugerem que a saída da Armênia da CSTO poderia ser um resultado lógico, abrindo potencialmente caminhos para diversas colaborações militares e industriais de defesa com outros países.

A possível saída da Armênia da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO) liderada pela Rússia está sendo discutida cada vez mais ativamente à medida que crescem as diferenças entre Yerevan e Moscou.

8 de mai. de 2023

UE prepara sanções contra países que ajudam a Rússia, podendo atingir a China





Euronews, 08/05/2023 



Por Jorge Liboreiro 



Após 10 rondas de sanções contra a Rússia, a UE está a centrar-se na aplicação e na evasão às medidas.

A União Europeia está a preparar uma nova ronda de sanções contra a Rússia, que terá como alvo empresas e países que se considera estarem a ajudar o Kremlin a fugir à extensa lista de sanções que o bloco impôs desde fevereiro de 2022.

Para tal, será necessário aplicar a extraterritorialidade, um princípio jurídico contestado que pode permitir à UE sancionar entidades que se encontram fora da sua jurisdição.

20 de set. de 2023

Anunciado cessar-fogo em Nagorno-Karabakh




Euronews, 20/09/2023 



Por Verónica Romano 



No entanto, primeiro-ministro da Armênia diz que o país "não participou" na elaboração do acordo

O Azerbaijão e as forças armênias chegam a acordo para cessar-fogo em Nagorno-Karabakh. 

A decisão deverá pôr fim aos violentos combates que começaram esta terça-feira no território separatista. O cessar-fogo terá entrado em vigor às 13h00 locais (10h00 em Portugal) esta quarta-feira. 

17 de mai. de 2022

Em caso de ataque russo, Finlândia e Suécia serão defendidas pela UE: O Futuro Exército Europeu




Euronews, 17/05/2022 



Por Efi Koutsokosta 



Enquanto esperam pela adesão à NATO e em caso de um ataque russo, a Finlândia e a Suécia serão defendidas pela União Europeia (UE).

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, deixou essa garantia durante um encontro dos ministros da Defesa da UE em Bruxelas, esta terça-feira, apoiando-se nos tratados europeus.

"Se um estado for atacado no seu território, se houver um ataque armado contra um Estado-membro da União Europeia, este Estado pode pedir a ajuda dos outros. E os outros são obrigados a fazê-lo, com todos os meios possíveis. Nem mais nem menos", sublinhou Borrell.

23 de mar. de 2023

UE aprova fornecimento de munições à Ucrânia no valor de 2 milhões de euros




Euronews, 23/03/2023 



Por Isabel Marques da Silva 



Os líderes da União Europeia (UE) aprovaram nesta quinta-feira, um pacote de dois mil milhões de euros de fundos europeus [do contribuinte] para fornecer munições de artilharia à Ucrânia.

Metade será usado para transferir stocks existentes nos arsenais dos Estados-membros e a outra metade para aquisição conjunta no mercado.

28 de fev. de 2024

Von der Leyan renova apelo à aquisão conjunta de armas na UE




Euronews, 28/02/2024 



Por Vicenzo Genovese 



A União Europeia (UE) deve usar o "motor a turbo" para aumentar a capacidade da indústria da defesa, disse a presidente da Comissão Europeia, quarta-feira, no Parlamento Europeu. A Estratégia Industrial de Defesa Europeia vai ser apresentada em breve, prometeu.

"Um dos objetivos centrais da estratégia, e do Programa Europeu de Investimento na Defesa que a acompanhará, será dar prioridade às aquisições conjuntas no domínio da defesa. Tal como fizemos com grande sucesso nas vacinas ou, por exemplo, no gás natural", explicou  presidente da Comissão Europeia, na sessão plenária.

Ursula von der Leyen considera que a ameaça da Rússia deve mobilizar os europeus, através do aumento da produção por um lado, e da aquisição conjunta de equipamento militar por outro.

8 de ago. de 2023

UE apela aos esforços de mediação no Níger




Euronews, 08/08/2023 



O porta-voz da Comissão Europeia sublinha que a UE não está a trabalhar com aquilo a que chama as "autoridades ilegítimas do Níger", mas continua a insistir no diálogo.

A vida regressa à normalidade na capital do Níger, Niamey, dois dias após o fim do ultimato lançado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO). Mas, politicamente, o futuro continua incerto.

13 de jan. de 2024

UE debaterá envio de missão naval ao Mar Vermelho




IP, 12/01/2024 



 

Os países da UE discutirão na próxima semana um plano para criar uma missão naval para ajudar a proteger o transporte marítimo do Mar Vermelho, após os ataques dos rebeldes Huthi do Iêmen, disseram diplomatas nesta sexta-feira.

A proposta – que está em preparação em Bruxelas há várias semanas – foi debatida antes de as forças norte-americanas e britânicas atacarem o Iêmen, controlado pelos rebeldes, na manhã desta sexta-feira.

Qualquer esforço da UE procuraria complementar uma coligação liderada pelos EUA, que inclui numerosos países do bloco, que já opera na rota marítima vital.

28 de jul. de 2023

Golpe militar no Níger: é o sexto país africano com governos ligados ao Ocidente que cai nas mãos da Rússia




LDD, 27/07/2023 



Por Santiago Vera 



Mais uma vez, um país da África Ocidental cai nas mãos dos militares após um novo golpe no Níger, que se soma aos golpes anteriores em Mali e Burkina Faso, entre outros países da região que sofreram o mesmo destino.

O presidente do Níger, Mohamed Bazoum, foi deposto do poder esta semana por um golpe militar. Na madrugada desta quarta-feira, a guarda presidencial, chefiada pelo general Omar Tchiani, prendeu-o e assumiu a presidência.

14 de set. de 2016

Juncker quer criar uma força militar e um quartel-general europeus





DN, 14 de setembro de 2016. 



Os planos do presidente da Comissão Europeia para que a União Europeia seja eficaz em termos de defesa

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, propôs hoje, em Estrasburgo, a criação de um quartel-general europeu para que a União Europeia seja eficaz em termos de defesa.

"A Europa não pode continuar a depender apenas da potência e capacidade militar dos países individuais, devemos assumir juntos a proteção dos nossos interesses, é preciso que criemos um quartel-general único na União Europeia (UE)", referiu Juncker no discurso sobre o estado da UE.

26 de abr. de 2016

Obama reforça presença militar na Síria e pede unidade na UE




Diário de Notícias, 26 de abril de 2016. 



Por Abel Coelho de Morais. 



Presidente dos EUA comprometeu-se com dirigentes de quatro países europeus envolver mais a NATO na questão dos refugiados. E alertou para riscos destrutivos na UE.

Os Estados Unidos vão aumentar de forma significativa os efetivos envolvidos na preparação e assistência às milícias da oposição na Síria, enviando mais 250 elementos das forças especiais para o terreno, ainda que "não para combater", disse ontem o presidente Barack Obama, falando em Hanôver no último dia de uma viagem em que esteve, primeiro, no Reino Unido e, em seguida, na Alemanha.

30 de jun. de 2023

Hungria e Polônia impediram acordo sobre migração na cimeira da UE




Euronews, 30/06/2023 



Por Isabel Marques 



O governo português foi um dos que destacou "o isolamento" da Hungria e da Polónia sobre a política de asilo e migração, no final da cimeira da União Europeia (UE), sexta-feira, em Bruxelas. Estes dois Estados-membros impediram a adoção de conclusões sobre este tópico.

"Não fiquei desiludido porque não nos surpreende. É sabido que a Polónia e a Hungria têm posição bastante divergente e cada vez mais isolada no Conselho", declarou António Costa, falando aos jornalistas portugueses, em Bruxelas, após um Conselho Europeu sem texto conclusivo sobre a reforma das regras europeias sobre as migrações.

22 de ago. de 2022

UE pondera treinar soldados ucranianos



Euronews, 22/08/2022 



A União Europeia (UE) quer aumentar o envolvimento no esforço de guerra de Kiev, e os 27 ponderam avançar com uma missão para formar soldados ucranianos. A missão teria lugar em países vizinhos da Ucrânia, disse o Alto Representante da UE para a Política Externa, numa conferência de imprensa em Santander (norte de Espanha). Josep Borrell revelou que a proposta será discutida na próxima semana, em Praga, no Conselho de Ministros da Defesa da UE, justificando a ideia com a “própria natureza do conflito ucraniano”, que começou há quase seis meses. O chefe da diplomacia europeia recordou que muitos países, tanto dentro como fora da UE, já fornecem à Ucrânia equipamento militar e que "alguns" já fornecem bilateralmente "a formação necessária para utilizar este equipamento". Salientou que esta missão de apoio ao exército ucraniano não seria apenas uma missão clássica de treino, mas também "para ajudar a organizar o exército".

3 de set. de 2016

UE salva acordo migratório com a Turquia em Bratislava





Euronews, 03 de setembro de 2016. 



A Turquia volta atrás nas ameaças de pôr fim ao acordo migratório com a UE (União Europeia), mas garante que não vai recuar nas suas polémicas leis antiterroristas.

Os representantes da União Europeia reuniram-se este sábado em Bratislava com o ministro turco para as relações com a UE, Omer Celik, pela primeira vez desde o golpe militar falhado de Julho.

Uma reunião num “clima positivo”, segundo os dois campos, depois da tensão dos últimos meses.

4 de mai. de 2022

Rússia reforça presença nas cidades ocupadas e reforço militar da UE à Moldávia




Euronews, 04/05/2022 



A cidade portuária de Berdyansk, no sul da Ucrânia, foi tomada pelas forças russas poucos dias depois do início da invasão da Ucrânia em finais de fevereiro.

De acordo com o Kremlin, praticamente não enfrentou qualquer resistência. A administração local agora controlada pela Rússia organizou uma visita de imprensa para jornalistas ocidentais.

Controlar este território é um objetivo estratégico que pretende estabelecer uma ligação por terra até à Crimeia.

11 de jan. de 2024

O vice-primeiro-ministro italiano apela à um exército europeu e à consolidação do poder de Bruxelas

Giorgia Meloni e Antonio Tajani



BTB, 11/01/2024 



Por Kurt Zindulka 



O vice-primeiro-ministro italiano, Antonio Tajani, juntou-se ao coro crescente que apela à formação de um Exército da União Europeia, argumentando que sacrificar a soberania nacional dos Estados-membros vale a pena pela segurança.

Antonio Tajani, que assumiu a liderança do partido de centro-direita Forza Italia após a morte do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi no ano passado, e que atualmente é ministro das Relações Exteriores e vice-primeiro-ministro no governo de coalizão de Giorgia Meloni, argumentou que uma das as principais reformas necessárias para a União Europeia são a formação de um exército coletivo entre os 27 países que constituem o bloco.

13 de mar. de 2022

Holanda - Primeiro-ministro: Intervenção militar na Ucrânia não é uma opção

PM holandês, Mark Rutte




Nltimes, 12/03/2022 



O primeiro-ministro Mark Rutte disse que a intervenção militar na Ucrânia não está na mesa, segundo a NOS. Seus comentários vieram após uma cúpula de dois dias em Versalhes, onde os 27 líderes dos estados membros da UE se reuniram.

Segundo ele, as únicas maneiras possíveis de ajudar a Ucrânia no momento são por meio de sanções econômicas à Rússia, ajuda médica e humanitária e fornecimento de equipamentos militares na medida em que for “responsável”, disse Rutte. No entanto, ele enfatizou que ações como enviar tropas ou estabelecer uma zona de exclusão aérea colocariam a OTAN em conflito direto com a Rússia – a segunda maior potência nuclear do mundo.

23 de jun. de 2022

Olaf Scholz e plano Marshal para a Ucrânia e estatuto de a candidato a estado membro da União Europeia



 Olaf Scholz quer Plano Marshall para a Ucrânia 


Euronews, 23/06/2022 


Por Bruno Sousa 


A reconstrução do país custará muitos milhares de milhões de euros e durará várias gerações, pelo que é necessário um Plano Marshall para a Ucrânia. Olaf Scholz lembrou o plano dos Estados Unidos para ajudar a reconstruir a Europa após a Segunda Guerra Mundial para apelar à união da comunidade internacional.

O chanceler da Alemanha deixou ainda uma promessa, Kiev terá sempre uma palavra a dizer sobre o seufuturo:

Só a Ucrânia que decide o que é melhor para si nas possíveis negociações com a Rússia. Nada sobre a Ucrânia sem a Ucrânia

Olaf Scholz 

Chanceler da Alemanha

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