25 de fev. de 2022

Depois de Cachimbos de crack, o CDC americano sob Biden está promovendo "uso seguro" de Fentanil




FPM, 25/02/2022 



Por Daniel Greenfield



Mascarar crianças de 2 anos e distribuir agulhas para viciados é a nova saúde pública.

Vivemos na era de ouro dos viciados. Nem mesmo nos dias mais sombrios da contracultura os viciados eram capazes de invadir as grandes cidades e ficar na rua se drogando, sabendo que todas as suas necessidades e desejos seriam atendidos. Bilhões são gastos em “serviços para sem-teto” para viciados em crack, usuários de metanfetamina e viciados em heroína, cuja situação é atribuída ao custo da moradia.

Não, não em um sistema político que decidiu descriminalizar o tráfico de drogas, o uso de drogas, a vadiagem pública, o furto em lojas e depois se perguntar por que as ruas estão cheias de barracas e pessoas tendo overdoses.

O Futuro Está Chamando - Parte 1

Imagem arquivo Cristianity Today


O Abismo Entre Individualismo e Coletivismo


G. Edward Griffin — Freedom Force International, em: http://www.freedomforceinternational.org


Revisado pelo autor em 06/07/2005


Introdução


G. Edward Griffin é autor e produtor de filmes documentários com muitos títulos de sucesso. Incluído no Who is Who in America, ele é bem conhecido por causa de seu talento em pesquisar tópicos difíceis e apresentá-los em termos claros que todos podem compreender. Ele lida com assuntos tão diversos quanto arqueologia e história do antigo Egito, o sistema da Federal Reserve e os bancos internacionais, terrorismo, subversão interna, a história da tributação, política externa norte-americana, ciência e política do tratamento do câncer, a Suprema Corte e as Nações Unidas. Suas obras mais conhecidas incluem The Creature From Jekyll Island, World Without Cancer, The Discover of Noah's Ark, Moles in the High Places, The Open Gates of Troy, No Place to Hide, The Capitalist Conspiracy, More Deadly Than War, The Grand Design, The Great Prison Break, e The Fearful Master.

Guerras e Rumores de Guerras: A Ucrânia em Ponto de Ebulição

Forcing Change, Volume 8, Edição 3.


Publicado originalmente em: 21/04/2014


Esta edição de Forcing Change examinará a situação na Ucrânia, pois a parte do mundo em que esse país está situado e a região adjacente são pontos-pivôs cruciais na geopolítica. É ali, naquele território entre o Mar Negro e a confluência setentrional dos afluentes do rio Dnieper, que o Oriente e o Ocidente estão envolvidos em um jogo de puxa-e-empurra. Por quê?

A complexidade da ordem global desde a queda da União Soviética somente aumentou. Em vez de uma estrutura singularmente ocidental dominar a cena internacional, como alguns analistas esperavam após a Queda do Muro de Berlim, testemunhamos o crescimento das visões concorrentes. As mais amplas Comunidade do Atlântico, OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte, ou NATO) e União Europeia, são e permanecem sendo blocos poderosos. Mas, existem outros atores regionais e eles se sobrepõem na arena global. A Rússia junto com a Comunidade de Estados Independentes, e a China junto com a Organização de Cooperação de Xangai, são dois exemplos. Acrescente a isto as interligações do comércio mundial, as linhas de transmissão da energia, as dívidas, acordos e tratados e o quadro torna-se cada vez mais complexo. Além disto, essas entidades em cooperação, ou em competição, interagem na Organização das Nações Unidas e dentro de outros organismos internacionais — cada uma com sua visão, cada uma com sua história. Algumas vezes, um país-chave torna-se o ponto-pivô para as influências em competição. É aqui que entra a situação da Ucrânia.

24 de fev. de 2022

Rússia contesta soberania de Israel sobre as Colinas de Golã e Jerusalém após governo apoiar a Ucrânia

Dmitry Polyanskiy


JP, 24/02/2022 



Por Tovah Lazaroff 



"A Rússia não reconhece a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, que fazem parte da Síria", disse o vice-embaixador russo.

Moscou contestou a soberania israelense sobre as Colinas de Golã e Jerusalém pouco antes de seu ataque à Ucrânia.

A Rússia não reconhece a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, que fazem parte da #Síria”, disse seu vice-embaixador, Dmitry Polyanskiy, ao Conselho de Segurança da ONU, que realizou um debate sobre o conflito israelo-palestino na quarta-feira.

A reunião mensal do Conselho de Segurança ocorreu enquanto a Assembleia Geral debatia a crise russo-ucraniana.

Chile: comunistas chilenos querem colocar "negacionismo" de abuso dos direitos humanos como crime na nova constituição




BioBio, 23/02/2022 



Por Diego Vera - informação da agência EFE



A organização de Direitos Humanos, HRW, criticou nesta quarta-feira a proposta de proibição do negacionismo, aprovada na Comissão de Direitos Fundamentais da Convenção Constitucional, mas que ainda precisa ser ratificada no plenário do órgão.

A diretora da Human Rights Watch (HRW) para a América (latina), Tamara Taraciuk, pediu à Convenção Constitucional na quarta-feira que rejeite um artigo que proíbe a negação de violações de direitos humanos e que está sendo debatido.

"A linguagem aprovada é vaga e ambígua e não respeita os padrões internacionais de liberdade de expressão", disse Taraciuk em sua conta no Twitter.

Canadá – ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Canadense: "os direitos não são absolutos"

Beverley McLachlin



FPM, 23/02/2022 



Por Daniel Greenfield 



O que está acontecendo no Canadá é horrível. Mas também é um lembrete da diferença fundamental entre nossa Constituição e outros documentos ocidentais que não fornecem direitos absolutos.

Em um artigo de opinião para a CBC intitulado "O comboio de caminhões de Ottawa revelou o lado feio da liberdade", Beverley McLachlin, ex-juiza da Suprema Corte do Canadá e ex-presidente da Suprema Corte, escreve que "A liberdade não é absoluta quando se vivem em uma matriz social, onde o exercício da liberdade de uma pessoa pode entrar em conflito com o exercício da liberdade de outra pessoa. A Seção 1 da Carta Canadense de Direitos e Liberdades afirma isso claramente. A Carta dá aos canadenses um conjunto de direitos e liberdades. Mas ela os precede com essa cautelaesses direitos e liberdades, por mais preciosos que sejam, não são absolutos. Os governos, proclama, podem limitar as liberdades, desde que os limites sejam 'razoáveis' e possam ser 'justificados em uma sociedade livre e democrática”.

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