17 de jul de 2016

Primeiro-ministro francês diz que combate ao terrorismo será longo e provocará vítimas inocentes

Prólogo


Valls disse que não havia meios para o terrorista, além do caminhão, e que por isso ataques como este são quase que imprevisíveis. Dentro do caminhão havia armas e granadas. Se isso não são meios, então eu não sei mais o que são! Talvez se não houvessem guardas por perto para abater o terrorista, ele provavelmente sairia do caminhão atirando e lançando granadas, ou lançando-as dentro do caminhão, para que pudesse pegar o maior número de vítimas na explosão. Outro ponto e essa dicotomia idiota da “radicalização”: como assim radicalização? De novo? Das outras vezes foram radicalizados os islamitas? Eles chamam de “radicalização” a costumeira prática da Xaria islâmica, que insta os adeptos ao Jihad. Esses líderes falam de radicalização, sem nunca mencionar o ponto exato onde ela ocorre. As mesquitas são inexoráveis, e nunca são abertas para aqueles que procuram compreender a natureza incruenta do Islã. E mesmo que fossem, eles não iriam querer expor essa natureza, porque são complacentes com os crimes oriundos da religião muçulmana. 


Valls pede para que os cidadãos se acostumem com o terrorismo; isso é o mesmo que dizer para o povo do Rio de Janeiro se acostumar com as chacinas diárias pela cidade, a luz do dia, ou tarde da noite. As autoridades policiais francesas têm toda razão: eles não têm meios o suficiente para inibir ataques terroristas, pois estão ocupados demais apanhando de grevistas franceses sindicalistas, por causa das medidas impopulares do governo socialista que arruinou a economia da França, e que por conta disso causa fúria nos sindicalistas que por sua vez atacam os policiais que tentam manter a ordem. Os muçulmanos radicais nas ruas de Paris que todo ano queimam carros e tocam o terror são uma boa prova da ineficácia da polícia, por conta da má gestão da segurança pública francesa. Jihadistas que perseguem policiais e soldados fora de serviço; Valls foi peitado recentemente por um policial exatamente por essa falta de comprometimento com as forças de segurança, em lhes dar maior auxílio logístico e em equipamentos, para que assim, melhor preparados eles possam efetuar os seus serviços. 

Não existe radicalização, existe o Islã. O Islã é radical, e com essa mistura de socialismo apaziguador torna-se um coquetel muito mais letal para os cidadãos franceses. Valls fala de unidade nacional; a única unidade que estamos vendo é aquela em torno de caixões sendo enterrados com vítimas inocentes, que acreditaram em sua narrativa anterior de “unidos nós podemos”, quando ele e esses líderes que apelam por unidade são covardes, omissos e complacentes com os crimes e com a natureza incruenta do Islã. Os atentados podem ser antecipados, como outros poderiam ter sido, pois assim como este caso, o assassino em questão estava na mira das autoridades, que preferiram ficar de braços cruzados; talvez não querendo prender prontamente o tal para não se passarem por "preconceituosos islamofóbicos". 

Manuel Valls o Beltrame da França


DN, 17 de julho de 2016. 

Valls sublinhou que este tipo de atentados, cometidos de forma individual e sem grandes meios, são os mais difíceis de antecipar

O primeiro-ministro francês advertiu hoje que o terrorismo passará a fazer parte do dia-a-dia das pessoas durante muito tempo. Manuel Valls mostrou-se convencido de que o combate se pode ganhar, mas vai ser longo e provocar vítimas inocentes.

"Sejamos claros. A ameaça terrorista é uma questão central, duradoura", disse Valls numa entrevista ao diário Le Journal du Dimanche (JDD), três dias depois do ataque em Nice, que provocou 84 mortos e mais de 200 feridos.

Valls, citado pela agência Efe, sublinhou que este tipo de atentados, cometidos de forma individual e sem grandes meios, são os mais difíceis de antecipar. "A ameaça muda de forma", disse o chefe de Governo francês, que recordou que as forças da ordem "trabalham dia e noite" para tentar impedir atentados.

O autor do massacre de Nice, reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico, era Mohamed Bouhlel, um tunisino de 31 anos que as autoridades acreditam que se tinha radicalizado há pouco tempo e de forma muito rápida.

Valls destacou que esta reivindicação e rápida radicalização do autor "confirma o caráter islamista" do ataque.

Insistiu que "o risco zero não existe" e lamentou a atitude de certos líderes da oposição em França, que acreditam que o ataque poderia ter sido impedido se se tivessem disponibilizado mais meios.

Dizer isto - acrescentou - "é mentir aos nossos concidadãos e não ter entendido a natureza do desafio que temos perante nós".

O primeiro-ministro francês considerou que todo o debate é legitimo, mas que tal reação segue o jogo dos terroristas, advertindo que vai ser necessário que as pessoas se acostumem à ameaça e a responder a ela "através da unidade nacional".

Na quinta-feira à noite, um camião avançou durante dois quilómetros sobre uma multidão que estava na Promenade des Anglais (Passeio dos Ingleses), em Nice, a assistir ao fogo-de-artifício para celebrar o dia de França.

O último balanço das autoridades francesas aponta para 84 mortos e mais de 200 feridos. Pelo menos um cidadão português ficou ferido no ataque, confirmou o Governo.

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