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9 de dez. de 2018

Por que o Irã Banca Terroristas Palestinos?

Gatestone, 08 de dezembro de 2018 







  • O recado que o Irã está dando às famílias palestinas é o seguinte: "se vocês querem dinheiro e uma vida boa, mandem seus filhos morrerem na fronteira de Israel." Trata-se de uma mensagem com alta probabilidade de ecoar nos confins do mundo árabe, muito além dos palestinos.
  • O objetivo declarado da conferência patrocinada pelo Irã, o Fórum Mundial para a Proximidade das Escolas Islâmicas de Pensamento, é forjar a união dos muçulmanos. Para os iranianos e suas milícias, a unidade islâmica é pré-requisito para o avanço do objetivo final de remover o "tumor cancerígeno" (Israel) da face da Terra. O Irã não mede esforços para alcançar esse objetivo.
  • Se não fosse pelo apoio iraniano, a organização terrorista xiita libanesa Hisbolá não estaria apontando dezenas de milhares de foguetes e mísseis na direção de Israel. Se não fosse pelo apoio militar e financeiro iraniano, o Hamas, a Jihad Islâmica e outros grupos terroristas não teriam condições de disparar mais de 500 projéteis contra Israel num espaço de 24 horas, como ocorreu no mês passado.
  • Para que não paire nenhuma dúvida no ar: o Irã quer que os palestinos se explodam, o Irã quer varrer Israel do mapa e, se pudesse também varreria os EUA do mapa, conforme sugere seu expansionismo na América do Sul.
  • Ao que tudo indica, há mulás no Irã que não veem a hora da previsão de Khamenei sobre a destruição de Israel em 2040 se tornar realidade. O dinheiro iraniano prometido às famílias destina-se a incentivar mais árabes e muçulmanos a mandarem seus filhos lançarem ataques com foguetes contra Israel e atirarem pedras e bombas incendiárias contra os soldados israelenses.


Consoante com os preceitos da política de longa data de bancar qualquer um que queira destruir Israel ou matar judeus, o Irã decidiu dar dinheiro às famílias de palestinos da Faixa de Gaza mortos durante ataques desferidos contra Israel. A decisão se refere aos palestinos que forem mortos enquanto atacam soldados israelenses durante as manifestações que ocorrem todas as semanas, patrocinadas pelo Hamas, ao longo da fronteira entre Gaza e Israel. As manifestações começaram em março de 2018 sob o lema: "Marcha do Retorno".

8 de jun. de 2017

Aceitar o Terrorismo Islâmico como o Novo Normal?

Gatestone, 08 de junho de 2017. 






  • "O uso do terrorismo segundo essa doutrina", (Targhib wal tarhib "sedução e terrorismo") "é uma obrigação legítima da sharia." — Salman Al Awda, um dos principais xeques muçulmanos, no programa "Sharia e Vida" da TV Al Jazeera.
  • Partes do Tarhib ou seja, da "aterrorização", dessa doutrina é mostrar um exemplo cruel do que acontece com quem não cumpre os requisitos do islamismo. Essa é a razão pela qual países muçulmanos como a Arábia Saudita e o Irã e entidades como o ISIS intencionalmente realizam cerimoniais públicos de decapitações, flagelação e amputação de membros.
  • A jihad islâmica sempre contou com pessoas em terras conquistadas para que mais cedo ou mais tarde se rendessem, desistissem e aceitassem o terrorismo como parte da vida, como os desastres naturais, terremotos e inundações.

Quando ocorrem ataques terroristas, é comum ouvirmos da mídia Ocidental e da classe política que devemos aceitar os ataques terroristas como o "novo normal."

Para os cidadãos do Ocidente esta é uma frase perigosa.

A doutrina islâmica da jihad, expansão e Dawah (divulgação do Islã, proselitismo) dependem pesadamente do uso do terrorismo e da sedução. Targhib wal tarhib é uma doutrina islâmica que significa "seduzir (atrair) e aterrorizar" como ferramenta para a Dawah para conquistar nações e forçar os cidadãos a se sujeitarem à Lei Islâmica (Sharia). Isso equivale à manipulação das partes instintivas do cérebro com pressões opostas extremas de prazer e dor - recompensadoras e punições exemplares - para a lavagem cerebral para a aceitação do Islã.

17 de nov. de 2023

Enquanto o Irã trava uma guerra de procuração com Israel Biden cogita dar US$ 10 bilhões ao regime




FP, 17/11/2023 



Por Robert Spencer 



Quando você não consegue deixar mais claro qual é a sua posição na guerra Hamas-Israel.

O velho Joe Biden não conseguiria deixar mais claro qual é a sua posição na guerra Hamas-Israel se gritasse “Allahu akbar” e se explodisse no meio de uma multidão de judeus.

17 de abr. de 2016

Líder muçulmano da Austrália: “ Liderem os exércitos de chumbo do Jihad que vão conquistar a Europa e a América.”.

“Noventa anos atrás, uma centena de quilômetros daqui, no Parlamento turco, alguns traidores de entre os filhos da nação islâmica, alguns descendentes de maçons e judeus, mataram suas mães, e aboliram ao nosso Califado, e baixaram a nossa bandeira do Islã. Hoje, noventa anos depois, vocês estão aqui, perto do Parlamento, comprometendo-se perante Alá para restaurar o califado, e levantar a bandeira, para restaurar a Xaria, e para unir a nação islâmica, e liderar os exércitos do Jihad que irá conquistar a Europa e a América, para que reine a palavra suprema de Alá.”. 
Não, o que é isso! Isso não tem nada a ver com o Islã, oh!
Este imperativo imperialista, no entanto, frequentemente é enunciado por líderes muçulmanos, e está sendo ignorado constantemente pelos analistas ocidentais. 



“Líder islâmico australiano Ismail A-Wahwah convoca na Conferência do Califado em Ancara, na Turquia os servos para que liderem ‘os exércitos’ do Jihad que vão conquistar a Europa e a América”. 


MEMRI, 06 de março de 2016. (Graças a Jihad Watch Por Robert Spencer)



                                    

Falando em 6 de março em uma “conferência do califado” em Ancara, Turquia, Ismail Al-Wahawah, porta-voz da seção australiano da Hizb ut-Tharir, convocando os assistentes para liderar “os exércitos do Jihad que irão conquistar a Europa e a América”. Wahawah advertiu a multidão turca para não confiar na América, e na Europa, e na OTAN, porque são todos inimigos cujo “coração é negro”. O discurso foi colocado na Internet pelo Hizb ut-Tharir, bem como pela revista Koklu Degisim, que organizou a conferência.  

29 de jul. de 2022

A identidade do terrorista que explodiu o carro-bomba na Embaixada de Israel em 1992 e matou 22 argentinos foi revelada




LDD, 28/07/2022 



De acordo com a reportagem do Mossad, trata-se de Muhammad Nur Al-Din, um libanês de 24 anos que foi recrutado no Brasil e entrou no país pela Tríplice Fronteira.

Esta semana, o Mossad , a agência de inteligência israelense, concluiu uma longa investigação sobre os autores intelectuais e materiais dos dois grandes ataques que o jihadismo cometeu em solo argentino: o  ataque contra a Embaixada de Israel  foi perpetrado em 17 de março de 1992 com um saldo de  29 mortos  e 242 feridos. Enquanto isso, o  ataque à sede da AMIA em 18 de julho de 1994  matou 85 pessoas  e feriu cerca de 300 pessoas.

Embora o governo israelense permaneça relativamente discreto sobre as conclusões, um vazamento revelado pela mídia Infobae sobre o ataque contra a Embaixada de Israel fornece uma informação fundamental: a identidade e a imagem do motorista suicida.

22 de jun. de 2017

Revisão do livro de Ibn Warraq: O Islamismo no Terrorismo Islâmico





Gates of Vienna, 21 de junho de 2017 



Por Fjordman (graças a Baron Bodissey). 




O mundo está testemunhando uma enorme onda de ataques terroristas islâmicos. Não se passa uma única semana sem um ataque terrorista em algum lugar do mundo. Às vezes, muçulmanos militantes realizam várias atrocidades mortais em um único dia. 

A Europa e o mundo ocidental também estão sendo alvos cada vez mais de tal terror tão mortal. Os políticos e os meios de comunicação são rápidos em afirmar que os ataques assassinos perpetrados por militantes muçulmanos não têm nada a ver com o Islã. O estimado autor Ibn Warraq refuta essa afirmação falsa em seu novo livro O Islã no Terrorismo Islâmico: A importância das Crenças, Ideias e Ideologia. 

19 de out. de 2016

Palestinos: "Vocês Nos Enchem de Orgulho. Vocês Mataram Judeus!"

Gatestone, 19 de outubro de 2016. 



Por Bassam Tawil



  • Abu Sbeih já é considerado o "herói" mais recente por muitos palestinos e não apenas por sua família. Ele está sendo festejado como um homem "corajoso" e um "herói" porque ele acordou de manhã, pegou um fuzil automático M-16 e saiu com o intuito de matar o maior número possível de judeus.
  • Esses chamamentos estão sendo feitos não só pelos grupos extremistas Hamas e Jihad Islâmica, mas também pelos líderes "moderados" como o Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas e sua facção Fatah.
  • "Nós abençoamos cada gota de sangue derramada por Jerusalém, que é sangue limpo e puro, sangue derramado em nome de Alá, se Alá o assim desejar. Cada mártir alcançará o paraíso e todos os feridos serão recompensados por Alá" − Mahmoud Abbas, líder palestino.
  • Uma vez possuidores de carteiras de identidade israelense eles ainda têm o direito de dirigir carros com placas de Israel, e foi o que Abu Sbeih fez aproveitando-se disso para desferir o ataque em Jerusalém. Sua família é proprietária de pelo menos dois imóveis na cidade e é considerada de classe média. Mesmo assim, isto não impediu que Abu Sbeih se engendrasse em sua missão assassina. Isso também não impediu que os membros de sua família comemorassem o ataque.
  • Este é o resultado inevitável -- assim como ocorreu na inquisição espanhola, revolução francesa, genocídio turco dos armênios, Ruanda, Darfur ou Alemanha nazista -- da intoxicação de um povo.



A família de Musbah Abu Sbeih diz estar "muito orgulhosa" com o que seu filho de 40 anos de idade fez. Assim também se sentem os palestinos que representam todas as camadas da sociedade palestina. Integrantes de sua família, incluindo pais e filha, apareceram em duas emissoras de TV para acompanhar o desenrolar dos acontecimentos e elogiar Abu Sbeih. Eles chegaram a sair nas ruas para distribuir doces, cheios de júbilo pelo ataque terrorista por ele cometido em Jerusalém nesta semana, que resultou na morte de uma avó de 60 anos e um policial de 29.

25 de out. de 2023

Chefe do Hezbollah se encontra com lideranças do Hamas




IP, 25/10/2023 



Altos funcionários dos grupos militantes palestinos da Jihad Islâmica e do Hamas, mantiveram conversações com o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, sobre como alcançar uma “vitória real” em sua guerra com Israel, disse o grupo libanês na quarta-feira.

A declaração do Hezbollah não especificou quando ou onde Nasrallah se encontrou com o número dois do Hamas, Saleh al-Aruri, e com o líder da Jihad Islâmica, Ziad Nakhaleh, além de dizer que foi em um local não revelado no Líbano.

16 de jan. de 2024

Porque os Líderes Cristãos Ignoram os Ataques às suas Comunidades




Gatestone, 14/01/2024



Por Bassam Tawill



Em 26 de dezembro, o grupo terrorista libanês do Irã, Hisbolá, atacou a Igreja Greco-Católica de Santa Maria em Iqrit, no norte de Israel. Um míssil antitanque teleguiado disparado do Líbano atingiu em cheio a igreja, ferindo gravemente um civil de 85 anos. Nove soldados israelenses que de imediato correram para resgatar o fiel foram feridos por um segundo ataque com mísseis. O Hisbolá se vangloriou do ataque e publicou um vídeo dos seus mísseis atingindo a igreja.

O ataque não provocou nenhuma resposta de nenhuma expressiva organização cristã no Ocidente. Em contrapartida, o Papa, mais do que depressa, condenou o assassinato de duas mulheres cristãs na Faixa de Gaza, insinuando hipocritamente, que Israel foi o responsável.

19 de fev. de 2019

Bélgica Saúda o Multiculturalismo

Gatestone, 18 de fevereiro de 2019 






  • O documento realça que os textos usados pregam que os gays sejam apedrejados até a morte ou jogados do alto dos edifícios e pintam os judeus como "pessoas corruptas, más e traiçoeiras"... Os textos, continua o documento... pregam a "guerra" contra todos aqueles que não seguem o Islã sunita — Trecho extraído de um recente documento do Serviço de Segurança do Estado da Bélgica.
  • "O princípio mais importante da jihad é combater os infiéis e os agressores... A jihad armada se torna um dever individual de todo muçulmano." — Trecho extraído de um manual de ensino usado nas mesquitas belgas, segundo um relatório vazado da inteligência.
  • Tais manuais, ressalta o relatório, estão profusamente disponíveis "graças aos ilimitados meios financeiros e tecnológicos da máquina de conversão da Arábia Saudita e de outros países do Golfo". Os manuais, segundo o documento, foram encontrados não apenas na Bélgica, mas também em países vizinhos.


5 de jun. de 2018

Imã crítico do Islã é banido do Facebook por zombar do Hamas e dos "pacíficos protestos palestinos"




EVM, 05 de junho de 2018 



Cada vez mais, aqueles que criticam os terroristas da jihad e as práticas anti-sharia dos direitos humanos, anti-democráticos serão punidos pelos guardiões da Sharia que operam descaradamente nos países ocidentais.

Imam Tawhidi diz…

sua página no Facebook foi banida depois que ele fez um post zombando do grupo terrorista Hamas, e falando em termos sarcásticos sobre “protestos pacíficos palestinos”.

15 de abr. de 2016

Espanha: Cursos sobre o Islã em Escolas Públicas Portão de Entrada para o Islã Radical?

Gatestone, 15 de Abril de 2016.


  • As diretrizes para o ensino do Islã em escolas públicas, redigidas pela Comissão Islâmica da Espanha e aprovadas pelo Ministério da Educação, tem como objetivo despertar o fervor religioso e promover a identidade islâmica nos muçulmanos jovens na Espanha.
  • As diretrizes, que vislumbram o ensino de todos os aspectos da doutrina islâmica, cultura e história, são salpicadas com a terminologia "politicamente correta"... mas o objetivo como um todo é claro: doutrinar jovens com a visão de mundo islâmica.
  • De acordo com as diretrizes, os alunos do pré-primário (de 3 a 6 anos de idade) deverão estudar a profissão-de-fé islâmica, a Shahada, que assevera que "não há outro Deus a não ser Alá e que Maomé é o seu Mensageiro". A Shahada é o portão de entrar para o Islã: para alguém se tornar muçulmano basta repetir a Shahada três vezes na frente de uma testemunha. As crianças também serão estimuladas a "repetir, através de diferentes formas de expressão, os valores observados por Maomé".
  • No ensino fundamental (de 6 a 12 anos), as diretrizes exigem que as crianças "reconheçam Maomé como o último profeta enviado por Alá e aceitem-no como o mais importante dos profetas".

9 de abr. de 2016

Nascido no Reino Unido recrutador do Estado Islâmico exorta os jovens muçulmanos a aderir ao Jihad

As autoridades ocidentais insistem que os muçulmanos nascidos em nossos países vão aprender nossos valores e assimilá-los. Muçulmanos nascidos em nossos países mantêm-se provando que eles estavam errados. As autoridades nunca percebem isso. 





Ensaísta online nascido em Middlesbrough era um recrutador para o Estado Islâmico e exortava os jovens muçulmanos a aderir ao Jihad 


Gazette Live, 07 de abril de 2016 (Por Pâmela Geller)



 Por James Cain.


Um homem nascido em Middlesbrough está sendo acusado de ter tido um papel fundamental no recrutamento para o Estado Islâmico online para persuadir os jovens a desobedecerem aos seus países e se juntarem a Jihad. 

Mohammed Fakhri Al-Khabass, de Marton, foi tido pela sua universidade sudanesa como tendo “desempenhado um papel importante” para persuadir dois grupos de britânicos a seguir sua liderança para a Síria no ano passado. 

10 de nov. de 2016

Imperialismo Muçulmano Chega às Nações Unidas

Gatestone, 10 de novembro de 2016. 





  • A UNESCO juntou forças com o Estado Islâmico. Os fundamentalistas já contam com uma nova arma: resoluções aprovadas pelos subservientes órgãos internacionais.
  • Um atraso anterior, fora a oposição da diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, haviam despertado esperanças que esta atitude jihadista, bárbara, injusta e francamente de um chauvinismo arrogante poderia ser rejeitada. Mas não foi. Agora uma nova mentira foi sancionada pela maior e mais irresponsável organização do planeta, cuja função é a de preservar lugares consagrados e não de distorcê-los.
  • As mentiras utilizadas pela UNESCO para reescrever a história, apagando todos os vestígios do judaísmo e do cristianismo em favor de uma fantasia extravagante do jihadismo islâmico já estavam em andamento em 2015. A UNESCO, fraudulentamente, renomeou dois milenares lugares bíblicos judaicos: o Túmulo de Raquel e o Túmulo dos Patriarcas como lugares islâmicos. Historicamente, o Islã sequer existia até o século VII.
  • Esta é a história do Islã, como se apodera − tanto por meio da jihad violenta quanto da jihad light (usurpando a história, a migração "Hégira", infiltração política e cultural) e intimidação (jihad light com a ameaça velada da jihad violenta). O mais triste é que muitas vezes, assim como nesta votação, isto é imposto com a cooperação e a submissão voluntária do Ocidente.
  • Antes que as Nações Unidas, com seus blocos de votação autoritários, antidemocráticos, terminem de erradicar a civilização ocidental judaico-cristã, o que ela está claramente tentando fazer, vale dizer que já está mais do que na hora das democracias ocidentais saírem correndo, não simplesmente andando, antes que ela lhes cause ainda mais danos, como certamente promete fazê-lo.

15 de mar. de 2016

Paquistão: Principais organizações muçulmanas dizem que lei que protege as mulheres de abuso sexual é anti-islâmica.

Os maus tratos as mulheres é universal, e está em todas as culturas, mas somente no Islã é dada uma sanção divina, tanto no Alcorão quanto no exemplo do seu profeta Maomé. 
 “Os homens têm autoridade sobre as mulheres porque Alá fez um ser superior ao outro, e porque eles gastam suas riquezas para mantê-las. Boas mulheres são obedientes. Elas guardam os membros em oculto porque Alá tem guardado todos eles. Quanto àquelas de quem temes a desobediência, admoestá-las e envie-as para camas separadas e as espanque.” Alcorão 4 -34.
Maomé “me bateu no peito, e me causou dor, e então disse: você acha que Alá e seu apostolo lhe trataria injustamente?” – Aisha (Sahih Muçulmano 2127). 



Grupos religiosos paquistaneses dizem que a lei que protege as mulheres de abuso é anti-islâmica


Reuters, 15 de Março de 2016. (Graças a Jihad Watch Por Rober Spencer.)






Uma  conferência com diversas partes convidadas pelo mais antigo partido político islâmico do Paquistão e como presença de grupos religiosos poderosos, pediu ao governo na terça-feira para retirar uma lei “anti-islâmica”, que dá proteção sem precedentes para as mulheres vítimas de violência. 

1 de jun. de 2017

Você sabe o que é a Irmandade Muçulmana?





Epoch Times, 01 de junho de 2017. 






É importante saber que o Hamas é a Irmandade Muçulmana na Palestina. Essa organização hierárquica e sacerdotal, que tem sua base principal no Egito, foi aquela que elegeu Mohamed Morsi em 2012. Morsi, conquanto tenha chegado ao poder via eleições, logo quis subordinar as leis do país à sharia, conferindo-se poderes faraônicos acima da incipiente Constituição egípcia. Como reação a tais pretensões autocráticas, cerca de 30 milhões de pessoas saíram às ruas de todas as cidades do Egito em 30 de junho de 2013, na maior manifestação social de toda a história. Para ter uma ideia do que foi esse processo é muito importante assistir o excelente documentário The Square.

30 de abr. de 2019

Nigéria: Jihad contra os Cristãos

Gatestone, 29 de abril de 2019




Por Uzay Bulut 





  • A atual violência, que vem piorando desde o início de 2017, "é um tanto diferente, na medida em que se configura em uma série de ataques dirigidos contra comunidades cristãs cujo objetivo é expulsar os agricultores e tomar as terras para os pastores." — Nathan Johnson, International Christian Concern, Diretor Regional para a África.
  • "Os cristãos da Nigéria são tratados como cidadãos de segunda categoria nos doze estados do norte onde a Lei Islâmica (Sharia) rege. Eles são vitimizados das mais diferentes maneiras. Meninas cristãs são raptadas e forçadas a se casarem com muçulmanos. Pastores são sequestrados para pedir pagamento de resgate. Igrejas são profanadas ou totalmente destruídas." — Nathan Johnson.
  • "O governo nigeriano e a comunidade internacional... desde o início fizeram muito pouco para resolver a situação. Essa falta de participação não causa espanto: eles sequer reconhecem as raízes do problema, a saber: a intolerante ideologia da jihad. Como resultado, o número de cristãos mortos só aumenta e pelo andar da carruagem provavelmente continuará avançando exponencialmente, até que essa realidade não seja apenas reconhecida, mas abordada." — Raymond Ibrahim, escritor e especialista em Oriente Médio.

30 de out. de 2016

A Nova Polícia da Sharia na França

Gatestone, 30 de outubro de 2016. 



Por Yves Mamou


  • As instituições francesas estão sacrificando uma liberdade pela outra? O princípio da igualdade entre homens e mulheres está sendo sacrificado em nome da liberdade religiosa (Islã) para que ela possa impor seus ditames sobre a sociedade francesa?
  • Caso haja alguém que ainda não percebeu que o código de vestimenta islâmico é o cavalo de Troia da jihad islâmica, vai aprender rapidinho.
  • Já faz anos que os "big brothers" têm obrigado suas mães e irmãs a usarem véus ao saírem de casa. Agora que esta fase está concluída, eles começaram a importunar as mulheres não muçulmanas que usam shortinhos e saias − já não somente nos sensitivos enclaves muçulmanos, as tais "zonas proibidas" dos bairros mais afastados, onde as mulheres já não se atrevem a usar saias − mas agora também no coração das grandes cidades.
  • Ao que tudo indica, muitas pessoas não sabem que no coração de Paris, um muçulmano pode insultar uma mulher por ela beber um refrigerante na rua e que ele é atendido primeiro nas lojas, antes das mulheres.
  • Muitos evidentemente ainda não sabem que o Islã é uma religião e um movimento político em guerra com o Ocidente − com a flagrante intenção de subjugar o Ocidente. O que deve ser respondido à altura. O problema é que toda vez que é respondido à altura, os extremistas muçulmanos se apressam em se proteger sob a égide da liberdade religiosa.

O Conselho de Estado, o tribunal de última instância da França, decidiu que, para que haja liberdade de religião, o burquíni não pode ser proibido. A princípio a decisão parecia fazer sentido: por que as pessoas deveriam ser proibidas de usarem o que bem entendessem e quando o assim desejassem? Entretanto, o que não salta aos olhos agora é que o mal virá depois.

21 de fev. de 2018

Turquia Ameaça Invadir a Grécia

Gatestone, 21 de fevereiro de 2018. 



Por Uzay Bulut



  • O partido do governo da Turquia e até grande parcela da oposição parece inclinada, para não dizer obcecada, com a invasão e conquista dessas ilhas gregas, sob a alegação de que elas na realidade são território turco.
  • "O que fizemos até o presente momento não é nada se comparado com as investidas e ataques ainda maiores que estamos planejando para os próximos dias, inshallah (se Alá assim o desejar)" - Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdoğan, 12 de fevereiro de 2018.
  • O chefe do Conselho Administrativo para Assuntos Religiosos, financiado pelo Estado Diyanet retrata abertamente a recente invasão militar turca em Afrin como "jihad." A denominação faz sentido se considerarmos que os turcos muçulmanos devem sua maioria demográfica na Ásia Menor a séculos de perseguição e discriminação turca contra os habitantes cristãos, yazidis e judeus da região.

Em um incidente ocorrido há menos de duas semanas, após o Ministério da Defesa da Grécia ter divulgado um comunicado segundo o qual a Turquia havia violado 138 vezes o espaço aéreo grego em um único dia, em 13 de fevereiro uma embarcação da guarda costeira turca abalroou uma embarcação da guarda costeira grega no litoral de Imia, uma das muitas ilhas gregas sobre as quais a Turquia reivindica soberania.

28 de mar. de 2016

Jihad em Bruxelas

Gatestone, 28 de março de 2016. 








  • "O Islã faz parte da Europa... Eu não tenho medo de dizer que o Islã político deveria fazer parte da cena européia". — Federica Mogherini, Alta Representante da UE para Política Externa e Segurança.
  • A narrativa Ocidental representa uma recusa total em examinar as doutrinas do Islã, devido ao receio de ofender os muçulmanos. Essa recusa não é um fenômeno puramente europeu. A Administração Obama ordenou a remoção de material didático que grupos islâmicos consideravam ofensivos.
  • Um aspecto crucial da sharia que o Ocidente se recusa a interiorizar é a obrigatoriedade de respeitar e por em ação a jihad, tanto violenta quanto não violenta.
  • "O fator mais importante é a cultura de negação da Bélgica... Observadores que apontam para as verdades desagradáveis como a alta incidência de criminalidade entre os jovens marroquinos e a propensão à violência no Islã radical, são acusados de propagandistas da extrema-direita, sendo subsequentemente ignorados e mal vistos". — Teun Voten, antropólogo cultural holandês que residia na região muçulmana de Bruxelas entre 2005 e 2014.
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