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11 de out. de 2018

Google, Facebook e Twitter deixam de ser plataformas de liberdade de expressão e passam a adotar censura de acordo com documento do Google

Pessoas passam por um prédio de escritórios do Google em Nova York, em 30 de dezembro de 2017



Epoch Times, 11 de outubro de 2018 



Por Petr Svab 



O documento diz que as empresas atenderam os pedidos de usuários, governos e anunciantes que exigem maior censura

Grandes plataformas on-line incluindo Google, YouTube, Facebook e Twitter, mudaram seus princípios que anteriormente eram focados na proteção da liberdade de expressão “para a censura e moderação”, de acordo com um documento de pesquisa do Google que vazou para a Breitbart.

O documento, intitulado “The Good Censor”, argumenta que as plataformas se fixaram entre duas posições incompatíveis: “Criar mercados de ideias não mediados” e “criar espaços bem ordenados para segurança e civilidade”.

6 de jul. de 2022

Canadá: ministro do Patrimônio nomeia assessores para censurar conteúdo político online

Pablo Rodriguez o censurador



RB, 06/07/2022 



Por Tabita Peters 



"A censura deve ser aplicada ao conteúdo, independentemente de ser legal", diz o Expert Advisory Group.

Pablo Rodriguez, Ministro do Patrimônio do Partido Liberal, nomeou assessores de censura que dizem que “posts políticos enganosos” devem ser supervisionadas pelo governo federal.  

De acordo com o Blacklock’s Reporter, o grupo também acrescentou que a discussão política não regulamentada e a desinformação eram um tipo de poluição que “corrói os fundamentos da democracia”.

O Grupo Consultivo de Especialistas disse que “uma variedade de conteúdo considerado prejudicial foi considerada importante para incluir na categoria de fraude, cyberbullying, compartilhamento em massa de incidentes traumáticos, conteúdo difamatório, propaganda, propaganda enganosa e postagens com conteúdo político enganoso”.

5 de fev. de 2018

Alemanha: Volta do Estado Policial da Stasi?

Gatestone, 04 de fevereiro de 2018. 




  • A nova lei exige que as plataformas de redes sociais como o Facebook, Twitter e YouTube, censurem seus usuários em nome do governo. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear quaisquer "delitos penais", em um espaço de 24 horas após o recebimento de uma reclamação de algum usuário, independentemente se o conteúdo da reclamação for válido ou não.
  • As plataformas de redes sociais agora têm o poder de moldar a forma do discurso político e cultural ao determinarem quem poderá dizer o quê.
  • Observe a tranquilidade com que o chefe de polícia disse que ele tinha entrado com uma ação na justiça para silenciar um líder político da oposição. É isso que as autoridades fazem em estados policias: por meio da censura e de acusações de infrações penais, elas silenciam críticos que falam abertamente e políticos da oposição contrários às políticas governamentais, como Beatrix von Storch, que criticou duramente as políticas de migração da chanceler Angela Merkel.

A nova lei de censura da Alemanha que introduziu a censura oficial sobre as plataformas de redes sociais, entrou em vigor em 1º de outubro de 2017. A nova lei exige que as plataformas de redes sociais como o Facebook, Twitter e YouTube, censurem seus usuários em nome do estado alemão. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear quaisquer "delitos penais", tais como difamação, calúnia, injúria ou incitamento, em um espaço de 24 horas após o recebimento de uma reclamação de algum usuário, independentemente se o conteúdo da reclamação for válido ou não. Em casos mais complicados as empresas de redes sociais têm sete dias para cumprirem a lei. Caso não a cumpram, o governo alemão poderá multá-las em até 50 milhões de euros por terem descumprido a lei.

17 de dez. de 2022

Professor da Universidade de Stanford enfrentou censura por alertar sobre os riscos dos lockdowns




RB, 16/12/2022 



Por Miles Cheong 



Bhattacharya entrou no Twitter para compartilhar sua crença de que os lockdowns e fechamento de escolas não eram necessários para gerenciar a pandemia e para informar à população americana que existem outras maneiras de proteger pessoas vulneráveis.

Na quinta-feira, o Dr. Jay Bhattacharya, professor da Universidade de Stanford, se manifestou contra a censura do Twitter à sua mensagem contra os lockdowns do COVID. Bhattacharya revelou em "Tucker Carlson Tonight" que ele foi "colocado na lista negra" na plataforma logo após ingressar em agosto de 2021.

3 de dez. de 2022

Governo neozelandês admite ter acesso direto ao portal de remoção de conteúdo do Facebook, onde pode sinalizar conteúdo para censura




RTT, 02/12/2022 



Por Tom Parker 



O governo amante da censura tem uma linha direta com a gigante da tecnologia. 

O governo da Nova Zelândia admitiu oficialmente que tem acesso de parceiro ao controverso portal de remoção de conteúdo do Facebook.

Este portal foi projetado especificamente para agências governamentais sinalizarem conteúdo ao Facebook para censura. De acordo com o The Intercept, que noticiou sobre o portal em outubro, parceiros do governo também podem usar o portal para “denunciar desinformação diretamente” ao Facebook.

21 de mai. de 2022

Microsoft censura buscas no Bing por Xi Jinping e a Praça da Paz Celestial, segundo estudo




NYP, 20/05/2022 



Por Theo Wayt



A Microsoft censura sugestões em seu mecanismo de busca Bing para usuários americanos que procuram o presidente chinês Xi Jinping, o “homem do tanque” dos protestos da Praça da Paz Celestial e outros termos politicamente sensíveis, de acordo com um novo estudo. 

Enquanto digitar um termo como “Joe Biden” no Bing resulta em uma caixa suspensa de “preenchimento automático” sugerindo opções de pesquisa populares, a Microsoft removeu a caixa para usuários americanos e canadenses que pesquisavam termos chineses, disseram pesquisadores do Citizen Lab

Outros nomes supostamente censurados pelo Bing incluem Li Wenliang, um médico que virou denunciante em Wuhan que irritou as autoridades chinesas ao falar sobre a gravidade do coronavírus no início de 2020; Guo Wengui, um bilionário chinês exilado afiliado ao conselheiro de Trump, Steve Bannon; e Gedhun Choekyi Nyima, uma figura chave no budismo tibetano que foi sequestrado pelas autoridades chinesas aos seis anos de idade. 

15 de dez. de 2022

WordPress discutiu o banimento do New York Post de todas as plataformas online após a publicação do caso do laptop de Hunter Biden





RTT, 14/12/2022 



Por Didi Rankovic 



Os provedores de infraestrutura estão considerando cada vez mais a censura.

O conteúdo do laptop de Hunter Biden certamente era escandaloso o suficiente, mas o manuseio, ou seja, a censura da história sobre isso por plataformas de tecnologia influenciadas pela preferência política certamente foi uma disputa acirrada.

Mesmo para os padrões de 2020, “o ano da censura”, a decisão do Twitter e do Facebook de suprimir o artigo do New York Post pouco antes da eleição presidencial dos Estados Unidos que resultou na vitória do pai de Hunter foi altamente incomum.

23 de dez. de 2022

Reino Unido – 'polícia do pensamento' prende advogada pró-vida por estar orando silenciosamente perto de uma clínica de aborto




CBN, 21/12/2022 



Por Steve Warren 



Uma voluntária de caridade no Reino Unido foi presa depois de dizer à polícia que "poderia" estar orando mentalmente quando questionada sobre o motivo de estar parada em uma rua pública perto de uma clínica de aborto. E ela não é a primeira pessoa a ser presa no Reino Unido nos últimos meses por orar mentalmente.

A Alliance Defending Freedom UK, uma organização de defesa legal baseada na fé, relata que policiais abordaram Isabel Vaughan-Spruce, diretora da Marcha pela Vida do Reino Unido, que estava perto da BPAS Robert Clinic em Kings Norton, uma área de Birmingham, Inglaterra. 

31 de mar. de 2019

Colômbia – George Soros investindo pesado em censura na Colômbia




El Nodo, 31 de março de 2019




Quem controla George Soros, quem controla a imprensa através de seus satélites? Ou como a frase em latim diz: Quis Custodiet ipsos custodes? 

Por ocasião dos processos de influência da Open Society Foundation na América Latina, o país vive uma espiral do silêncio sistemático com a imprensa independente amordaçada, com restrição da capacidade de transmitir informações e pontos de vista sem medo de censura por parte de outros atores, nacionais ou internacionais. 

Especificamente, nos últimos meses, em um silêncio incomum alastrado pelo resto dos meios de comunicação, ao menos 3 satélites da Open Society, financiados direta ou indiretamente desde o estrangeiro por George Soros, realizaram esforços para amordaçar as publicações do El Nodo Colômbia, usando sua capacidade financeira (em grande parte da Open Society) e suas associações como o Facebook, outro ator duramente criticado no Congresso dos Estados Unidos

8 de fev. de 2018

China: nova geração de jornalistas enfrenta censura cada vez mais sofisticada

Jornalistas chineses trabalham em seus computadores durante uma reunião do G20 em Chengdu, na província de Sichuan, no Oeste da China, em 23 de julho de 2016


Epoch Times, 07 de fevereiro de 2018. 



Por Paul Huang



Regime chinês se adapta rapidamente a mudança no ambiente midiático, mantendo controle rigoroso

Apesar do surgimento de uma nova geração de repórteres talentosos e de uma transformação radical para a era digital, os meios de comunicação de massa em toda a China ainda são firmemente controlados e censurados pelo regime chinês, de acordo com observadores. O jornalismo investigativo, o tipo de cobertura que muitas vezes é considerado a força vital de uma democracia saudável e de uma sociedade aberta, continua sendo um empreendimento extremamente arriscado na China mas que é desesperadamente necessário, embora praticado por poucos.

9 de jul. de 2018

Alemanha: 'Decapitando' a Liberdade de Imprensa?

Gatestone, 08 de julho de 2018 






  • Se o plano das autoridades era realmente o de censurar as notícias e abafar as informações sobre a decapitação, então o tiro saiu pela culatra. Devido às reportagens sobre a invasão, milhares de pessoas assistiram ao vídeo e centenas de milhares de pessoas ficaram sabendo da tentativa frustrada de censura.
  • O governo de Hamburgo continua se empenhando em esconder a decapitação. Entre outras coisas, eles (partido Alternativa para a Alemanha) queriam saber se o bebê foi decapitado. O governo, violando seus deveres constitucionais, se recusou a responder. Além disso o governo censurou as perguntas apagando frases inteiras.
  • Porque a decapitação deveria ser mantida em segredo, isso ninguém sabe. O que ficou claro é o quão facilmente as autoridades alemãs têm condições de censurar as notícias e punir os blogueiros que divulgam informações por eles consideradas inconvenientes. Eles têm um enorme arsenal de recursos legais à sua disposição. Não parece incomodá-los que a lei invocada neste caso estipule explicitamente que ela não será aplicada ao "relato de eventos atuais."


Em uma aparente tentativa de varrer para debaixo do tapete um duplo homicídio que ocorreu recentemente em Hamburgo, Alemanha, as autoridades censuraram o caso. Além disso elas invadiram os apartamentos de uma testemunha que gravou um vídeo onde relatava o assassinato e o de um blogueiro que postou o vídeo no YouTube.

O assassinato, estampado em manchetes mundo afora, ocorreu na manhã de 12 de abril. O criminoso, Mourtala Madou, de 33 anos, imigrante ilegal do Níger, esfaqueou a ex-namorada alemã, identificada como Sandra P. e a filha do casal de um ano de idade, Miriam, em uma estação de metrô de Hamburgo. A filha morreu no local, a mãe pouco depois no hospital. O filho dela de três anos testemunhou os assassinatos.

30 de set. de 2017

Aumentam prisões e censura antes do 19º Congresso Nacional da China





Epoch Times, 30 de setembro de 2017 






À medida que nos aproximamos do evento de transição da liderança chinesa, que ocorre a cada cinco anos, o regime aumenta a repressão através da segurança, de prisões e da intensificação da censura da internet.

O 19º Congresso Nacional determinará o próximo grupo da elite governante do país. As autoridades estão especialmente sensíveis a qualquer assunto que possa causar controvérsias ou que seja uma ameaça para que o evento transcorra sem incidentes no próxima dia 18 de outubro.

27 de abr. de 2018

China continua sendo maior cadeia do mundo para jornalistas



Epoch Times, 27 de abril de 2018. 


Por Paul Huang


Mais de 50 jornalistas e blogueiros chineses estão atualmente presos em condições que ameaçam suas vidas

De acordo com a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), a China continua sendo um dos países que mais abusam da liberdade de imprensa no mundo e aquele que prendeu o maior número de jornalistas em suas prisões. Além disso, a Agência de Controle da Liberdade de Imprensa advertiu que os países autoritários de toda a Ásia que buscam consolidar ainda mais seu governo estão copiando o modelo de controle e censura de Pequim.

4 de dez. de 2022

Elon Musk revela como o Twitter encobriu Hunter Biden




PP, 03/12/2022 



Por Mamela Fiallo 



O ex-diretor jurídico do Twitter, Vijaya Gadde, demitido por Elon Musk, teria sido o responsável direto por censurar o escândalo do filho de Joe Biden que foi descoberto um mês antes das eleições. O viés político a favor do Partido Democrata também foi exposto na matéria divulgada nesta sexta

O Twitter mudou. Para o provar, Elon Musk revelou como a rede social encobriu Hunter Biden. Após o vazamento de dados do laptop do filho do presidente dos Estados Unidos, houve um esforço da mídia para silenciar quem ousasse revelar informações. Das drogas à prostituição, passando por acordos duvidosos com a Ucrânia e a China, circularam dados que comprometeram Hunter Biden. Mas em plena campanha presidencial de 2020, sumiram com a cumplicidade do Twitter.

19 de set. de 2018

Relatos em primeira pessoa sobre como o regime chinês censura a imprensa




Epoch Times, 18 de setembro de 2018 



Por Nicola Hao



Mais de vinte jornalistas da China Continental falaram com a mídia de Hong Kong sobre suas experiências

Já é bem conhecido que na China goza-se de pouca liberdade de imprensa. De acordo com o índice 2018 da organização Repórteres Sem Fronteiras, a China ocupa a posição 176 dos 180 países na lista.

Initium Media de Hong Kong entrevistou 23 jornalistas chineses de todo o país sobre suas experiências profissionais. A fim de proteger a identidade dos jornalistas, a cada um foi atribuído um número, que foi utilizado no relatório.

28 de mai. de 2018

Espanha – Governo espanhol perto de ruir: a crise na política espanhola



Euronews, 28 de maio de 2018



Por António Oliveira e Silva 



É esta quinta-feira que se debate no Congresso dos Deputados a moção de censura registada pelo maior partido de oposição em Espanha, o PSOE (centro-esquerda).

O debate na câmara baixa tem como objetivo o fim do Governo do presidente Mariano Rajoy (PP, centro-direita) e a convocação de eleições legislativas antecipadas em Espanha.

Pedro Sánchez, secretário geral do PSOE, comprometeu-se a levar a cabo um processo rápido, reduzindo ao mínimo o tempo para negociar apoios com possíveis apoiantes, desde os antissistema de esquerda do Podemos (Pablo Iglesias) a nacionalistas e independentistas.

21 de mar. de 2016

Estados devem sancionar "discursos de ódio" - a censura aos Estados membros







Público, 21/03/2017.










Apagar as mensagens de intolerância de materiais na Internet e revelar a identidade dos que a divulgam são algumas das recomendações do Conselho da Europa.

Os Estados devem fazer uso de várias medidas para sancionar a circulação "de discursos de ódio", mas tentando ao máximo salvaguardar a liberdade de expressão, recomendou aos seus 47 Estados membros, entre eles Portugal, o órgão interno do Conselho da Europa responsável por políticas antiracistas.

Quando necessário, as mensagens de intolerância devem ser apagadas de materiais existentes na Internet e deve ser revelada a identidade dos que as divulgam. Ao mesmo tempo, deve haver a obrigação, por parte dos media, de reconhecer que estão a divulgar conteúdos que entram na categoria "de discurso de ódio" sempre que tal aconteça. Estas são algumas das recomendações emitidas pela Comissão Europeia Contra o Racismo e a Intolerância (ECRI), um órgão interno do Conselho da Europa, a pretexto do Dia Internacional pela Eliminação Racial.

31 de mai. de 2018

Bascos "puxam o tapete" de Mariano Rajoy – a possível destituição de Rajoy




Euronews, 31 de maio de 2018. 


Por Nara Madeira


O Partido Nacionalista Basco (PNV) anunciou, ao Partido Popular, que vai votar a favor da moção de censura, apresentada pelo PSOE ao executivo de Mariano Rajoy.


21 de jun. de 2022

Canadá – projeto de lei de censura na Internet C-11 é aprovado na Câmara: o garoto de Davos ataca novamente

Steven Guilbeault proponente do projeto ao lado de Trudeau



PM, 21/06/2022 



Por Roberto Wakerell 



O projeto de lei foi aprovado na contagem de 208 Sims a 117 Nãos, com todos os partidos, exceto os Conservadores, votando a favor.

A altamente criticada legislação de censura à internet dos Liberais de Trudeau, o Projeto de Lei C-11, foi aprovado na Câmara e seguirá para o Senado após uma votação na terça-feira.

O projeto de lei foi aprovado na contagem de 208 Sims a 117 Nãos, com todos os partidos, exceto os Conservadores, votando a favor.

O projeto de lei continua de onde o projeto de lei C-10 parou, que morreu na videira depois que o Parlamento foi dissolvido, levando à eleição federal do ano passado.

9 de set. de 2016

"Abuso de poder". Facebook censura foto histórica partilhada por primeira-ministra da Noruega





DN, 09 de setembro de 2016. 



A primeira-ministra publicou uma das fotografias mais famosas do mundo. Um jornal norueguês acusa Mark Zuckerberg de "abuso de poder"

O Facebook censurou a conta da primeira-ministra da Noruega após Erna Solberg ter publicado a fotografia de uma criança a fugir a bombardeamentos com napalm. Esta imagem, que se tornou um símbolo da destruição causada pela guerra no Vietname, mostra uma menina nua, o que é proibido segundo as normas da rede social.

Solberg foi um dos membros do governo norueguês que publicou a fotografia como forma de protesto. Tudo porque o Facebook tinha censurado, momentos antes, a fotografia quando esta foi partilhada por um escritor.
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