30 de set. de 2016

Suécia – polícia sueca “em crise” diz a chefe da União

Uma foto de arquivo de policiais suecos


The Local SC, 30 de setembro de 2016. 



Uma grande união para policiais na Suécia descreveu a autoridade policial do país como estando “em crise”, em resposta a um relatório sobre como a reestruturação em grande escala do corpo de polícia está progredindo. 

Os comentários da União da polícia sueca vieram após a divulgação de um relatório que o governo encomendou a Agência Sueca para a Gestão Pública (Statskontoret) para reorganização da polícia da Suécia. 

A Suécia tinha 21 forças policiais por condado, um Conselho Nacional de Polícia e Laboratório Nacional de Ciência Forense, mas elas foram fundidas para formar a Organização de Polícia sueca em janeiro de 2015. 

29 de set. de 2016

Suécia – a polícia de Malmo pede ajuda: “Nós estamos nos afogando em homicídios”




Speisa, 29 de setembro de 2016. 



A Suécia está no caos: após o assassinato a tiros de domingo a polícia de Malmo está pedindo ao resto da Suécia por ajuda. “Nossas forças estão esgotadas,” diz o chefe de polícia. 

Após o tiroteio de domingo, em Malmo, onde um homem de 19 anos foi morto e outros três feridos por tiros, a polícia local agora diz que com tão grande número de investigações de assassinatos em curso, agora eles precisam procurar ajuda da polícia no resto da Suécia. 

A polícia em Malmo é confrontada com seis diferentes tipos de investigações de assassinatos só este ano, pelo menos 20 tiroteios desde julho, e uma onda de crimes de carros incendiados e outros crimes neste verão. 

Presidente do Afeganistão assina acordo com senhor da guerra





Euronews, 29 de setembro de 2016. 



O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani Ahmadzai, formalizou um acordo de paz com o Hezb-i-Islam, o grupo armado liderado por Gulbuddin Hekmatyar, conhecido como “o carniceiro de Cabul” e considerado um terrorista global pelos Estados Unidos.

O acordo garante imunidade ao dirigente do movimento armado e abre uma via ao possível regresso à política de Hekmatyar, que ratificou o documento por vídeo e que vive em parte incerta há anos.

Índia ataca "base terrorista" em território controlado pelo Paquistão




Euronews, 29 de setembro de 2016. 



Por João Paseiro Monteiro



A tensão militar entre a Índia e o Paquistão volta a subir em Caxemira. Islamabad acusa Nova Deli de matar dois soldados paquistaneses, enquanto o gigante do sul afirma ter realizado uma operação antiterrorista, como expllica o tenente-general Ranbir Singh, o comandante das operações militares:

O exército indiano conduziu ataques cirúrgicos na última noite. Durante estas operações antiterroristas causámos várias baixas aos terroristas e àqueles que tentam apoiá-los.”

Famílias das vítimas do 11 de setembro podem processar Arábia Saudita




Euronews, 29 de setembro de 2016. 



As famílias das vítimas dos atentados do 11 de setembro podem agora processar a Arábia Saudita. Um tribunal norte-americano deu-lhes legitimidade, para argumentar que o regime saudita apoiou os terroristas envolvidos nos ataques.

Quinze dos 19 piratas do ar eram sauditas. Mas nunca foi provada a responsabilidade do Arábia Saudita. Até agora, os Estados Unidos tentaram proteger este aliado no Médio Oriente. Nesta quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos anulou o veto do presidente Obama e o “Justice Against Sponsors of Terrorism Act” passou a lei.

Convite a "vão-se a eles" abre nova frente da guerra diplomática russo-americana

Imagem que define a atual política externa de Obama


RTP, 29 de setembro de 2016. 



Por Andrade Ramos



O porta-voz da Secretaria de Estado dos EUA, John Kirby, afirmou na quarta-feira que a Rússia poderá ser atacada por grupos terroristas se não modificar a sua política na Síria. Na resposta, a homóloga russa de Kirby, Maria Zakharova, afirmou que estas palavras parecem muito uma ordem de "vão-se a eles".

O recado de Kirby, o mais recente na pressão feita pelos Estados Unidos sobre a Rússia para esta deixar de apoiar o Presidente sírio Bashar al-Assad, foi deixado numa conferência de imprensa. 

Se a guerra na Síria continuar, "mais vidas russas irão perder-se, mais aparelhos aéreos russos serão abatidos", disse Kirby.

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