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23 de dez. de 2016

Barack Obama acaba com sistema que identificava homens árabes e muçulmanos nos EUA

Os defensores dos direitos civis consideram o programa discriminatório, os terroristas agradecem




Observador, 22 de dezembro de 2016. 



A administração de Barack Obama divulgou que decidiu acabar com um sistema de vigilância usado após os atentados de 11 de setembro que permitia identificar homens árabes e muçulmanos nos EUA.

A administração de Barack Obama divulgou, esta quinta-feira, que decidiu acabar com um sistema de vigilância usado após os atentados de 11 de setembro de 2001 que permitia identificar homens árabes e muçulmanos em todo o território dos Estados Unidos (EUA). Após os atentados terroristas de 2001, Washington decidiu exigir o registo de imigrantes do sexo masculino de países predominantemente muçulmanos junto das entidades federais.

10 de jul. de 2018

Europa: "A Visão é a de um Estado Islâmico"

Gatestone, 10 de julho de 2018 





  • "A crescente religiosidade não é uma expressão de marginalização. Estamos falando de pessoas bem integradas que querem ser religiosas". — Professor Viggo Mortensen.
  • "A visão é a de um Estado Islâmico, uma sociedade islâmica... Os muçulmanos irão preferir um governo baseado na Lei Islâmica (Sharia). Mas a visão para daqui a vinte anos é que a lei da sharia faça parte da Alemanha, que a sharia será institucionalizada pelo próprio estado". — "Yusuf", na série de documentários Falsa Identidade.
  • "Vou selecioná-los a dedo, um de cada vez. Começarei com as pessoas ao meu redor... Se todo muçulmano fizer o mesmo em sua redondeza, dará certo sem nenhum problema... Não se confronta o alemão através da força, é um processo a conta gotas. Haverá confrontos, mas aos poucos os choques diminuirão, as pessoas aceitarão a realidade." — "Yusuf", na série de documentários Falsa Identidade.
  • A Europa ainda existirá mas, assim como ocorreu com o grande Império Bizantino Cristão que agora é a Turquia, ela ainda incorporará a civilização judaico-cristã?

Um levantamento do governo holandês publicado em junho mostrou que os muçulmanos da Holanda estão se tornando cada vez mais religiosos. O levantamento que foi realizado com base em informações de 2006 a 2015 é um estudo sobre mais de 7.249 cidadãos holandeses com raízes marroquinas e turcas. Dois terços dos muçulmanos da Holanda são provenientes da Turquia ou do Marrocos.

10 de dez. de 2017

A verdadeira Resposta Palestina ao Discurso de Trump Sobre Jerusalém

Gatestone, 10 de dezembro de 2017. 



Por Bassam Tawil




  • Ao maquiar a "cerimônia" da queima de pôsteres como reflexo da fúria generalizada dos palestinos quanto à política de Trump em relação a Jerusalém, a mídia internacional está sendo, mais uma vez, cúmplice na disseminação da propaganda dos formadores de opinião palestinos. Os jornalistas, incluindo fotógrafos e cameramen, receberam planilhas detalhadas especificando data e hora das manifestações que teriam lugar em diferentes regiões da Cisjordânia e da Faixa de Gaza.
  • Quando estamos em nossas salas de estar assistindo aos noticiários transmitidos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, por que não nos perguntamos: quantos desses "eventos" não são, de fato, paródias da mídia? Por que os jornalistas se deixam levar pela máquina de propaganda palestina que vomita ódio e violência da manhã até à noite?
  • Já está mais do que na hora de certa autoreflexão por parte da mídia: eles realmente querem continuar servindo como porta-vozes dos árabes e muçulmanos que intimidam e aterrorizam o Ocidente?
  • Não se deixe enganar: os prometidos "rios de sangue" jorram nesse exato momento. No entanto, é a faca de árabes e muçulmanos que corta a garganta dos irmãos árabes e muçulmanos que é a fonte desta torrente vermelha e não uma declaração feita por um presidente dos EUA. Talvez isso possa finalmente ser um evento que vale a pena cobrir pelos itinerantes repórteres da região?

Não mais do que três horas depois que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, telefonou ao presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, para informá-lo sobre sua intenção de transferir a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, um sem-número de fotojornalistas palestinos receberam um telefonema de Belém.

6 de nov. de 2018

O Extermínio da Minoria Cristã do Iraque

Gatestone, 05 de novembro 






  • "Tenho orgulho de ser iraquiano, amo meu país. Mas o meu país não tem orgulho que eu faça parte dele. O que está acontecendo com meu povo (cristão) não é nada menos do que genocídio. Acordem!" — Douglas al-Bazi, Pároco Católico Iraquiano de Erbil.
  • "Entrar em contato com as autoridades nos obriga a nos identificarmos (como cristãos) e não temos certeza se os que nos ameaçam não são os mesmos que estão nas repartições públicas para nos protegerem." − Cristão Iraquiano, explicando porque os cristãos do Iraque não apelam para as autoridades governamentais e pedem proteção.
  • Os currículos escolares patrocinados pelo governo mostram os cristãos autóctones como "estrangeiros" indesejados, embora o Iraque tivesse sido cristão por séculos antes de ser conquistado pelos muçulmanos no século VII.


"Mais uma onda de perseguições aos cristãos do Iraque será jogar uma pá de cal no cristianismo do país após 2 mil anos", ressaltou recentemente um líder cristão iraquiano. Em uma entrevista concedida no início deste mês, o arcebispo caldeu Habib Nafali de Basra ponderou sobre a conjuntura de mais de uma década de violenta perseguição que praticamente exterminou a minoria cristã do Iraque. Desde a invasão liderada pelos EUA em 2003, a população cristã encolheu de 1,5 milhão para cerca de 250 mil, uma queda de 85%. Nesses 15 anos, os cristãos foram sequestrados, escravizados, estuprados e massacrados, por vezes crucificados; em média a cada 40 dias uma igreja ou um mosteiro foi destruído, ressaltou o arcebispo.

19 de fev. de 2018

Europa: Tornando o Islã Grande Novamente

Gatestone, 19 de fevereiro de 2018. 




  • Na Alemanha 47% dos muçulmanos acreditam que a Sharia é mais importante do que a lei alemã. Na Suécia 52% dos muçulmanos acreditam que a Sharia é mais importante do que a lei sueca.
  • Os estudos têm o respaldo de relatórios da inteligência europeia. Na Alemanha as agências de inteligência alertaram no início do outono de 2015: "estamos importando o extremismo islâmico, antissemitismo árabe, conflitos internos e étnicos de outros povos, bem como um entendimento insólito de sociedade e de estado de direito."
  • Um recente estudo belga, no qual 4.734 belgas foram entrevistados, mostrou que dois terços dos belgas têm a sensação que o país está sendo "gradativamente invadido".

"Nós não podemos e nunca teremos condições de acabar com a migração", salientou recentemente o Comissário da UE para Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos. "Essencialmente, todos nós precisamos estar preparados para aceitar a migração, a mobilidade e a diversidade como a nova norma e adaptar as nossas políticas em conformidade com ela".

20 de fev. de 2017

O Verdadeiro Preconceito do Ocidente: Rejeição aos Cristãos Perseguidos

Gatestone, 20 de fevereiro de 2017. 



Por Uzay Bulut



  • Lamentavelmente o Ocidente rejeitou a ideia de solidariedade para com os cristãos do Oriente Médio priorizando a diplomacia baseada em interesses petrolíferos e no conflito árabe-israelense. Assim sendo, os Estados Unidos, Grã-Bretanha e França têm ignorado as perseguições aos cristãos do Iraque, Líbano, Egito e Sudão, ao mesmo tempo em que correm para salvar os países muçulmanos ricos em petróleo como a Arábia Saudita e o Kuwait..." — Hannibal Travis, Professor de Direito, 2006.
  • Cristãos autóctones no Iraque e na Síria não só estão sendo expostos ao genocídio nas mãos do Estado Islâmico (ISIS) e de outros grupos islamitas, como também tiveram seus pedidos de imigração para os países ocidentais postos em segundo plano pela ONU, vergonhosamente, sem causar nenhuma surpresa.
  • Quando alguém levanta a questão dos países ocidentais, tendo em vista os migrantes muçulmanos da Síria e do Iraque sem a devida checagem no tocante aos vínculos jihadistas, ao mesmo tempo em que se deixa para trás as vítimas dos jihadistas, cristãs e yazidis, esse alguém é acusado de ser "intolerante" e "racista". Mas o verdadeiro preconceito está no abandono dos perseguidos e inofensivos cristãos e yazidis do Oriente Médio, principais vítimas do incessante genocídio na Síria e no Iraque.
  • O governo alemão também está rejeitando pedidos de asilo de refugiados cristãos, deportando-os injustamente, segundo um pastor alemão.
  • Quase um terço dos entrevistados disseram que o grosso da discriminação e violência vêm principalmente dos guardas dos alojamentos de descendência muçulmana.
  • Já está mais do que na hora de não só os EUA, mas todos os outros governos ocidentais finalmente enxergarem que os cristãos no Oriente Médio são uma extensão deles próprios.


Finalmente depois de anos de apatia e imobilismo, Washington está estendendo a mão amiga, deveras necessária, aos cristãos do Oriente Médio. O presidente dos EUA, Donald Trump anunciou recentemente que será dada prioridade aos cristãos perseguidos quando se tratar de aplicar o status de refugiado nos Estados Unidos.

Cristãos e yazidis estão sendo expostos ao genocídio nas mãos do ISIS e de outros grupos islâmicos, que estão empenhados em uma campanha de grandes proporções para escravizar as minorias não muçulmanas remanescentes e destruir o seu patrimônio cultural.

4 de fev. de 2023

Armas afegãs de Biden nas mãos de grupo terrorista que planejou ataques nos EUA




FP, 03/02/2023 



Por Daniel Greenfield 



Eles patrulharam o prédio do Capitólio e mataram americanos, agora eles têm nossas armas.

Lashkar-e-Taiba chamou a atenção do mundo durante o massacre de Mumbai em 2008, quando terroristas treinados pelo grupo jihadista financiado por Osama bin Laden desencadearam uma onda de violência na cidade indiana que matou mais de 150 pessoas, incluindo seis americanos.

20 de set. de 2023

Bombas, foguetes e câmaras de tortura: a UE é um narco-estado islâmico




FP, 20/09/2023 



Por Daniel Greenfield 



As gangues de imigrantes muçulmanos que transformaram as cidades europeias.

A menos de uma hora da capital da União Europeia, as gangues travam uma guerra armada nas ruas ou bombardeiam os postos avançados umas das outras. Repórteres criminais, policiais e promotores são subornados ou mortos. Câmaras de tortura são instaladas em contêineres de transporte e os corpos podem ser desovados de forma limpa, mas quando as gangues realmente querem enviar uma mensagem, elas organizam uma execução pública ou ataques com lança foguetes.

É assim que as coisas são feitas, não em Bogotá ou Beirute, mas em Antuérpia.

28 de fev. de 2018

Limpeza Étnica na França: Antissemitismo Islâmico

Gatestone, 27 de fevereiro de 2018. 






  • Pichações em casas de judeus alertam os proprietários para que "fujam imediatamente" se quiserem continuar vivos. Cartas anônimas com balas de verdade são colocadas em caixas postais de judeus.
  • As leis destinadas a punir as ameaças antissemitas agora são usadas para punir aqueles que as denunciam. Uma nova edição de um livro escolar de história da oitava série afirma que na França é proibido criticar o Islã.
  • Os judeus franceses que têm condições de emigrar, emigram mesmo. A maioria das partidas é feita às pressas, muitas famílias judias vendem suas casas a preços bem abaixo do valor de mercado. Os bairros judeus que outrora prosperavam agora encontram-se à beira da extinção.
  • "O problema é que o antissemitismo de hoje na França vem menos da extrema-direita do que de indivíduos da fé ou da cultura muçulmana". − Ex-primeiro-ministro da França Manuel Valls.


Sexta-feira, 12 de janeiro de 2018. Sarcelles. Uma cidade nos subúrbios no norte de Paris. Uma menina de 15 anos a caminho de volta da escola de ensino médio. Ela usa um colar com uma estrela de David e o uniforme de uma escola judaica. Um homem a ataca com uma faca, corta o rosto dela e foge. Ela ficará desfigurada para o resto de sua vida.

9 de dez. de 2018

Por que o Irã Banca Terroristas Palestinos?

Gatestone, 08 de dezembro de 2018 







  • O recado que o Irã está dando às famílias palestinas é o seguinte: "se vocês querem dinheiro e uma vida boa, mandem seus filhos morrerem na fronteira de Israel." Trata-se de uma mensagem com alta probabilidade de ecoar nos confins do mundo árabe, muito além dos palestinos.
  • O objetivo declarado da conferência patrocinada pelo Irã, o Fórum Mundial para a Proximidade das Escolas Islâmicas de Pensamento, é forjar a união dos muçulmanos. Para os iranianos e suas milícias, a unidade islâmica é pré-requisito para o avanço do objetivo final de remover o "tumor cancerígeno" (Israel) da face da Terra. O Irã não mede esforços para alcançar esse objetivo.
  • Se não fosse pelo apoio iraniano, a organização terrorista xiita libanesa Hisbolá não estaria apontando dezenas de milhares de foguetes e mísseis na direção de Israel. Se não fosse pelo apoio militar e financeiro iraniano, o Hamas, a Jihad Islâmica e outros grupos terroristas não teriam condições de disparar mais de 500 projéteis contra Israel num espaço de 24 horas, como ocorreu no mês passado.
  • Para que não paire nenhuma dúvida no ar: o Irã quer que os palestinos se explodam, o Irã quer varrer Israel do mapa e, se pudesse também varreria os EUA do mapa, conforme sugere seu expansionismo na América do Sul.
  • Ao que tudo indica, há mulás no Irã que não veem a hora da previsão de Khamenei sobre a destruição de Israel em 2040 se tornar realidade. O dinheiro iraniano prometido às famílias destina-se a incentivar mais árabes e muçulmanos a mandarem seus filhos lançarem ataques com foguetes contra Israel e atirarem pedras e bombas incendiárias contra os soldados israelenses.


Consoante com os preceitos da política de longa data de bancar qualquer um que queira destruir Israel ou matar judeus, o Irã decidiu dar dinheiro às famílias de palestinos da Faixa de Gaza mortos durante ataques desferidos contra Israel. A decisão se refere aos palestinos que forem mortos enquanto atacam soldados israelenses durante as manifestações que ocorrem todas as semanas, patrocinadas pelo Hamas, ao longo da fronteira entre Gaza e Israel. As manifestações começaram em março de 2018 sob o lema: "Marcha do Retorno".

24 de out. de 2018

Acabando com a Liberdade de Expressão

Gatestone, 23 de outubro de 2018 






  • A estratégia de mídia da OIC estimula a "representação precisa e factual sobre o Islã". A ênfase deve ser direcionada a evitar qualquer ligação ou associação do Islã com o terrorismo ou o uso de retórica islamofóbica... como rotular terroristas criminosos como fascistas "islâmicos" e extremistas "islâmicos".
  • Parte dessa estratégia já teve grande sucesso em todo o mundo ocidental, onde autoridades e mídia se recusam em rotular os terroristas muçulmanos como islâmicos, mas rotineiramente os retratam como "doentes mentais".
  • Os planos, altamente ambiciosos da OIC para acabar com a liberdade de expressão, são drasticamente suprimidos no Ocidente. Os principais jornalistas ocidentais acham de somenos perigoso que sua liberdade de expressão seja supervisionada pela OIC e, governos ocidentais, longe de patrocinarem qualquer resistência, parecem, talvez ansiosos por votos, estar tranquilamente aceitando tudo.


11 de jan. de 2018

Sharia para o Ano Novo

Gatestone, 10 de janeiro de 2018. 


Por Bruce Bawer



  • Os mesmos repórteres e comentaristas que continuam insistindo que é um absurdo se preocupar com o fato da sharia estar vindo para o Ocidente estão, na realidade, ideologicamente de braços dados com os detentores do poder que estão introduzindo, de forma agressiva, leis no estilo da sharia no Ocidente, processando obstinadamente qualquer discurso que infrinja essas leis, emitindo alertas de um futuro negro em tons impróprios para funcionários públicos de um país livre: é melhor você se adaptar à sharia ou vai se arrepender. A verdadeira lição de tudo isso, obviamente, é que é melhor aprender a ser agressivo no tocante à resistência a essa proliferação de proibições influenciadas pela sharia ou, realmente, acabaremos nos arrependendo muito, muito mesmo.

Em setembro último, um homem chamado Mark Feigin postou cinco comentários na página de um centro islâmico do Facebook. Os comentários não eram nada favoráveis ao Islã. "QUANTO MAIS MUÇULMANOS NÓS DEIXARMOS ENTRAR NOS ESTADOS UNIDOS", escreveu ele, "MAIS TERRORISMO TEREMOS". Ele ressaltou que o Islã é "perigoso" e que "não há lugar para o Islã na civilização ocidental". Alguns de seus comentários continham linguajar vulgar ou desrespeitoso. Em 20 de dezembro, o Estado da Califórnia entrou com uma ação contra Feigin, acusando-o de infringir o código penal que em um determinado trecho reza o seguinte:

6 de jul. de 2016

O Aliado Mais Importante do Ocidente: Dissidentes do Islã

Gatestone, 06 de julho de 2016. 





  • Hoje uma nova Cortina de Ferro está sendo construída pelo Islã contra o resto do mundo e os novos heróis são os dissidentes, os apóstatas, os heréticos, os rebeldes e os descrentes.
  • Esse contingente de dissidentes muçulmanos, que aumenta rapidamente, é o melhor movimento de libertação para milhões de muçulmanos que aspiram praticar sua fé pacificamente, sem terem que se submeter aos ditames de fundamentalistas e fanáticos.
  • Eles estão sozinhos contra todos. Contra o islamismo que usa Kalashnikovs e contra o terrorismo intelectual que os submete à intimidação da mídia. Vistos como "traidores" em suas comunidades, eles são acusados pelas elites do Ocidente de "estigmatização".
  • Nós devemos apoiá-los -- a todos os dissidentes: alguns dos mais corajosos defensores da liberdade vêm dos regimes islâmicos. A Europa deveria dar apoio financeiro, moral e político a esses amigos da civilização ocidental, enquanto a nossa desonrosa elite, educada e intelectual, está ocupada difamando-os.

O Islã, alerta o autor de best sellers argelino Boualem Sansal, irá dividir a sociedade européia. Em uma entrevista concedida à mídia alemã, esse corajoso escritor árabe pintou um quadro da Europa subjugada pelo Islã radical. De acordo com Sansal, os ataques terroristas em Paris e Bruxelas estão direcionados ao modo de viver ocidental: "vocês não conseguem nem derrotar os fracos estados árabes, então eles trouxeram os quintas colunas para que o Ocidente se autodestrua. Se tiverem sucesso a sociedade cairá".

2 de mar. de 2026

"A América Não Pode Fazer Droga Nenhuma Contra Nós”




FPM, 02/03/2026



Por Daniel Greenfield



O regime do Irã costumava se gabar de que a América era impotente.

Em junho de 2025, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, disse ao seu regime no mausoléu do Aiatolá Khomeini que o programa nuclear do Irã continuaria independentemente do presidente Trump. “Nossa resposta às bobagens dos EUA é clara: eles não podem fazer droga nenhuma nesse assunto.

Algumas semanas depois, o programa nuclear subterrâneo do Irã virou escombros e, um ano depois, Khamenei, que zombava de qualquer esforço americano de negociação, juntou-se aos seus amados artefatos nucleares debaixo da terra.

8 de abr. de 2024

Quase metade dos muçulmanos britânicos simpatiza com o Hamas, apenas um em cada quatro admite as atrocidades do 7 de Outubro




BTB, 08/04/2024 



Por Kurt Zindulka 



Quase metade dos muçulmanos britânicos diria que simpatiza com o Hamas, enquanto apenas um em cada quatro acredita que o grupo terrorista islâmico palestino cometeu assassinatos e estupros durante os ataques de 7 de outubro a Israel, segundo uma pesquisa.

A maior pesquisa entre muçulmanos residentes no Reino Unido, realizada nos seis meses após o Hamas massacrar cerca de 1.200 pessoas e tomar outras centenas de reféns em Israel, descobriu que o grupo minoritário está visivelmente em descompasso com o resto do país.

1 de mai. de 2016

Cobrir as Mulheres: A Arma Mais Poderosa dos Islamistas

Gatestone, 27 de abril de 2016.




Por Giulio Meotti.  


  • A primeira vítima da guerra islamista na Argélia foi Katia Bengana, uma menina que se recusou a usar o véu, que mesmo quando diante dos carrascos que apontavam as armas para a sua cabeça permaneceu fiel aos seus princípios. Em 1994, Argel acordou, literalmente, com pôsteres colados nos muros anunciando a execução de mulheres sem véus.
  • Em abril de 1947 a Princesa Lalla Aisha fez um pronunciamento em Tânger, as pessoas ficaram estupefatas com aquela menina sem véu. Em questão de semanas, mulheres por todo o país se recusaram a usar o véu. Hoje o Marrocos é um dos países mais liberais do mundo árabe.
  • Em meados dos anos 1980 a Lei Islâmica (Sharia) foi introduzida em diversos países, as mulheres no Oriente Médio foram colocadas em uma prisão portátil e na Europa voltaram a usar o véu para recuperar sua "identidade", vale dizer, a recusa em assimilar valores ocidentais e a islamização de muitas cidades européias.
  • Em primeiro lugar as mulheres foram obrigadas a usar véus, feito isso, os islamistas iniciaram a jihad contra o Ocidente.


Laurence Rossignol, Ministra da Família, Juventude e Direitos das Mulheres da França, incitou a ira no tocante à proliferação do véu islâmico em seu país ao comparar as mulheres que usam lenços de cabeça com os "negros americanos que aceitaram a escravidão". Concomitantemente, Elisabeth Badinter, uma das feministas mais famosas da França, chegou a defender o boicote contra as empresas européias ligadas à moda, como a Uniqlo e a Dolce & Gabbana, que estão desenvolvendo vestuário islamicamente correto (em 2013, os muçulmanos gastaram US$266 bilhões com vestuário e a cifra poderá atingir US$484 bilhões até 2019).

12 de out. de 2017

Estados Unidos e Israel anunciam saída da Unesco por “viés anti-Israel”



Epoch Times, 12 de outubro de 2017 



Falta de reformas no think thank educacional da ONU também está entre as justificativas

O governo dos Estados Unidos comunicou nesta quinta-feira sua decisão de retirar o país da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Dentre as justificativas elencadas pelo Departamento de Estado americano está a continuidade do ‘viés anti-Israel’ do órgão. A saída se efetivará em 2018, a partir de quando os EUA intentam estabelecer uma missão permanente de “observadores”, segundo o comunicado.

7 de mai. de 2018

Compreendendo as Seis Cosmovisões Dominantes no Mundo





Autor Dr David Noebel. 


Forcing Change, Volume 4, Edição 2


No início dos anos 1990s, o Dr. James Dobson e Gary Bauer procuraram identificar aquilo que viam acontecer com os jovens cristãos. A conclusão deles foi que:

"... nada menos que uma grande guerra civil de valores está ocorrendo hoje na América do Norte. Dois lados com cosmovisões tremendamente diferentes e incompatíveis estão travados em um conflito amargo que permeia cada nível da sociedade." [1].

A guerra, conforme Dobson e Bauer a descreveram, é uma luta "pelos corações e mentes das pessoas; é uma guerra de ideias." [2].

24 de jan. de 2018

Canadá: Apoio de Trudeau aos Islamistas

Gatestone, 24 de janeiro de 2018. 



Por Tom Quiggin


  • O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas.
  • Talvez o mais preocupante tenham sido os comentários de Trudeau em um encontro de organizações islamistas de 'fachada': ele disse que tinha em comum suas crenças, seus valores e seus ideais.
  • O Canadá não poderá invocar ignorância ou incapacidade em meio às acusações de cumplicidade de quaisquer futuras vítimas americanas de terrorismo.

O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas. Com respeito aos combatentes do ISIS que retornam ao Canadá, Trudeau afirmou que eles serão uma "poderosa voz para reverter a radicalização" acrescentando que aqueles que se opõem ao seu retorno são "islamofóbicos.". E não apenas isso, o Governo do Canadá não está incluindo os nomes dos combatente do ISIS que voltam dos campos de batalha à comissão da ONU responsável pelo cadastramento de jihadistas internacionais.

11 de set. de 2018

Lembranças da alegria esquerdista pelos ataques terroristas em 11 de Setembro







FP, 11 de setembro de 2018 








Nunca esquecerei como, dezessete anos atrás, neste dia, muitos dos esquerdistas ao meu redor, em minha vizinhança e comunidade, tinham muito pouca dificuldade em expressar sua alegria pelos ataques da Al-Qaeda às Torres Gêmeas e ao Pentágono. 

Eu conhecia alguns desses esquerdistas há anos e, após a queda do império soviético em 1989-91, muitos deles lamentaram amargamente que a “alternativa ao Capitalismo” tivesse desaparecido. Um número significativo (de esquerdistas)  entrou em sua concha silenciosa e soturna. 

Então veio o 11 de Setembro. 
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