GTV, 27/05/2022
Por Baron Bodissey
Ficou claro por pelo menos quarenta anos que a Suécia é líder quando se trata da feminização da cultura. A Noruega e a Dinamarca estão logo atrás, seguidas pelo resto da Europa Ocidental e Canadá, e depois pelos Estados Unidos.
A igualdade de gênero nas forças armadas só pode ser imposta sem consequências, desde que os militares feminizados não tenham que enfrentar um inimigo masculino em um campo de batalha real. Quando isso acontecer, os cadáveres femininos (e genderqueer) se acumularão rapidamente, com consequências políticas difíceis de prever com antecedência.
Muito obrigado ao LN por traduzir este ensaio do blog sueco Invandring och mörkläggning:





