Syed Salahudeen, o chefe da Hizbul Mujahideen – um grupo separatista de Caxemira que é designado como uma organização terrorista pela Índia, a União Europeia e os Estados Unidos, ameaçou uma guerra nuclear contra a Índia sobre a questão de Caxemira.
Em um comunicado emitido alguns dias atrás, Salahudeen disse que o Paquistão deve estar preparado para uma “quarta guerra” com a Índia, conforme este seja o dever moral e político de Islamabad, em fornecer suporte substancial à luta pela liberdade em curso em Caxemira. Ele também disse que, conforme em Caxemira as pessoas estão dispostas a se comprometer, o Paquistão deve ajudar Caxemira a se tornar uma nação separada.
O governo francês pediu aos membros do público para receberem os refugiados em suas casas porque os centros oficiais de asilo não podem mais lidar com a demanda.
A ministra de habitação francesa Emmanuelle Cosse, instou os membros do público francês a considerar receber refugiados, conforme os abrigos de asilo não podem lidar com o grande número de indivíduos.
A ministra disse que o governo estaria oferecendo incentivos para as instituições de caridade que pudessem ajudar a configurar situações de habitação entre os refugiados e o público.
Com a Turquia a apertar o cerco aos alegados implicados no golpe de Estado fracassado do último mês, o governo de Ancara denunciou a fuga de vários diplomatas, que supostamente estariam do lado dos golpistas.
Um dos casos é do adido militar no Kuwait, apanhado na Arábia Saudita e extraditado. Outro tem a ver com dois adidos militares na Grécia, como explicou o ministro turco dos Negócios Estrangeiros: “No dia 6 de agosto, embarcaram num ferry de Igoumentisa, juntamente com as famílias, em carros privados, rumo a Itália. Os vídeos das câmaras de vigilância foram todos examinados, a nosso pedido, o que foi confirmado pelas autoridades gregas”, explicou Mevlüt Çavuşoğlu numa entrevista televisiva. Os dois diplomatas terão fugido antes que as autoridades lhes confiscassem os passaportes diplomáticos.
A Turquia conseguiu, entretanto, a extradição de Abdullah Büyük por parte da Bulgária. Trata-se de um alegado responsável por operações financeiras da organização de Fethullah Gülen, que Ancara classifica de terrorista e acusa de estar por detrás do golpe.
Büyük tinha pedido asilo à Bulgária. A decisão de o extraditar está a criar uma divisão no governo de Sófia. A ministra do Interior diz que o processo aconteceu de forma ilegal.
Na Turquia, continuam as detenções. Só este domingo, foram detidos 18 juízes, alegadamente ligados à tentativa de golpe.
Os policiais foram forçados a atirar em um homem empunhando uma faca que estava aterrorizando compradores com gritos de “Alá Akbar”.
O incidente ocorreu na terça-feira à tarde em Spijkenisse, num subúrbio perto da cidade de Roterdã, no oeste da Holanda.
A polícia avistou um homem de 35 anos no local, perto da estação central de metro em Spijkenisse fazendo movimentos perigosos com uma faca de açougueiro.
A polícia isolou a cena do crime após disparar contra o homem que empunhava a faca. Ele está agora no hospital depois de ter sido baleado.
Duas bombas explodiram em Hua Hin, um resort turístico na Tailândia, dá conta a BBC.Há pelo menos 11 feridos a registar, dão conta as autoridades locais, que admitem que entre os feridos há turistas estrangeiros.
As duas bombas terão explodido em simultâneo. Estariam escondidas em vasos e terão sido detonadas recorrendo a telemóveis.
A mesma BBC adianta que há alguns ataques semelhantes a registar no país, mas apenas nas três províncias mais a sul, onde há um grupo separatista. Ataques em zonas turísticas são raros, salienta-se.
Aaron Driver, após ter tomado a decisão fatal de se converter ao culto à morte jihadista declarou a CBC no ano passado que “Não achava que os muçulmanos pertenciam ao Ocidente e que os seus modos de vida não eram compatíveis com o do Canadá.” Um pouco mais de um ano, Driver, cujo nome muçulmano era Harun Abdurahman, seria morto a tiros pela polícia, após ter sido visado “com informações credíveis de que era uma potencial ameaça terrorista”, que queria pôr em prática ataques; foi quando o Driver “detonou um dispositivo, ferindo a si mesmo e a outra pessoa.”