5 de set de 2018

Colômbia – a nova funcionária de Iván Duque, que é a mão direita de George Soros no lobby pela legalização das drogas





Elnodo, 05 de setembro de 2018 



No entanto, tem sido um fato conhecido que Adriana Mejía, que era vice-ministra da Cultura no período de 2002-2005 e Diretora de Segurança Pública da Organização dos Estados Americanos – OEA, entre outras acusações, faz parte do Conselho Consultivo do Programa Global para a política de drogas da Open Society Foundations do ativista de esquerda e promotor de novos tipos de uso para a COCA, George Soros. 

Um novo compromisso questionável pelo presidente Iván Duque foi lançado nas últimas horas gerando indignação dos cidadãos, observando que a nova funcionária é muito próxima do bilionário ativista de esquerda e especulador George Soros. 

Se trata de Adriana Mejía Hernandez, que tomou posse nas últimas horas como nova vice-ministra de Assuntos Multilaterais do Ministério das Relações Exteriores da Colômbia. 

No entanto, tem sido conhecido que Adriana Mejía, que era vice-ministra da Cultura entre o período de 2002-2005 e Diretora de Segurança Pública da Organização dos Estados Americanos – OEA, entre outras acusações, faz parte do Conselho Consultivo do Programa Global para política de drogas da Open Society Foundations do ativista de esquerda e promotor de novos tipos de uso para a COCA, George Soros. 


Contra esse último ponto, o magnata de esquerda sugeriu, através de um artigo publicado no site oficial de sua fundação Open Society Foundations, que com toda a coca no país financiando cartéis, é necessário “uma nova abordagem a coca para fortalecer a democracia colombiana”. 


Como eu ressaltei no El Nodo: 

O artigo do magnata, se trata de uma alegação ridícula que destaca o ‘valor nutricional’ ou ‘cultural da coca’ esquecendo-se [ou omitindo o fato] do seu verdadeiro uso como narcótico potente, euforizante, depressivo, 'inestabilizante' químico, droga perigosa e sua instrumentalização como fonte de renda dos cartéis narcoterroristas violentos no país”. 

A fundação do magnata esquerdista serviu-se como padrinho econômico de vários projetos na Colômbia como a La Silla Vacía, a ONG de ativismo radical de esquerda ONG De Justicia e o Portal Colombia Chek, uma verdadeira ferramenta de censura para a imprensa independente do país


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