11 de dez de 2016

Atentado na Turquia: autoridades apontam o dedo ao PKK e prometem vingança




Euronews, 11 de dezembro de 2016. 



Na Turquia, tiveram lugar este domingo lugar os funerais das 38 vítimas mortais do duplo atentado ocorrido no sábado em Istambul próximo ao estádio do Besiktas.

Na cerimónia fúnebre, o ministro do interior prometeu vingança apontando o dedo a extremistas curdos, em particular do partido curdo, PKK.




Os atentados contudo não foram reivindicados.

Segundo as autoridades, a viatura armadilhada e o bombista suicida teriam visado especificamente as forças da ordem.

Ambas as explosões ocorreram duas horas após a partida de futebol entre duas equipas da primeira divisão turca, o Besiktas e o Bursaspor.

Segundo as autoridades, 13 pessoas foram detidas devido a alegadas ligações a este duplo atentado.

Veja aqui a reação dos jornalistas num estúdio de televisão situado nas proximidades do estádio.

O primeiro-ministro declarou um dia de luto nacional em memória das vítimas deste duplo atentado.

Para além das 38 vítimas mortais, registaram-se ainda 155 feridos.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, condenou os ataques e outros líderes europeus enviaram mensagens de solidariedade.




Istambul voltou a ser palco de um atentado terrorista: pelo menos 29 pessoas morreram e outras 166 ficaram feridas em duas explosões no coração de Istambul.

Um carro armadilhado explodiu junto a uma viatura de transporte da polícia, às portas do estádio da equipa de futebol Besiktas, duas horas depois de um jogo. Uma segunda explosão, que o vice-primeiro-ministro turco atribuiu a um bombista suicida, teve lugar menos de um minuto depois no parque Macka, a curta distância do estádio.


Veja aqui a reação dos jornalistas turcos no momento das explosões.

Para já o duplo atentado não foi reivindicado, mas Istambul foi visada, este ano, por vários ataques atribuídos a “jihadistas” do grupo extremista Estado Islâmico e aos rebeldes separatistas do Partido dos Trabalhadores do Curdistão. O ministro do Interior, que avançou o último balanço de vítimas, disse que a maioria dos mortos são polícias e que foram efetuadas dez detenções.

As explosões ocorreram num bairro turístico da parte europeia da capital financeira da Turquia, entre a emblemática praça Taksim e o palácio de Dolmabahçe. O presidente Recep Tayyip Erdogan afirmou que as explosões “tinham como objetivo causar o maior número possível de vítimas”.

Segundo meios de comunicação turcos, as autoridades efetuaram uma detonação controlada de uma terceira bomba, encontrada na mesma área.

Estados Unidos, NATO e vários líderes europeus, incluíndo o presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, condenaram os ataques e enviaram mensagem de solidariedade.

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