29 de mar. de 2017

Governo egípcio se encolhe perante ataques perpetrados contra cristãos




CP, 29 de março de 2017. 



Por Rod Anderson



Cristãos egípcios que recentemente fugiram de suas casas após uma sequência de “ataques direcionados” dizem que receberam uma resposta “apática” das autoridades governamentais quando procuraram proteção contra extremistas islâmicos radicais. 

Centenas de famílias cristãs foram forçadas a abandonar as suas casas no norte da Península do Sinai após o assassinato de pelo menos sete cristãos na cidade costeira de Al-Arish, de 30 de janeiro a 23 de fevereiro. 

De acordo com ativistas dos direitos humanos egípcios que conversaram com a organização não-governamental internacional Human Rights Watch, famílias que fugiram de Al-Arish e agora vivem a oeste do Canal de Suez disseram que os ataques perpetrados contra a comunidade cristã se encaixava no molde de ataques anteriormente realizado por afiliados do Estado Islâmico no Sinai. 

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Brexit: Carta de Theresa May já foi entregue em Bruxelas

O momento em que Tim Barrow, representante do Reino Unido na União Europeia, entrega ao Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, a carta que abre formalmente o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.



RTP, 29 de março de 2017. 



Por Sandra Salvado



A primeira-ministra britânica já fez chegar a Bruxelas a carta para acionar o artigo 50 do Tratado de Lisboa, que abre formalmente o processo de saída, até hoje inédito, do Reino Unido da União Europeia. O documento foi entregue esta quarta-feira por Tim Barrow, representante do Reino Unido na União Europeia ao Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

Nove meses após a vitória do Brexit no referendo 23 de junho dá-se o início do processo para a primeira saída de um Estado-Membro da União Europeia. Depois da ativação do artigo 50 do Tratado de Lisboa, seguem-se dois anos para concluir as negociações, que se adivinham delicadas entre Londres e os 27.

28 de mar. de 2017

Parlamento escocês autoriza novo referendo pela independência




Euronews, 28 de março de 2017. 






Nicola Sturgeon vai poder propor um novo referendo à independência da Escócia, mesmo se já sabe que o governo britânico se vai opor.

O parlamento escocês aprovou a proposta da primeira-ministra, que pretende, com este novo voto, evitar que a Escócia sofra os efeitos do Brexit.

A Escócia votou, na maioria, pela permanência na União Europeia, o que fez Sturgeon desenterrar a ideia do referendo. Em 2014, o “não” à independência ganhou por menos de dez pontos.

Guerra na Síria consolidou as relações entre a Rússia e o Irão



Euronews, 28 de março de 2017. 



Foi à volta desta mesa em Astana, no Cazaquistão, que a cooperação entre a Rússia e o Irão se consolidou nos últimos meses. As potências europeia e oriental, juntamente com a Turquia, roubaram o protagonismo aos Estados Unidos e tomaram as rédeas das negociações sobre o futuro da Síria.

Os posters que se vêm nas ruas de Alepo com as fotografias de Assad, Putine, o ayatollah Khameini e Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah libanês mostram, por si só, a aliança geopolítica local, criada em torno do conflito sírio.

As tropas russas e iranianas, aliadas de Bachar Al Assad, contribuiram fortemente para a tomada da cidade pelo regime de Damasco.

Governo canadense sob fogo cruzado por sua política de financiamento do aborto internacional




The Christian Institute, 28 de março de 2017. 



O governo canadense foi acusado de “imperialismo cultural ocidental”, depois de ter prometido financiar o aborto em países do terceiro mundo. 

O arcebispo católico romano Cardeal Thomas Collins escreveu ao primeiro-ministro Justin Trudeau, expressando sua “profunda preocupação e decepção” pelo Canadá ter prometido US $ 650 milhões para permitir o acesso ao aborto. 

Em sua carta a Trudeau, o Cardeal Collins disse que é “arrogante que as nações ricas e poderosas ditem quais prioridades os países de terceiro mundo devem adotar”. 

27 de mar. de 2017

Rússia: Prisão de líder de oposição e proibição de protestos com prisões




Euronews, 27 de março de 2017. 



Por Nelson Pereira



O líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi conduzido a tribunal esta segunda-feira, um dia depois de ser detido durante as manifestações de protesto contra o governo e a corrupção da elite política.

Entretanto, a União Europeia pediu às autoridades russas a libertação de Navalny e dos restantes manifestantes detidos.

A chefe da diplomacia comunitária, Federica Mogherini, criticou num comunicado que a detenção de centenas de manifestantes pacíficos, incluído o líder da oposição, tenha impedido “o exercício da liberdade básica de expressão, associação e reunião, que são direitos fundamentais da Constituição russa”.
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