16 de mai. de 2016

BBC diz que é “muito cristã” e promete fazer mais programas muçulmanos, sikhs e hindus

Prólogo

A BBC, rede de TV e rádio divulga programas religiosos fabricados para o público. O que você precisa saber da BBC é que ela é uma espécie de Rede Globo, ou CNN. A emissora, assim como a Globo é a maior no país, e recebe verba direto do governo – não muito semelhante a Globo, que, embora não deixe isso bem aparente, aqueles que procuram saber por mecanismos de transparência podem sempre constatar isso – e já não é novidade que os principais veículos de mídia no país recebem dinheiro do governo. Tal como a Globo, a BBC tem uma grade religiosa – escassa, mas tem – e num horário imperceptível – e com apresentadores e conteúdo “daquele jeito”, e religiosos do mesmo naipe. 


Não é difícil concluir que o tipo de representatividade da BBC para o público cristão é o pior possível, e os únicos que se dispõem a ser audiência de suas programações são os teimosos, ou os “cristãos” progressistas. Pois uma emissora que fala mal do Cristianismo dia e noite, não pode agradar um cristão verdadeiro, a não ser aqueles que têm uma índole semelhante ao da BBC. A Globo faz a mesma coisa: há programação religiosa, visando certos grupos cristãos, e traz consigo algumas figuras que falam em tom jocoso, de modo a passar uma imagem de unidade e harmonia, jamais fazendo críticas a questões contundentes para a fé cristã. O intuito do programa é passar uma imagem tosca de tolerância, e de assimilação por parte dos cristãos a outras fés, assim, fazendo com que o público seja moldado aos poucos. 

A BBC alega que tem 2,5 milhões de audiência, mas a realidade é outra se formos pôr no papel. A única coisa que a emissora difunde, é o diálogo inter-religioso, para fins de destruir a fé cristã, mesclando-a com outras fés “progressistas”. Só isso! De resto, sua programação se dedica a destruição da família, e a vilipendiar o Cristianismo




ExpressUK, 15 de maio de 2016.


Por Ross Logan. 


A BBC deve dar mais tempo de transmissão para programas religiosos para fins que não sejam cristãos, conclui o relatório do chefe da própria corporação. 

Os horários poderiam ser alterados para dar espaço a transmissões ao vivo das mesquitas, com cobertura estendida para celebrações do Eid, de acordo com líderes muçulmanos. As sugestões vieram depois que Aaqil Ahmed, chefe da BBC de religião cultura e ética, disse que a produção atual da emissora era “muito cristã” em uma revisão interna, agora a ser considerada pelo diretor geral Lord Hall. O senhor Ahmed recomendou aumentar o número de programas para muçulmanos, sikhs e o público hindu para equilibrar a cobertura Cristã “desproporcional.

No entanto, mais tarde, ele descreveu o Cristianismo como a “pedra angular” de suas produções em meio a preocupações populares da longa duração das apresentações como o Canções de Louvor que poderia ser retirado. Em um comunicado, o senhor Ahmed disse: “O Cristianismo continua a ser a pedra angular das nossas produções e tem mais horas dedicadas a ele do que para outras religiões. Nossa produção nesta área não será estática, apesar de tudo. Ela tem evoluído ao longo dos últimos anos, e nós vamos avalia-la regularmente.”. 

Um porta-voz da BBC confirmou que Canções de Louvor não seria descartado em qualquer shake up de sua produção religiosa, dizendo que não havia “absolutamente nenhum problema de um ou outro”. 

Na semana passada, o secretário da cultura John Whittingdale's não deixou BBC passar em branco, e pediu maior foco em públicos minoritários mal contemplados, enquanto o senhor Lenny Henry descreveu a empresa como “uma instituição opressiva” e “muito, muito branca”, em tom condenável numa entrevista a um jornal. 

A produção religiosa da BBC atualmente inclui Canções e Louvores no domingo pelas manhãs ao vivo na televisão, além de pensamentos para o dia e atos de adoração no rádio. 

Orações televisivas de sexta-feira a partir duma mesquita seria uma forma de melhor atender as expectativas dos espectadores muçulmanos, sugeriu Ibrahim Mogra, do Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha, acrescentando que não deve vir à custa de programas cristãos. 

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