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21 de fev. de 2022

Dissecando o Movimento de Nova Era — Parte 3

A Queda de Lúcifer



Parte 3 — Em Suas Próprias Palavras



Nota: O texto a seguir é uma compilação de palavras do ex-assistente do Secretário-Geral da ONU, Robert Muller, e representa em parte sua versão de como o mundo poderá ser em um futuro não tão distante. Observe a mistura de política e religião no nível global.


Plano Para a Paz Mundial em 2010

Autor: Robert Muller


Primeira publicação: 10 de março de 2003.

Atualizado em 1 de janeiro de 2007.

"Não é suficiente falar sobre paz; é preciso acreditar nela. E não é suficiente acreditar, é preciso trabalhar por ela." — Eleanor Roosevelt.

29 de abr. de 2019

O Incêndio na Notre Dame e a Destruição da Europa Cristã

Gatestone, 27 de abril de 2019 









  • Apenas uma hora após as chamas começarem a subir na Catedral de Notre Dame, quando não havia a menor possibilidade de explicar as causas do incêndio, as autoridades francesas se apressaram em adiantar que o incêndio ocorreu em consequência de um "acidente" e "incêndio doloso foi descartado." As declarações soaram como todas e quaisquer declarações oficiais feitas pelo governo francês após a ocorrência de ataques na França na última década.
  • O incêndio na Catedral de Notre Dame ocorre justamente quando ataques contra igrejas na França e na Europa estão se multiplicando. Mais de 800 igrejas foram atacadas na França só no ano de 2018.
  • As igrejas na França estão vazias. O número de padres está diminuindo e os padres que estão na ativa na França estão muito velhos ou vêm da África ou da América Latina. Agora a religião dominante na França é o Islã. Todos os anos igrejas são demolidas para dar lugar a estacionamentos ou shopping centers. Mesquitas estão sendo construídas em todos os lugares e estão lotadas.



O fogo que destruiu grande parte da Catedral de Notre Dame, no coração de Paris, é uma tragédia irreparável. Ainda que a catedral seja reconstruída, ela jamais será a mesma. Vitrais e importantíssimas estruturas arquitetônicas foram seriamente danificadas e a moldura de carvalho totalmente destruída. A flecha da catedral era uma obra de arte sem igual. Ela foi desenhada pelo arquiteto Eugène Viollet-le-Duc que restaurou a catedral no século XIX, baseando seu trabalho em registros do século XII.

12 de fev. de 2019

Como o espectro do comunismo está governando o nosso mundo – Capítulo 10




Epoch Times, 11 de fevereiro de 2019. 




O espectro do comunismo não desapareceu com a desintegração do Partido Comunista na Europa Oriental


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Capítulo 10: Usando a lei para o mal

25 de fev. de 2022

Guerras e Rumores de Guerras: A Ucrânia em Ponto de Ebulição

Forcing Change, Volume 8, Edição 3.


Publicado originalmente em: 21/04/2014


Esta edição de Forcing Change examinará a situação na Ucrânia, pois a parte do mundo em que esse país está situado e a região adjacente são pontos-pivôs cruciais na geopolítica. É ali, naquele território entre o Mar Negro e a confluência setentrional dos afluentes do rio Dnieper, que o Oriente e o Ocidente estão envolvidos em um jogo de puxa-e-empurra. Por quê?

A complexidade da ordem global desde a queda da União Soviética somente aumentou. Em vez de uma estrutura singularmente ocidental dominar a cena internacional, como alguns analistas esperavam após a Queda do Muro de Berlim, testemunhamos o crescimento das visões concorrentes. As mais amplas Comunidade do Atlântico, OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte, ou NATO) e União Europeia, são e permanecem sendo blocos poderosos. Mas, existem outros atores regionais e eles se sobrepõem na arena global. A Rússia junto com a Comunidade de Estados Independentes, e a China junto com a Organização de Cooperação de Xangai, são dois exemplos. Acrescente a isto as interligações do comércio mundial, as linhas de transmissão da energia, as dívidas, acordos e tratados e o quadro torna-se cada vez mais complexo. Além disto, essas entidades em cooperação, ou em competição, interagem na Organização das Nações Unidas e dentro de outros organismos internacionais — cada uma com sua visão, cada uma com sua história. Algumas vezes, um país-chave torna-se o ponto-pivô para as influências em competição. É aqui que entra a situação da Ucrânia.

21 de jan. de 2022

Enganados Pelo Processo Dialético do Consenso


         Espada, 01/05/2011



          Autora: Berit Kjos Crossoad





Excerto do artigo Twisting Truth through Classroom Consensus (Torcendo a Verdade Por Meio do Consenso na Sala de Aula):

A tensão, criada pela diversidade, é essencial para o processo dialético. Ela energiza os membros e — quando manipulada por facilitadores experientes — produz sinergia. Não é possível guiar as pessoas em direção à síntese (a contemporização) se não existirem visões opostas — tanto "tese e antítese". Por este motivo, o processo do consenso precisa incluir todos os seguintes elementos:

30 de mai. de 2016

Rumo a uma Nova Civilização

Autor: Carl Teichrib, Forcing Change, Volume 8, Edição 8.


Nota: Redigi este ensaio um ano e meio atrás como um capítulo de um livro que planejei escrever. Entretanto, o projeto do livro não se confirmou e este "capítulo" terminou como um arquivo não aproveitado, armazenado no disco rígido de meu computador, porém nunca esquecido. Após fazer uma nova leitura do texto semanas atrás, notei a importância das informações e achei que valeria a pena apresentá-las.
O contexto está um pouquinho diferente. O ensaio deveria ser um instantâneo de um ano de minhas descobertas com as pesquisas realizadas no ano de 1995. Embora esse ponto de referência continue dominante no artigo, fiz uma revisão no texto — que de certa forma ainda é um rascunho —, removi as referências sobre aquele ano e acrescentei informações sobre a ideia de "Unicidade". Isto pode ter deixado o texto um pouco desconexo, pois "1995" não entra no quadro imediatamente.
Entretanto, é minha esperança que este ensaio o ajude a compreender melhor a vastidão e as possíveis consequências da mudança de cosmovisão que está ocorrendo no mundo atualmente. Ao mesmo tempo, ele lhe dará uma pequena visão de minha própria história de pesquisa e descobertas.
"Mude tantos elementos sociais, tecnológicos e culturais de uma só vez e você criará, não apenas uma transformação, não apenas uma nova sociedade, mas, no mínimo, o início de uma civilização totalmente nova." — Alvin e Heidi Toffler, Creating a New Civilization [1].

13 de jun. de 2018

Armando a Comunidade Internacional — Parte 2: A Guerra Fria, de 1946 a 1959

Armando a Comunidade Internacional — Parte 2: A Guerra Fria, de 1946 a 1959




Autor: Carl Teichrib, Forcing Change, Volume 5, Edição 6.


Leia primeiro a Parte 1.

Pressão de um lado e reação do outro. Se você se lembra da Guerra Fria, ela foi o arrasta-pé que o mundo testemunhou entre dois atores antagônicos, porém interconectados: o Ocidente — liderado pelos EUA e pela Grã-Bretanha contra Rússia e o Bloco Oriental. Essa dança sangrenta era expressada via guerras por procuração, negociações a portas fechadas nos encontros de cúpula, nas sombras das operações de espionagem e nos salões surreais das Nações Unidas, onde os diplomatas dos campos opostos se cruzavam diariamente.

Na primeira parte desta série "Armando a Comunidade Internacional", examinamos a história de uma Grande Ideia — o sonho de uma força militar internacional como uma extensão do "governo mundial". A cronologia foi iniciada em 1900 e terminou em 1945 e forneceu um apanhado geral dos indivíduos, conceitos e acontecimentos históricos que deram origem a essa busca por um mundo unificado.

2 de mar. de 2022

A Sociedade Fabiana e Seus Membros Atuantes no Passado e no Presente




Autor: Carl Teichrib, Forcing Change, Volume 3, Edição 4.



Desde janeiro de 2008, o mundo voltou sua atenção para o novo presidente americano, Barack Obama. Isto é compreensível, pois o carisma de Obama e seu slogan de campanha, "Mudança", despertaram a imaginação das pessoas nos EUA e em todo o mundo. A "mudança" está acontecendo; em vez de grande governo, existe agora o governo gigante e, em vez de níveis incontroláveis de dívida pública, o que existem agora são níveis inimagináveis de dívida pública. Nas questões mundiais, o presidente Obama assumiu uma posição decisivamente pró-internacional. Mas, Obama é agora um novo ator na política internacional e seu apoio público à governança global — conquanto real e documentável [2] — é relativamente brando em comparação ao seu colega no outro lado do Atlântico. Pelo menos por enquanto...

21 de set. de 2016

Alemanha – Obama agradece a Merkel pela política de portas abertas aos refugiados muçulmanos

O tamanho do problema





The Local De, 21/09/2016




O presidente dos Estados Unidos Barack Obama fez um agradecimento especial a Chanceler Ângela Merkel e a Alemanha na terça-feira nas Nações Unidas, elogiando-a por fazer “a coisa certa”.

Obama se dirigiu aos líderes mundiais na ONU em Nova York na terça-feira, falando sobre o tema da crise internacional dos refugiados e a necessidade de os países colaborarem mais para cuidar das pessoas que fogem das guerras violentas.

26 de fev. de 2022

A Dinastia Rothschild



(Condensado de 'Descent Into Slavery', de Des Griffin, Cap. 5)

Há muitos anos, as palavras banqueiro internacional, Rothschild, dinheiro e ouro, exercem certo tipo místico de fascínio sobre muitas pessoas em todo o mundo.

Ao longo dos anos nos Estados Unidos, os banqueiros internacionais tornaram-se alvos de muitas críticas de uma ampla variedade de indivíduos que ocuparam cargos de alto escalão de fé pública — homens cujas opiniões são dignas de nota e cujas responsabilidades os colocaram em posições em que eles sabiam o que estava acontecendo por trás dos bastidores da política e das altas finanças.

Andrew Jackson, o único dos presidentes americanos cuja administração aboliu totalmente o déficit público, condenava os banqueiros internacionais como um 'ninho de víboras' que ele estava decidido a 'desenraizar' do fulcro da vida americana. Jackson afirmava que se a população compreendesse como essas víboras operavam na cena americana, "haveria uma revolução antes do amanhecer".

13 de jun. de 2018

Armando a Comunidade Internacional — Parte 1: De 1900 a 1945

Armando a Comunidade Internacional — Parte 1: De 1900 a 1945




Autor: Carl Teichrib, Forcing Change, Volume 5, Edição 5.


Em um recente programa de rádio, fui questionado sobre as implicações internacionais de enviar forças para o espaço aéreo líbio. Embora eu não estivesse acompanhando as notícias minuto a minuto, a pergunta não me pegou desprevenido: R2P (Responsability To Protect) — a Responsabilidade de Proteger, também conhecida como Direito de Proteger.


Deixem-me dizer logo de início que não concordo com o governo inescrupuloso da Líbia, um governo que tem um histórico de repressão. De fato, a Jamairia (República) Árabe Popular e Socialista da Líbia (o nome oficial do país) está há muito tempo sob a liderança de um governante autoritário. Todavia, até alguns meses atrás, Muammar Gaddafi (ou Kadafi) e seu governo eram os queridinhos da comunidade internacional.

9 de jun. de 2017

As Raízes Revolucionárias da ONU


A Espada do Espírito, 26 de janeiro de 2006. 




As mentes radicais que estão por trás da Nova Ordem Mundial criaram um projeto socialista e totalitário de abrangência global. Rastreando os primeiros passos graduais rumo a um governo mundial, podemos encontrar o fundamento definido por uma mistura eclética de visionários socialistas, financistas globalistas, revolucionários comunistas, sociedades secretas, líderes da Nova Era, ricos capitalistas e suas fundações isentas de impostos.

4 de mai. de 2022

Uma Análise da Agenda do Controle Demográfico




Forcing Change, Volume 6, Edição 6.



"O controle da natalidade é uma questão de grande importância, particularmente em relação à possibilidade de um governo mundial..." [Bertrand Russell, 1].

"A fertilidade humana é agora a maior ameaça de longo prazo para os padrões humanos, tanto espirituais quanto materiais." [Julian Huxley, 2].

"O objetivo seria metade da população mundial atual, ou menos." [The Environmental Handbook, 1970, 3].

"Como podemos ajudar um país estrangeiro a se livrar da superpopulação? Claramente, a pior coisa que podemos fazer é enviar comida... Bombas atômicas seriam mais gentis..." [Garrett Hardin, 4].

De acordo com o Departamento do Censo dos EUA, a população mundial ultrapassou o marco dos 7 bilhões de habitantes em algum momento em meados de março de 2012. [5]. Mas, a verdadeira agitação ocorreu no ano passado, quando as Nações Unidas previram 31 de outubro de 2011 como a data simbólica da ultrapassagem. Antecipando-se ao grande evento numérico e ao futuro crescimento da população, o principal editor sobre ambientalismo da revista National Geographic, Robert Kunzig, fez a seguinte pergunta: "Conseguirá o planeta suportar a pressão demográfica?" [6].

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