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26 de jan. de 2022

A Comissão Europeia admite que retém os fundos de ajuda econômica da Hungria por suas políticas conservadoras




LDD, 26/01/2022 



Por Sérgio Velasco 



O dinheiro que corresponde à Hungria do fundo de recuperação econômica da COVID-19 está retido há quase um ano pelas autoridades europeias, devido à aprovação de uma lei de proteção à criança, segundo o comissário Paolo Gentiloni.

A União Europeia (UE) anunciou em setembro passado a paralisação total da entrega de fundos de recuperação à Hungria , o dinheiro que foi distribuído entre todos os seus membros para enfrentar a crise gerada pela pandemia.

É importante esclarecer que esse dinheiro é arrecadado por meio de transferências anuais dos países membros para o Conselho Europeu, portanto, definitivamente não é um subsídio, mas uma retribuição pela taxa paga em tempo hábil.

15 de set. de 2022

Hungria é "autocracia eleitoral" declarou o Parlamento Europeu - de líderes não-eleitos




Euronews, 15/09/2022 



Por Sandor Zsiros e Isabel Marques da Silva



O Parlamento Europeu aprovou, quinta-feira, uma resolução por grande maioria, declarando que a Hungria já não é uma democracia, mas um "regime híbrido de autocracia eleitoral".

De acordo com a relatora da resolução, Gwendoline Delbos-Corfield, a guerra na Ucrânia minou ainda mais a confiança neste Estado-membro.

19 de abr. de 2016

Será que o líder da Hungria desistiu da Europa?

                       


Foreign Policy, 18 de abril de 2016.



Por Atilla Mong



Quando se trata de bater em Bruxelas, ninguém supera Viktor Orban. 

Ao longo das próximas semanas, os líderes europeus estarão concentrando sua atenção sobre o Reino Unido, cujos cidadãos em breve vão decidir se querem que o país continue a fazer parte da União Europeia (Brexit). Mas essa não é a única ameaça para a composição da União Europeia atualmente, mas estará em um futuro próximo. O problema também está se formando em Budapeste. 

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, é um Eurocético desde muito tempo. Desde que assumiu o cargo em 2010, tem sido claro que não há nenhum amor perdido entre ele e Bruxelas. Ele aproveita praticamente todas as oportunidades que tem para repreender os líderes da União Europeia – e eles parecem cada vez mais dispostos a retribuir o favor.

Mas, ultimamente, Orban tem abordado assuntos de um nível totalmente diferente, o que levou os partidos de oposição a avisarem que ele está tramando tirar a Hungria da União Europeia por completo. E, embora a sua posição sobre a questão não estar clara, há muitos sinais de que ele está ansioso para rever o status da Hungria no seio da União Europeia. 

20 de jul. de 2022

Hungria: Orbán causa furor após seu partido aprovar legislação para enfraquecer a influência da União Europeia no país

Viktor Orban primeiro-ministro húngaro



EXP, 20/07/2022 



Por Katherine McPhillips 



O partido governista de direita da Hungria votou na terça-feira para enfraquecer os poderes do Parlamento Europeu. Este projeto de lei reduziria a capacidade da União Europeia de implementar leis na Hungria e poderia minar o poder da União.

Parlamentares do partido de extrema-direita Fidesz, liderado pelo primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, votaram uma resolução que reduziria os atuais poderes do Parlamento Europeu. O projeto de lei foi aprovado com 130 votos a favor e 50 contra no parlamento de 234 assentos.

A nova proposta húngara eliminaria as eleições democráticas no Parlamento Europeu e faria com que os governos nacionais selecionassem representantes legislativos.

16 de mai. de 2022

Hungria bloqueia embargo da UE contra a energia russa




Euronews, 16/05/2022 



O acordo ao nível dos ministros europeus dos negócios estrangeiros permanece distante.

A Hungria continua a bloquear o embargo petrolífero contra a Rússia, praticamente duas semanas após a Comissão Europeia ter apresentado a proposta de redução gradual da compra de petróleo a Moscovo.

Budapeste quer mais investimentos europeus para a construção de infraestruturas incluindo novos oleodutos para compensar as perdas.

10 de mar. de 2022

Sérvia e Hungria proíbem exportação de grãos em meio a crise econômica inflacionária gerada pela guerra russo-ucraniana

Imagem arquivo Finacial Times




Euronews, 10/03/2022 



Sérvia proíbe as exportações de cereais, farinha e óleo 


A Sérvia proibiu, a partir desta quinta-feira, a exportação de trigo, farinha, milho e óleo para países europeus. O objetivo é proteger o mercado interno numa altura em que os preços dos cereais se inflamam por causa da guerra na Ucrânia, o "celeiro da Europa".

Uma medida protecionista que o presidente, Aleksandar Vucic, explica desta forma: "Num dia tivemos um pedido para um quarto das nossas reservas totais, a procura de cereais na região é enorme, os preços explodiram, todos têm de fornecer pão à sua população. Foi por isso que aplicámos essa medida".

A Sérvia exporta trigo principalmente para a região. Países como a Albânia e Bósnia Herzegovina dependem fortemente das importações de trigo da Sérvia e Hungria, os dois países que anunciaram restrições.

18 de set. de 2022

UE recomenda suspensão de 7,5 mil milhões de euros de ajuda à Hungria




Euronews, 18/09/2022 



A União Europeia recomenda suspender cerca de 7,5 mil milhões de euros de ajuda à Hungria devido a preocupações sobre má gestão de fundos.

Está em causa o recuo democrático e a possível má gestão do dinheiro da UE.

O Comissário do Orçamento,  Johannes Hahn disse: "A Comissão propõe uma suspensão de 65% das autorizações para três programas operacionais sobre a política de coesão num montante estimado em 7,5 mil milhões de euros, o que representa mais de um terço da dotação da Hungria para a coesão e a proibição de celebrar compromissos jurídicos com o chamado interesse público".

12 de set. de 2018

União Europeia com a ajuda de eurodeputados comunistas húngaros sanciona a Hungria

Política comunista holandesa, principal articuladora da sanção.



Euronews, 12 de setembro de 2018 






"No dia em que o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, defendeu uma Europa mais unida e a proteção do Estado de direito, o Parlamento Europeu votou a favor da abertura do procedimento previsto o Artigo 7 do Tratado de Lisboa contra a Hungria. É a chamada "opção nuclear" e foi uma decisão muito polémica", realçou Sandro Sziros, enviado da euronews ao Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

Viktor Orbán é um homem derrotado que, claramente, não foi capaz de defender as suas políticas no discurso de ontem 

– Kati Piri 
Eurodeputada, centro-esquerda, Holanda

30 de nov. de 2022

Comissão Europeia recomenda congelamento de 13 mil milhões de fundos da Hungria




Euronews, 30/11/2022 



A Comissão Europeia recomendou, quarta-feira, o congelamento de 13,3 mil milhões de euros de fundos destinados à Hungria.

O executivo liderado por Ursula von der Leyen pede a retenção de 7,5 mil milhões de euros em fundos de coesão e de 5,8 mil milhões de euros do plano de recuperação e resiliência.

O desbloqueio só poderá acontecer quando as reformas anticorrupção e de promoção da independência judicial sejam, devidamente, implementadas pelo executivo liderado por Viktor Orbán.

17 de set. de 2018

Hungria: Processo disciplinar da UE é complexo e moroso




Euronews, 17 de setembro de 2018 






É complexo e moroso o caminho que poderá levar a sanções contra a Hungria por violação dos valores da União Europeia, nomeadamente a perda do direito de voto no Conselho Europeu.

Estamos muito preocupados com a situação do Estado de direito e concordamos com a análise feita no relatório Sargentini 

– Frans Timmermans Vice-presidente, Comissão Europeia

15 de jul. de 2022

Bruxelas leva Hungria a tribunal por causa de lei anti-LGBTQI: julgamentos espetáculos da UERSS




Euronews, 15/07/2022 



Bruxelas vai levar a Hungria ao Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE). Em causa está uma polémica lei que impede conteúdos LGBTQI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgénero, Queer e Intersexo) em escolas ou canais dirigidos a menores.

O governo juntou medidas contra a pedofilia e contra medidas temas LGBTQI, mas a Comissão Europeia entende que a lei discrimina pessoas com base na orientação sexual e identidade de género.

11 de mar. de 2022

Em meio à guerra na Ucrânia, Parlamento Europeu vota para sancionar Polônia e Hungria por serem “de direita”





LDD, 10/03/2022 




O Parlamento Europeu votou por 478 a 155 a favor da imposição de sanções aos dois países que se opuseram à onda de refugiados e à ameaça russa contra a União Europeia.

O Parlamento Europeu votou esta quinta-feira de manhã a favor da imposição de sanções à Hungria e à Polónia, os seus dois Estados-Membros que mais têm ajudado a Ucrânia face à invasão russa e que acolhem o maior número de refugiados ucranianos desde 24 de fevereiro.

A razão? A Comissão Europeia, que se tornaria o Poder Executivo do bloco comunitário, garante que os governos húngaro e polonês aprovaram leis de "direita" que vão contra a Carta Orgânica da União Europeia. São leis contra a doutrinação de gênero nas escolas, leis para combater notícias falsas e controles sobre a imigração ilegal.

29 de nov. de 2018

Parlamento Europeu pede à Hungria que extradite Gruevski




Euronews, 29 de novembro de 2018 






O Parlamento Europeu pediu ao governo da Hungria, na quinta-feira, que extradite o ex-primeiro ministro da Macedônia, Nicola Gruevski.

O ex-líder macedônio foi condenado a dois anos de prisão por corrupção, mas fugiu para a Hungria, há duas semanas, onde lhe foi concedido asilo político.

O governo de Budapeste, cujo líder, Viktor Orbán, é muito próximo de Nicola Gruevski, negou ter ajudado o político a fugir da justiça do seu país.

8 de set. de 2016

Bálcãs - “As tensões nos Bálcãs é um sério risco para a Hungria”, advertiu a União Europeia

Bálcãs


B92, 08 de setembro de 2016. 



As crescentes tensões nos Bálcãs Ocidentais representam um sério risco para a Hungria, disse o ministro húngaro dos negócios estrangeiros Peter Szijjarto. 

Segundo ele, é por isso que a integração desses países a União Europeia deve ser acelerada, incluindo a conclusão das negociações de adesão com a Sérvia em 2020. 

A Agência MTI húngara informou que Szijjarto, que falou durante o Fórum Estratégico de Bled, na Eslovênia, também disse que, devido “às disputas fronteiriças em curso, a ascensão do extremismo religioso aumentou a ameaça do terrorismo na região vizinha ao sul-oriental da União Europeia, e não é impossível que a Europa veja uma nova onda de imigração excessiva. É por isso que a instabilidade nos Bálcãs Ocidentais constitui um grave risco de segurança para a Hungria”, disse ele, observando que “se a região permanecer instável, uma grande onda de imigrantes podem vir facilmente e invadir por meio dela e chegar a fronteira sul da Hungria em questão de horas”. 

28 de abr. de 2022

União Europeia aciona procedimento contra Hungria




Euronews, 27/04/2022 



A Comissão Europeia acionou esta quinta-feira o procedimento formal contra a Hungria que pode levar à suspensão ou redução do pagamento de fundos europeus.

A medida surge no quadro do novo mecanismo de condicionalidade ao respeito pelo Estado de Direito do bloco dos 27.

notificação formal que marca o início do processo. A notificação abre uma ronda de negociações e o Governo de Viktor Orbán tem dois meses para dar explicações e propor soluções.

5 de mar. de 2016

A Grande Muralha da Europa – Hungria divide o continente em dois com uma cerca enorme para parar o fluxo de imigrantes




ExpressUK, 05 de março de 2016.




Por Nick Gutteridge 



“A Hungria está se preparando para dividir a Europa em dois, através da construção duma enorme rede de cercas ao longo de toda sua fronteira sul, em uma tentativa desesperada de parar o fluxo de imigrantes ilegais”, Por Nick Gutteridge.

Prudentemente o Primeiro Ministro Viktor Orbán anunciou hoje planos para construir 280 milhas de barreiras de arame farpado que irá selar o seu país para fora da Europa Meridional. 

O muro vai juntar-se com aqueles atualmente implantados ao longo das fronteiras da Hungria com a Sérvia e a Croácia, para criar uma barreira impenetrável para os imigrantes que se dirigem para o norte, para Alemanha e Escandinávia. 

24 de mai. de 2022

Estado de emergência na Hungria




Euronews, 24/05/2022 



O primeiro-ministro da Hungria anunciou o estado de emergência no país por causa da guerra na fronteira com a Ucrânia.

A decisão foi anunciada da conta do Facebook de Viktor Orbán, poucas depois do parlamento ter aprovado uma emenda constitucional que abriu a possibilidade de anunciar a medida.

Orbán revelou que o estado de emergência entra em vigor esta quarta-feira. Disse que "o mundo está à beira de uma crise económica devido à guerra e às sanções da União Europeia" e que "a Hungria deve manter-se fora do conflito e proteger a segurança financeira das suas famílias".

2 de fev. de 2017

Húngria: Putin e Orban juntos no desafio às sanções da Europa




Euronews, 02 de fevereiro de 2017. 



Um forte vento de leste sopra em Budapeste. É desta forma que é interpretada por uma parte dos húngaros e também pelas elites europeias a visita de Vladimir Putin à Húngria. Viktor Orban, o primeiro-ministro, conhecido por posições contrárias a direção europeia, tem multiplicado as ações de aproximação ao vizinho russo.

“Viktor Orban começou a sua carreira ordenando a retirada das tropas do exército vermelho da Húngria. Agora, o governo deste mesmo homem inaugura uma estátua a essas mesmas tropas”, diz um húngaro, chocado com a enorme estátua inaugurada em memória dos soldados russos no centro de Budapeste.

17 de mai. de 2017

Parlamento Europeu aprova resolução contra a Hungria

O pró-russo pseudonacionalista Viktor Orbán



Euronews, 17 de maio de 2017. 



Por Isabel Marques da Silva



O Parlamento Europeu decidiu abrir um procedimento contra a Hungria por deterioração do Estado de direito. A resolução obteve 393 votos a favor, 221 contra e 64 abstenções.

A decisão do plenário, quarta-feira, em Estrasburgo (França), visa levar à invocação do artigo 7 do Tratado da União Europeia, cuja sanção máxima é a suspensão dos direitos de voto do Estado-membro no Conselho Europeu.

Uma eurodeputada luxemburguesa do centro-direita, Viviane Reding, disse que “há cada vez mais pessoas fartas com a situação. Não se trata de erros isolados, mas de uma violação sistemática dos valores. Valores que são pilares não apenas da União Europeia mas, sobretudo, do nosso partido”.

4 de mai. de 2016

Hungria e Polónia consideram que multas para quem recuse pedidos de asilo são "inaceitáveis"


Prólogo. 

No tocante a Viktor Orbán, eu sei que ele o faz não por patriotismo, mas por conveniência política para a crise política que a União Europeia enfrenta, e uma ainda maior, a qual deverá enfrentar. Orbán tem 10 bilhões de motivos para poder ser contra as quotas de refugiados, mas não por motivos nobres creio eu. Já a Polônia, para mim torna-se uma incógnita, pois o país faz parte da OTAN, e para que possa manter-se segura, precisa se entender com os seus homólogos europeus, mesmo se tratando de psicopatas suicidas que aceitam de modo indiscriminado estrangeiros na zona de Schengen. A integração dos países da Europa Oriental pode não significar nada para os avarentos, mas num sentido de estabilidade, no pós-guerra, torna-se uma questão imprescindível que eles se mantenham do lado ocidental. No entanto, conforme o Oriente Médio arde em chamas, o fluxo de refugiados não para, e a crise política na União Europeia se estende. A Polônia deve ser prudente, rejeitar quotas impositivas, mas afastar-se de Orbán e dos russos. Ou não dar margem para que eles lhes estendam a mão.




SIC, 04 de maio de 2016.

A Hungria e a Polónia, contrárias ao sistema europeu de quotas para o acolhimento de refugiados, consideraram hoje que as multas propostas por Bruxelas para os países que recusem pedidos de asilo são "chantagem", "inaceitáveis" ou "uma piada".A Comissão Europeia propôs hoje que os Estados-membros da União Europeia (UE) que recusem aceitar a quota de refugiados que lhe foi atribuída sejam obrigados a pagar uma "contribuição solidária" de 250.000 euros por cada pedido de asilo rejeitado.
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