22 de nov. de 2016

Europa: Vamos Acabar com a Liberdade de Expressão!

Gatestone, 22 de novembro de 2016. 



Os Países Europeus se Transformaram em Estados Policiais?






  • Segundo a revista New Europe, em Leeuwarden, "cerca de vinte opositores dos planos (de estabelecer centros para candidatos a asilo) naquela região receberam visitas de policiais em suas casas". Em outras palavras, a Holanda está adotando a censura de estado, levantando assim a pergunta: a Holanda se tornou um estado policial?
  • Na cidade de Sliedrecht os policiais foram ao escritório de Mark Jongeneel e lhe disseram que ele havia "tuitado além da conta" e que ele deveria "tomar mais cuidado": seus tuítes "podem indicar algo sedicioso. Seu delito? Um deles assinalava: "o colégio de #Sliedrecht apareceu com a proposta de acolher 250 refugiados nos próximos dois anos, mas que péssima ideia!"
  • Em setembro de 2015 o jornal Die Welt reportou que as pessoas que expressam pontos de vista "xenófobos" nas redes sociais, correm o risco de perderem o direito de ver seus próprios filhos.
  • Ao passo que cidadãos europeus comuns correm o risco de serem presos e processados por terem feito comentários "xenófobos". O comissário alemão da UE Günther Oettinger chamou uma delegação de ministros chineses em visita à Alemanha de "olhos puxados" ("Schlitzaugen"). O Presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker promoveu Oettinger para ser o responsável pelo orçamento da UE.
  • É óbvio que a lei não é igual para todos. Comissários da UE podem fazer comentários "xenófobos" e serem promovidos, cidadãos europeus no entanto, por exercerem o seu direito à liberdade de expressão, são presos e processados.


Na Europa, agora os governos é que são os inimigos da hora? Há evidências crescentes de que expressar até mesmo uma opinião que é ligeiramente contrária à política oficial do governo pode acabar levando o indivíduo à prisão ou no mínimo garantir uma visita amigável da polícia kafkiana local. Será que a Europa se tornou de fato um estado policial?

Do museu para o exército: Suécia traz de volta armas da era da Guerra Fria

RBS-15 lança-mísseis



UT, 22 de novembro de 2016. 



A Suécia intensifica suas capacidades de defesa, trazendo para a ilha de Gotland os mísseis anti-navio Saab Robot System 15 (RBS-15). 

A Suécia retorna ao serviço o antigo sistema de defesa anti-navio da era da Guerra Fria, relata o The Local. Ela planeja instalar mísseis RBS-15 anti-anvio na ilha de Gotland, no Mar Báltico, localizado a meio caminho entre a Suécia e a Letônia no meio do Mar Báltico e poderia tornar-se uma parte crucial da defesa no caso de um possível conflito na região. 

Novas evidências revelam que os conspiradores montenegrinos participaram da invasão da Crimeia




UT, 21-22 de novembro de 2016. 



Conspiradores de Montenegro participaram da invasão da Crimeia em 2014, mostram as novas evidências.  

Aleksandar Sindjelic, um nacionalista sérvio acusado de participar em um grupo preparado para um golpe de Estado e o assassinato do primeiro-ministro sérvio, foi descoberto também como um participante ativo na anexação russa da Crimeia em 2014, a RFE/RL relatou. 

Sindjelic é considerado como um dos fundadores dos “Lobos Sérvios”, uma organização pró-Rússia radical. 

Autoridades americanas se enfurecem pela implantação russa de mísseis como sendo “desestabilizadora para a segurança europeia"

Moscou enviou mísseis às fronteiras ocidentais da Rússia



Express UK, 21-22 de novembro de 2016. 






Os Estados Unidos condenaram a implantação russa de mísseis e sistemas com capacidade nuclear em retaliação pelo destacamento da OTAN, marcando a ação como “desestabilizadora para a segurança europeia”. 

No início desta tarde, Moscou fez o anunciou de que vai implantar mísseis S-400 terra-ar e sistemas Iskander com capacidade nuclear no enclave de Kaliningrado. 

Um legislador pró-Kremlin disse que a ação é em retaliação a um reforço militar da OTAN nas fronteiras ocidentais da Rússia. 

A Ucrânia "mais próxima da UE" e longe da Rússia três anos depois do "Euromaidan"




Euronews, 22 de novembro de 2016. 



A Ucrânia recordou esta segunda-feira o terceiro aniversário do “Euromaidan”, o movimento herdeiro da “revolução laranja” de 2004, que levou à queda do presidente pró-russo do país.

Milhares de ucranianos recordaram junto à praça central de Kiev, os mais de 100 mortos durante a vaga de três meses de protestos pró-europeus.

O governo de então tinha rejeitado assinar um acordo de associação com a UE, defendendo uma cooperação reforçada com Moscovo.

Turquia: Mais 15.000 funcionários afastados




Euronews, 22 de novembro de 2016. 



Na Turquia, mais cerca de 15.000 pessoas foram despedidas ou suspensas e mais de 500 organizações encerradas no quadro da purga levada a cabo pelo presidente Recep Tayyip Erdogan na sequência da tentativa de golpe de Estado.

Desde julho, entre professores, juízes, militares, polícias e outros funcionários públicos, mais de 110.000 pessoas foram despedidas ou suspensas no quadro da investigação ao golpe falhado. Cerca de 36.000 estão detidas a aguardar julgamento.

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