23 de nov. de 2016

Presidente turco responde a eurodeputados e acusa o "Ocidente" de acolher terroristas




Euronews, 23 de novembro de 2016. 



O presidente turco desvalorizou as ameaças do parlamento europeu de “congelar” o processo de adesão de Ancara à União Europeia.

Os eurodeputados vão votar amanhã a possível suspensão das discussões, defendida ontem pelos principais partidos do hemiciclo.

Acusado de não respeitar os valores europeus, na sequência de uma violenta purga da oposição, Recep Tayyip Erdogan afirmou que a decisão dos deputados europeus, “não tem qualquer valor”, voltando a acusar o Ocidente de acolher os separatistas curdos.

Rússia espera ligação mais construtiva com Bulgária e Moldávia

Igor Dodon e Rumen Radev



Euronews, 23 de novembro de 2016. 



Por Nara Madeira



A Rússia espera manter, a partir de agora, ligações mais construtivas com a Bulgária e a Moldávia. Uma informação avançada pelo conselheiro do Kremlin, Yuri Ushakov, e citada pela agência de notícias russa RIA.

Bulgária e Moldávia foram, recentemente, a votos e os novos Presidentes, de ambos os países, são tidos como mais pró-russos do que pró-ocidentais.

Colômbia e FARC vão assinar novo acordo de paz sem passar por referendo




Expresso, 23 de novembro de 2016. 






O governo de Juan Manuel Santos diz que o novo acordo, a ser assinado na quinta-feira, vai ser levado a votação no Congresso, mas não a referendo popular. O anterior acordo para pôr fim aos 52 anos de conflito interno foi chumbado pela maioria dos colombianos que foram às urnas em outubro

Governo colombiano informou esta quarta-feira que vai assinar amanhã um novo acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) após o anterior acordo alcançado com os rebeldes ter sido chumbado por mais de 50% dos eleitores que foram às urnas em outubro decidir o futuro político do país em referendo. O novo acordo, diz o Presidente Juan Manuel Santos, será levado a votação no Congresso mas não será sujeito a um novo voto popular.

França: Juppé acusa Fillon de estar demasiado próximo da Rússia




Euronews, 23 de novembro de 2016. 



A poucos dias da segunda volta das primárias da direita francesa, os ataques sobem de tom.

O ex-primeiro-ministro da era Chirac, Alain Juppé, acusa o rival, François Fillon, de preparar um programa “radical” com reformas excessivas e de recolher os votos da extrema-direita. Em termos da política externa, Juppé considera que Fillon é demasiado próximo de Moscovo:

Entrar em negociações com a Rússia não significa dizer sim a tudo, mas sim dizer-lhes a verdade. Um país não pode anexar parte de outro e violar leis internacionais, como aconteceu com a Crimeia. Quando acordos, como o de Minsk, são assinados para restabelecer a paz na Ucrânia, devem ser respeitados. É verdade que há fraquezas do lado ucraniano, mas também sabemos que a Rússia atiça os separatistas.”

22 de nov. de 2016

Alemanha “Policiais da Xaria não são ilegais”, estabelece tribunal alemão - "Tribunal da Xaria"

Sven Lau


The Local De, 22 de novembro de 2016. 



Um tribunal alemão nesta segunda-feira decidiu que um grupo de islamitas não quebraram a lei quando formaram a “polícia da Xaria” patrulhando as ruas e dizendo às pessoas para parar de beber, jogar ou ouvir música. 

O grupo muçulmano ultraconservador baseado em torno do salafista alemão convertido Sven Lau provocou indignação pública com as suas patrulhas de vigilantes na cidade ocidental de Wuppertal em 2014, mas os promotores têm se esforçado para abrir um caso contra eles.   

Um tribunal distrital da cidade decidiu que os sete membros acusados do grupo não violaram a proibição de uniformes políticos quando se aproximavam das pessoas vestidos com coletes laranja com a menção “Polícia da Xaria”. 

Petroleiros russos desafiam a proibição da União Europeia contrabandeando combustível de avião para a Síria

Jatos militares russos são vistos na base aérea de Hmeymim na Síria, 18 de junho de 2016.



Reuters, 22 de novembro de 2016. 







Os petroleiros russos contrabandearam combustível para os jatos na Síria através das águas da União Europeia, reforçando suprimentos militares para um país devastado pela guerra, onde Moscou está realizando ataques aéreos em apoio ao governo, segundo fontes com conhecimento no assunto. 

Pelo menos dois navios de bandeira russa fizeram entregas – que violam as sanções da União Europeia – via Chipre, disse à Reuters uma fonte de inteligência com governo da União Europeia. Houve um aumento acentuado nos embarques em outubro, disse a fonte, que falou sob condição de anonimato devido à sensibilidade do assunto. 

Uma fonte de transporte em separado familiarizado com os movimentos dos navios russos embandeirados disse que os navios visitaram portos cipriotas e gregos antes de entregarem o combustível para a Síria. 
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