DN, 22 de setembro de 2017
Carrie DeKlyen sofria de uma forma agressiva de cancro cerebral mas decidiu não avançar com os tratamentos de quimioterapia para poder continuar a gestação. Mas Life Lynn viria a morrer às duas semanas
Carrie DeKlyen, mãe de cinco natural de Wyoming, EUA, sofria de uma forma agressiva de cancro cerebral quando descobriu que estava grávida de oito semanas, em março.
Os médicos deram à mulher de 37 anos duas hipóteses: ou prolongava a sua vida através de tratamentos de quimioterapia, o que iria colocar termo à gravidez, ou poderia manter o bebé, assinando assim a sua própria sentença de morte.





