Em 2002, Gamal Abdel-Hafiz estava no FBI, e se recusou a realizar uma gravação secreta de um suspeito muçulmano. Ele disse: “Um muçulmano não investiga outro muçulmano”. Isso foi bastante controverso, e houve pedidos para que fosse demitido. Mas agora as raposas possuem o galinheiro, e estão a aconselhar o presidente sobre como lidar com a ameaça terrorista. Isso explica muita coisa.
Abdel-Hafiz deveria ter sido demitido em 2002, imediatamente após a demonstração de que sua lealdade ao Islã era maior do que sua lealdade aos Estados Unidos. Em vez disso, ele está agora em uma posição de maior influência do que nunca.
Jihadwatch
Por Robert Spencer
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| Gamal Abdel-Hafiz |
Conselheiro de Segurança Interna exige Registro Nacional de armas
PJ Media, 20 de junho de 2016.
Por Patrick Poole
Na sequência do ataque em Orlando, a narrativa política dominante na mídia estava em torno do controle de armas e de reivindicações de doença mental por parte do suspeito que agora estão desacreditadas (reivindicações que incluíam sua homossexualidade).




