Euronews, 29/08/2022
Vladimir Putin ordenou um reforço das forças armadas da Rússia, com o recrutamento de mais 137.000 efetivos até ao final do ano.
O decreto de Putin é vago sobre a medida, mas o Kremlin disse que apenas os soldados voluntários contratados participarão na chamada "operação militar especial" na Ucrânia, rejeitando as alegações de que estava a ponderar uma ampla mobilização.
O decreto de Putin não especificou se a expansão seria realizada com recrutas ou voluntários, ou ambos, mas alguns analistas militares russos previram uma maior dependência de voluntários devido às preocupações do Kremlin quanto a um potencial impacto doméstico de um projeto de recrutamento alargado.
A medida irá aumentar as forças armadas russas para 2,04 milhões de efetivos.





