2 de jul de 2016

Ramadã no Egito: muçulmanos matam padre cristão com 'chuva de balas' do lado de fora da igreja

O que fez o padre Rafael para provoca-los? Será que ele desenhou Maomé? Será que ele opinou sobre o Islã dizendo que não era uma religião de paz? Ou poderia o seu assassinato simplesmente ter sido provocado por quem ele era, um infiel sacerdote cristão? 
Por que os líderes da igreja no Ocidente de modo geral ficam em silêncio sobre a perseguição muçulmana aos cristãos? Jean-Clément Jeanbart, o grego-melquita católico Arcebispo de Aleppo, deu uma entrevista a um repórter francês em que ele estava sendo altamente crítico aos meios de comunicação e até mesmo de seus colegas bispos por ignorar a perseguição muçulmana aos cristãos no Oriente Médio. “Os meios de comunicação europeus”, acusou ele, “não cessam de suprimir as notícias diárias daqueles que estão sofrendo na Síria, e até mesmo tentam justificar o que está acontecendo em nosso país, utilizando informações sem se dar ao trabalho de verificar isso.” E, para os seus irmãos bispos na França, “a conferência dos bispos franceses deveria ter confiado em nós, assim teriam sido melhor informados. Por que os seus bispos estão em silêncio sobre uma ameaça que hoje também é sua? Por que bispos como vocês estão sendo alimentados pelo politicamente correto. Mas Jesus nunca foi politicamente correto, ele era politicamente justo!”. 


O Arcebispo Jeanbart não foi o primeiro a dizer isso. “Por que, perguntamos ao mundo ocidental, por que não levantam sua voz sobre tanta ferocidade e injustiça?” Perguntou o cardeal Ângelo Bagnasco, chefe da Conferência Episcopal Italiana (CEI). O Siríaco Patriarca Católico Inácio Ephrem Joseph III Younan, apelou ao Ocidente: “Não esqueçam os cristãos no Oriente Médio". O greco-melquita Patriarca Católico Gregório III também disse: “Eu não entendo por que o mundo não levanta a voz contra tais atos de brutalidade.”.
Mas o Patriarca deveria ter entendido, já que ele é uma parte importante do problema. Afinal, ele disse recentemente: “Ninguém defende o Islã como os cristãos árabes”. É por defender o Islã que os clérigos ocidentais não levantam suas vozes contra tais atos de brutalidade. Ele está em busca dum “diálogo” inútil e quimérico enquanto os bispos nos Estados Unidos e na Europa mantêm o silêncio sobre a perseguição muçulmana aos cristãos, e impõe o silêncio sobre os outros. Robert McManus, Bispo Romano de Worcester, Massachusetts, disse em 8 de fevereiro de 2013, quando estava suprimindo um discurso planejado em uma conferência católica em que se discutia a perseguição: “Não fale sobre extremistas, militantes islâmicos e as atrocidades que eles têm cometido globalmente, pois isso poderá minar as realizações positivas que nós católicos temos atingido com o nosso diálogo inter-religioso com os muçulmanos devotos”. 
Lembre-se do que disse Mohamed Atta, no avião que tinha sequestrado em 11 de setembro de 2001, ele disse aos passageiros pelo interfone: “Fiquem quietos e vocês ficaram bem”. A Igreja Católica parece ter adotado essa afirmação em sua política a respeito da perseguição muçulmana aos cristãos. Quando o Papa Francisco vai canonizar Atta? 
“Deixe-os; eles são guias cegos. E se um cego guia outro cego, ambos cairão num buraco”. 
(Mateus 15:14). 








Cristianismo Copta



Egito: padre cristão copta morto em uma ‘chuva de balas’ do lado de fora da igreja. 



ChristianToday, 30 de junho de 2016. 





Um padre cristão copta foi morto com uma ‘chuva de balas’ fora da Igreja do Mártir de São George no Sinai, no Egito hoje. 

Rafael Moussa, de 46 anos, foi morto por um atirador não identificado ao lado do seu carro, tendo deixado a igreja em Arish, onde ele participou de uma missa, de acordo com Boulos Halim, um porta-voz da igreja. 

As autoridades de segurança disseram que havia mais de um atirador envolvido no tiroteio. Eles disseram que o padre havia sido seguido e então atiraram quando ele saiu de seu carro. 

Ninguém assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas extremistas no Sinai já tiveram como alvo os cristãos anteriormente, acusando-os de trabalhar com o governo. 

Uma filial do Estado Islâmico tem sido ativa na região do Norte do Sinai e supostamente matou centenas de policiais e soldados na região. 

Toda a sutação em El-Arish e no Sinai do Norte está sob ameaça” disse Halim. Muitas pessoas [cristãs] não o deixaram.



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