31 de ago. de 2017

[Vídeo] Alemanha – Jornalista é preso por postar fatos históricos no Facebook




Tradutores de Direita., 31 de agosto de 2017 


Ao comentar sobre os episódios cada vez mais recentes de censura no Facebook, frequentemente brincamos que, um dia, as pessoas serão presas, simplesmente, por falar a verdade. Pois bem: este dia chegou. A vítima é o jornalista Michael Stürzenberger, do jornal alemão Politically Incorrect. Michael postou em seu Facebook um artigo onde comentava sobre as colaborações entre oficiais nazistas e muçulmanos -- contribuições estas que não são estranhas a ninguém minimamente informado. Entretanto, mesmo declarando uma obviedade, Michael foi punido por um tribunal alemão à cadeia. Michael só não está na cadeia por ter conseguido liberdade condicional. Para completar, Michael afirma que a juíza compreendeu que ele dizia a verdade, mas que a sentença seria mantida, pois o fato histórico sobre o qual ele postou "poderia ser mal-interpretado". Sabemos bem o que isso significa.

Suécia – policial esfaqueado no pescoço em uma praça movimentada em Estocolmo

“Quando vocês encontrarem os incrédulos, ataque os seus pescoços”... (Alcorão 47:4). 



Policial sueco esfaqueado no pescoço em uma praça movimentada em Estocolmo. 


Mailonline, 31 de agosto de 2017 (Graças a Jihad Watch, por Robert Spencer). 






Um policial sueco foi esfaqueado no pescoço em uma praça movimentada em Estocolmo. 

Funcionários disseram que foi um ataque não provocado na Medborgarplastsen Square em que a faca foi aprendida após uma tentativa de assassinato. 

A França quer aumentar a pena das leis contra “discurso de ódio” e “transfobia”




LifeSiteNews, 30 de agosto de 2017 


Por Jeanne Smits


30 de agosto de 2017 (LifeSiteNews) Nunca diga nada calunioso, insultante ou que promova a discriminação contra homossexuais ou transsexuais na França, mesmo em privado. E lembre-se que a discriminação e o discurso de ódio têm um significado muito mais amplo do que se pode imaginar: de acordo com as leis anti-difamação modernas, seu escopo se estende apenas a uma afirmação negativa ou mesmo dizeres que indiquem que certos estilos de vida são moralmente reprováveis. 

Em um decreto emitido pelo governo no início deste mês, quando a grande maioria dos franceses estavam em suas férias ou tentando lidar com a letargia no meio do verão, um novo alvo no chamado “discurso de ódio” foi identificado. Novos tipos de medidas repressivas foram criadas para quem cometer “abuso” verbal ou tratamento diferente por causa da “identidade de gênero” –  mesmo em privado. 

30 de ago. de 2017

Google começa a repressão aos chamados vídeos “extremistas” do YouTube.




LifeSiteNews, 29 de agosto de 2017 






28 de agosto de 2017 (LifeSiteNews) – O Google está começando a sua “maior campanha de repressão” sobre vídeos “extremistas” do YouTube, que irá incluir a desativação de publicidade seguida por advertências sobre eles tornando o seu acesso mais difícil. 

A Bloomberg News obteve cópias das novas diretrizes do YouTube que é de propriedade da Google. “Discurso de ódio” é proibido. Vídeos “potencialmente controversos ou ofensivos” que não foram removidos ainda terão algumas de suas características debilitadas, de acordo com a Bloomberg

Os vídeos que serão censurados ou denunciados serão aqueles que contem “discurso inflamatório religioso ou supremacista”. 

24 de ago. de 2017

Chineses que violarem direitos humanos sofrerão sanções nos EUA




Epoch Time, 24 de agosto de 2017 






O Global Magnitsky Human Rights Accountability Act, que foi aprovado em 8 de dezembro de 2016 pelo Congresso dos EUA, por 92 votos a favor e sete contra, é um alerta para os violadores de direitos humanos em todo o mundo e particularmente aos da China.

O Ato permite que o presidente negue visto de entrada aos EUA e congele os bens ao alcance da jurisdição norte-americana, daqueles que violarem os direitos humanos ou funcionários públicos estrangeiros envolvidos em corrupção. Muitos chineses que estiveram envolvidos em corrupção ou crimes contra a humanidade, como a extração forçada de órgãos de prisioneiros de consciência – principalmente de praticantes do Falun Gong –, podem ser alvos da lei.

O País de Gales planeja “eliminar” a Síndrome de Down abortando bebês que o têm




LifeNews, 24 de agosto de 2017 



Por Steven Ertelt



O governo galês confirmou que o teste pré-natal não invasivo (NIPT) será introduzido no programa de triagem pré-natal no País de Gales. 

O anúncio da ministra da Saúde Pública, Rebecca Evans, confirma que o País de Gales seguirá a Inglaterra ao fazer o teste que estará disponível no NHS a partir de 2018. 

Ao longo do comunicado de imprensa, o NIPT é referido como um teste “mais seguro” para a Síndrome de Down, porque o teste tradicional de amniocentese invasiva tem um prequeno risco de causar aborto espontâneo. No entanto, a amniocentese é o que mais precisaria ser realizado para confirmar um diagnóstico. 
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