“Noventa anos atrás, uma centena de quilômetros daqui, no Parlamento turco, alguns traidores de entre os filhos da nação islâmica, alguns descendentes de maçons e judeus, mataram suas mães, e aboliram ao nosso Califado, e baixaram a nossa bandeira do Islã. Hoje, noventa anos depois, vocês estão aqui, perto do Parlamento, comprometendo-se perante Alá para restaurar o califado, e levantar a bandeira, para restaurar a Xaria, e para unir a nação islâmica, e liderar os exércitos do Jihad que irá conquistar a Europa e a América, para que reine a palavra suprema de Alá.”.
Não, o que é isso! Isso não tem nada a ver com o Islã, oh!
Este imperativo imperialista, no entanto, frequentemente é enunciado por líderes muçulmanos, e está sendo ignorado constantemente pelos analistas ocidentais.
“Líder islâmico australiano Ismail A-Wahwah convoca na Conferência do Califado em Ancara, na Turquia os servos para que liderem ‘os exércitos’ do Jihad que vão conquistar a Europa e a América”.
Falando em 6 de março em uma “conferência do califado” em Ancara, Turquia, Ismail Al-Wahawah, porta-voz da seção australiano da Hizb ut-Tharir, convocando os assistentes para liderar “os exércitos do Jihad que irão conquistar a Europa e a América”. Wahawah advertiu a multidão turca para não confiar na América, e na Europa, e na OTAN, porque são todos inimigos cujo “coração é negro”. O discurso foi colocado na Internet pelo Hizb ut-Tharir, bem como pela revista Koklu Degisim, que organizou a conferência.








