5 de mai. de 2022

A Hipocrisia da mídia de esquerda (principalmente judaica) sobre os nazistas ucranianos




Segundo o  Times of Israel, e outros meios de comunicação, como o Jerusalem Post, o Batalhão Azov "se esvaziou do seu Neonazismo" e passou a ser uma força  de combate regular legítima, pois está atuando contra as forças russas, e sob o comando do líder judeu ucraniano, Volodymyr Zelensky, um jovem líder do Fórum Econômico Mundial. Zelensky, que tem demonstrado ser uma pessoa não confiável  pela condução do país o levando para a crise, mesmo tendo sido avisado reiteradas vezes sobre a iminente ameaça de invasão, mantém um bom relacionamento com grupos criminosos como o Batalhão Azov, o que de certa forma tornou as acusações (propagandísticas) russas plausíveis – ao menos aos olhos dos russos mais ideologicamente engajados. 

Mas a surpresa mesmo é ver como a mídia de esquerda judaica ao redor do mundo tem feito de tudo para fazer vista grossa: Segundo o Times, o Batalhão Azov “diluiu a ideologia linha-dura desde que foi absorvido pelas forças armadas", embora admitam que eles ainda utilizem símbolos neonazistas, que os russos usam na propaganda anti-Ucrânia. Para hipócritas da mídia de modo geral, o Batalhão Azov passa a ser legítimo para além dos seus símbolos – que agora são "meras alegorias" anti-russas – por conta de seu engajamento anti-Rússia. Ou seja, você pode ser um neonazista, desde que seja anti-Rússia. 

A explicação que a mídia tenta dar para o público digerir é a seguinte: o Batalhão Azov sempre foi anti-russo, porque historicamente, os nazistas ucranianos surgiram como forças anti-soviéticas, portanto, eles nunca seriam pró-russos, e isso faz deles legítimos na essência, pois adaptaram sua animosidade ao espírito do tempo direcionando sua hostilidade a Rússia, e não aos judeus e outras etnias. É uma forma tacanha de dizer que é uma "adaptação cultural no contexto da guerra". Mas essa lógica distorcida tem uma série de erros: primeiro, pelo fato de toda a mídia judaica – dos dois lados do espectro político –sempre ter feito uma caçada ao passado nazistas dos países do Leste Europeu. Até hoje, a mídia judaica não perdoa os poloneses por não admitirem culpa no Holocausto como um ato de consentimento nacional para esse evento fatídico; mesmo que muitos poloneses tenham morrido tanto nas mãos dos nazistas, quanto dos soviéticos. Embora boa parte dessa insistência (e hostilidade) por parte da mídia se dá pelo fato da Polônia ser um país ferrenhamente conservador, e seguro para judeus, sem nunca terem abandonado suas raízes conservadoras.

Dilacerando o Contexto histórico em prol da Narrativa

Para manter a narrativa, a mídia ignora uma série de fatos históricos, tais como: o conluio dos soviéticos com os nazistas alemães para invadir a Polônia (1939) – uma ação que os soviéticos patrocinaram pouco antes de serem traídos – que acarretou de fato no Holocausto e Auschwitz, e a  perseguição dos judeus poloneses e russos pelos próprios soviéticos, que não se entregaram durante as incursões sob o Pacto Ribentrop Molotov, e após a reocupação dos soviéticos de território polonês, na ‘libertação’ de Auschwitz. Os a mídia de modo geral, mas a mídia judaica, especialmente, fazem mais uma vez dos judeus uma moeda de troca, de modo que na guerra suja a coerência seja a primeira vítima, bem como a verdade. 

Outrora a Ucrânia era cobrada na mesma intensidade que a Polônia pelo seu passado de apoio a perseguição e massacre de judeus, então agora que finalmente a mídia encontra de fato um legado cultural que no passado promoveu o massacre de judeus, ela simplesmente beatifica, e dá as boas-vindas! Enquanto isso, veículos de comunicação desonestos como JP continuam tentando caçar neonazistas entre conservadores. Para não manchar Zelensky com o termo “nazista”, eles usam a dicotomia “extrema-direita”, como uma forma tanto de atacar indiretamente os movimentos de direita, como esvaziar e amenizar a natureza ideológica do Batalhão Azov. Nem o próprio primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, teve coragem de condenar Zelensky por fazer uso do Batalhão; o que mostra quem realmente está controlando o governo de Tel Aviv atualmente. Lamentável!

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