Segundo o Times of Israel, e outros meios de comunicação, como o Jerusalem Post, o Batalhão Azov "se esvaziou do seu Neonazismo" e passou a ser uma força de combate regular legítima, pois está atuando contra as forças russas, e sob o comando do líder judeu ucraniano, Volodymyr Zelensky, um jovem líder do Fórum Econômico Mundial. Zelensky, que tem demonstrado ser uma pessoa não confiável pela condução do país o levando para a crise, mesmo tendo sido avisado reiteradas vezes sobre a iminente ameaça de invasão, mantém um bom relacionamento com grupos criminosos como o Batalhão Azov, o que de certa forma tornou as acusações (propagandísticas) russas plausíveis – ao menos aos olhos dos russos mais ideologicamente engajados.
5 de mai. de 2022
4 de mai. de 2022
O CDC rastreou milhões de aparelhos celulares para saber se as pessoas estavam respeitando as restrições
RBN, 04/05/2022
Por Ian Miles Cheong
Conforme detalhado pela VICE, os pesquisadores levantaram sérias preocupações sobre como os dados de localização podem ser (fornecidos) anônimos e usados para rastrear indivíduos específicos.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças supostamente compraram acesso a dados de localização coletados de dezenas de milhões de telefones nos Estados Unidos para realizar uma análise de quantas pessoas estavam seguindo os mandatos de bloqueio e toque de recolher da agência.
Consumidores belgas acusam nervosismo com subida do custo de vida
Euronews, 04/05/2022
Por Méabh Mc Miahon
A inflação na zona do euro atingiu números recorde e na Bélgica, passou os 8%.
Com mais gastos em alimentos, transportes e serviços públicos, os consumidores acusam a pressão na carteira.
Não estão em pânico mas também não escondem o nervosismo.
Há receio de que a guerra na Ucrânia provoque ainda mais pobreza e exclusão social na Europa, ainda a recuperar de uma pandemia e de anos de austeridade.
Novas sanções contra Rússia. Bruxelas propõe embargo total ao petróleo
Euronews, 04/05/2022
Por Pedro Sacadura & Aida Sanchez Alonso
Há uma nova ronda de sanções europeias contra a Rússia à vista e, desta vez, o petróleo, uma importante fonte de receitas para o Kremlin, está mesmo na mira.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs, esta quarta-feira, aos 27 Estados-membros, a eliminação gradual das importações de petróleo bruto no prazo de seis meses e de produtos refinados até ao final do ano.
“Nos certificaremos de que eliminaremos gradualmente o petróleo russo de forma ordenada, de modo a permitir-nos, e aos nossos parceiros, assegurar rotas de abastecimento alternativas e minimizar o impacto nos mercados globais. É por isso que iremos eliminar progressivamente o fornecimento russo de petróleo bruto no prazo de seis meses e de produtos refinados até ao final do ano”, anunciou Ursula von der Leyen durante um discurso proferido no Parlamento Europeu, em Estrasburgo.
Rússia reforça presença nas cidades ocupadas e reforço militar da UE à Moldávia
Euronews, 04/05/2022
A cidade portuária de Berdyansk, no sul da Ucrânia, foi tomada pelas forças russas poucos dias depois do início da invasão da Ucrânia em finais de fevereiro.
De acordo com o Kremlin, praticamente não enfrentou qualquer resistência. A administração local agora controlada pela Rússia organizou uma visita de imprensa para jornalistas ocidentais.
Controlar este território é um objetivo estratégico que pretende estabelecer uma ligação por terra até à Crimeia.
UE lamenta que o Mali vire as costas aos parceiros tradicionais
Euronews, 04/05/2022
Por Teresa Bizarro
"Lamentável" - é a palavra escolhida pela União Europeia para classificar o corte de relações entre o Mali e a França. A junta maliana de transição, no poder, denunciou esta semana os acordos de defesa entre Bamako e Paris. Esclareceu que a decisão retira base legal para a França operar em solo maliano.
Para Bruxelas, é um revés no combate ao terrorismo. "Tomamos nota da decisão unilateral das autoridades de transição no Mali. Esta decisão é lamentável e é mais uma numa lista de decisões tomadas pelas autoridades de transição em relação aos seus parceiros tradicionais," diz o porta-voz da Comissão Europeia para os Negócios Estrangeiros. Peter Stano acrescenta que a União Europeia considera "que esta atitude não conduz a um clima pacífico e à cooperação de que todos precisamos para enfrentar os movimentos terroristas."





