25 de mar de 2019

Nova Zelândia – lançada comissão com poderes alargados: o Politburo de Jacinda Ardern contra-ataca

Camarada Jacinda Ardern




Euronews, 25 de março de 2019




Ao ataque que paralisou a Nova Zelândia, seguiu-se a incredulidade em forma de pergunta: como foi possível isto acontecer em Christchurch, num país usualmente considerado como um dos mais pacatos do mundo?

A questão levou a primeira-ministra neozelandesa a estabelecer uma comissão de inquérito que vai também incidir sobre o trabalho de prevenção feito pelos serviços de segurança.

"É importante não deixar nenhuma pista por explorar para perceber como é que foi possível acontecer este ato de terrorismo e se havia alguma hipótese de impedir que isto sucedesse. Como já referi várias vezes, quero propostas para tentar travar este tipo de ataques no futuro. Este tipo de comissões destina-se normalmente aos assuntos da maior importância pública e esse é claramente o caso", declarou Jacinda Ardern.


A chamada "comissão real" é a que mais prorrogativas tem na Nova Zelândia para inquirir sobre temas sensíveis. Vai debruçar-se sobre a atividade da polícia, das alfândegas e dos serviços de imigração.
Nota do autor: a Nova Zelândia pode ser segura em um contexto geral, mas está longe de ser um país limpo, com organizações decentes, e com políticos que pensam conforme os anseios da população. O progressismo torna todo país seguro suscetível a decadência, a insegurança. Assim como a Suíça, a Nova Zelândia não é imune. O vírus do progressismo já foi instalado nesse país lá, no passado, portanto, sua imunidade existe na aparência, embora parcialmente de forma real, mas em suas entranhas estão guardados parasitas progressistas, gente nefasta que está corroendo a democracia neozelandesa por dentro. Os sinais são evidentes! 
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