NA, 25/11/2022
Por Ben Coxworth
Feridas crônicas, como úlceras cutâneas diabéticas, podem demorar muito para cicatrizar, podendo levar a amputações ou, às vezes, até à morte. Um novo curativo poderia acelerar a cicatrização ao fornecer estimulação elétrica, mas apenas quando necessário.
Criado por cientistas da Universidade de Stanford, o protótipo do dispositivo é formado por duas camadas. No topo está um filme de polímero de apenas 100 mícrons de espessura, sobre o qual os componentes eletrônicos são montados. Na parte inferior desse filme está a outra camada, um hidrogel "emborrachado, semelhante à pele" que fica em contato com a ferida.





