20 de jul de 2016

Governo alemão pede que se não culpem os refugiados pelo atentado no comboio - o politicamente correto mata!

Prólogo

"Não se deixem intimidar pelos acontecimentos e continuem a participar nessas tarefas”, ou seja, continuaremos recebendo refugiados e empurrando-os para vocês, o quanto for necessário. Em Colônia houve centenas de casos de abuso sexual, depois, um caso de ataque a faca num trem em Munique, e agora este ataque. A chancelaria alemã ainda faz uma clara defesa dos demais refugiados. Aquelas mulheres em Colônia na véspera de Ano Novo, com toda certeza foram instruídas a não colocar no balaio todos aqueles imigrantes que as estupraram. Esse é um crime flagrante de Ângela Merkel contra o povo alemão. Vocês percebem? O governo alemão descarta completamente quaisquer ligações entre os refugiados e o terrorismo; significa que, independente dos acontecimentos, as investigações sempre terão um curso ao revés daquele que revela que os refugiados em muitos casos são pertencentes ao Estado Islâmico. Inacreditável! Essa é a mulher que dirige a União Europeia e a Alemanha, e que outrora foi muito idolatrada pela direita brasileira. 


Merkel e os seus novos cidadãos


DN, 20 de julho de 2016. 

Segundo investigações o autor do atentado é um requerente de asilo com 17 anos, mas não está confirmado que tenha atuado pelo Estado Islâmico

O Governo alemão pediu esta quarta-feira para que não se relacionem os milhares de refugiados que vivem no país com o atentado cometido na segunda-feira num comboio suburbano por um jovem requerente de asilo.

"O aterrador ato de uma pessoa não pode desacreditar todo um grande grupo", disse, em conferência de imprensa, Steffen Seibert, porta-voz da chancelaria.

De acordo com as investigações, o autor do atentado, um requerente de asilo de 17 anos registado como afegão, atuou de forma solitária, precisou Seibert.

A chanceler, Angela Merkel, que ainda não se pronunciou sobre o incidente, foi informada em permanência através dos ministérios do Interior e da chancelaria.

Pouco antes, o ministro do Interior, Thomas de Maizière, tinha confirmado que o ataque, do qual resultaram cinco feridos, foi um "atentado cometido por uma única pessoa que se sentiu incitada ou inspirada pela propaganda do Estado Islâmico".

O ministro reconheceu que se estão a ser investigadas todas as pistas que apontem para possíveis ligações de refugiados com organizações terroristas, mas na maioria dos casos foi comprovado que esses indícios são falsos.

"Não se pode dizer que não exista qualquer relação entre refugiados e terrorismo, mas antes a ameaça já era alta, independentemente da questão dos refugiados", manifestou De Maizière.

O ministro exortou ainda os voluntários e as famílias de acolhimento que recebem requerentes de asilo, em particular menores que chegam sozinhos, como caso deste jovem morto pela polícia ao tentar escapar, que "não se deixem intimidar" pelos acontecimentos e continuem a participar nessas tarefas.

O governante disse ainda que há dúvidas sobre a nacionalidade do autor do atentado.

"Há indicações segundo as quais não se trata de um afegão, mas de um paquistanês, mas devemos deixar essa questão para as investigações que estão a decorrer", afirmou, em declarações à cadeia de televisão pública ZDF.

Entre os elementos que sugerem a nacionalidade paquistanesa está a análise do vídeo em que o Estado Islâmico reivindica o ataque e que mostra o autor a anunciar o ato recorrendo a termos de um dialeto pashtun, falado no Paquistão e não no Afeganistão, referiu a ZDF, acrescentando que a pronúncia é "claramente paquistanesa".

Em 2015 a Alemanha registou a chegada de 1,1 milhões de refugiados, onde se incluíam 60.000 menores são acompanhados, e no primeiro semestre de 2016 contabilizou-se a entrada de mais 222.000 pessoas requerentes de asilo.

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