Gospel Notícias, 24 de agosto de 2018
Por Jarbas Aragão
Um dos episódios de maior sucesso do seriado Black Mirror, da Netflix, mostrava uma sociedade distópica onde cada pessoa recebia uma ‘avaliação’ – através de um aplicativo – pelo seu comportamento social. Isso lhe traria vantagens ou desvantagens na vida cotidiana.
A decisão recente do Facebook em classificar seus usuários, atribuindo maior ou menor peso à sua confiabilidade mostra que isso não parece mais algo restrito à ficção. Depois de ter dado poderes a agências de “checagem”, que no Brasil já mostraram ter um claro viés ideológico “à esquerda”, a maior rede social do mundo agora passará a atribuir uma nota maior àquelas pessoas autoras de uma denúncia de “fake news”. Essa seria uma forma velada de censura, uma vez que não há transparência no processo.





