6 de mar de 2016

Exposto: crescente problema da Alemanha com imigrantes que se voltam para o crime – e que não podem ser deportados.





ExpressUK, 04 de março de 2016.



Por Allan Hall.



Meninos nórdicos e imigrantes africanos que chegam à Alemanha entram imediatamente no mundo do crime – com conhecimento prévio de que não serão deportados – e estão frustrando o trabalho das autoridades.·.

Existem hoje 70 mil menores desacompanhados na Alemanha e somente um número inferior de 100 deles retornou ao seu país de origem no ano passado. 


Surpreendentemente, mesmo aqueles que cometeram crimes são autorizados a permanecer porque eles alegam ser menor de idade, e uma lei foi promulgada em 2015 para não forçar a deportação de menores de idade desacompanhados. 

David Seeger, um assistente social que lidou com os recém-chegados não acompanhados do Norte da África em um centro ao sul da Alemanha no ano passado, disse: "Eles vieram de Barcelona para cá e dentro de alguns meses estavam mexendo com drogas, e ameaçando funcionários, e batendo em guardas de segurança. Duas pessoas foram detidas por roubo. O restante se mudou em Outubro.”. 


Um colega dele acrescentou dizendo: “Eles saíram, e atacaram pessoas, usaram cocaína, e espancaram os guardas de segurança e foram dormir. Esses caras são superdifíceis, e foram super desagradáveis com a Polícia.”. 

Muitos deles são marroquinos: o grupo é tido como estando por trás dos muitos ataques de refugiados na Alemanha, incluindo o do frenesi sexual, em Colônia, na véspera de Ano Novo, incluindo quando as gangues de requerentes de asilo molestaram sexualmente e roubaram centenas de mulheres em todo país que seguravam cartazes de boas-vindas, e que queriam recepcionar os requerentes de asilo. 

Um jornal alemão, Die Welt, localizou alguns desses jovens em sites de redes sociais como o Facebook e acrescentou dizendo: “É um estilo de vida de gangues que viajam com diferentes classes para o paraíso de gangues, relógios de marca, luta de cães, e uma foto do grupo sob um capo de carro de Polícia, e de braços dados numa danceteria, fumando maconha no palco.”. 

O jornal está citando o caso de Hamdi – que não é o seu nome real – depois de seu desparecimento sem aviso prévio (naquele episódio dos 13 mil que sumiram subitamente) do centro de alojamento sul da Alemanha. De acordo com o seu supervisor ele vive na Suécia agora. 

Ele disse as autoridades alemãs que tem 20 anos, embora não existam documentos que comprovem isso. 


Ele postou selfies de si mesmo com outros norte africanos, como estando em Paris, Bruxelas, Málaga e Bremen nos últimos meses. 

Há também uma dele com sua gangue entre montanhas de notas e moedas de euros, com os dedos médios levantados em desafio perante a câmera. 

Embora nem todas as crianças sejam desacompanhadas como Hamdi, mais e mais cidades e municípios alemães têm relatado problemas com os jovens desacompanhados dos pais. 

Eles tendem a não fazer pedido de habitação e são atendidos pelo sistema de assistência social do país. 

Isso pode ter um custo de € 50.000 por ano por criança estrangeira.

Um projeto chamado de NAFRI – a abreviatura alemã para os múltiplos norte africanos delinquentes – mostra que 22.00 crimes cometidos por mais de 17.00 suspeitos durante o ano passado são dos países do da África do Norte e do Magrebe; Marrocos, Argélia e Tunísia.

De acordo com um relatório de 2015 da Polícia de Colônia que, diz: “Esta é uma grande parte dos chamados refugiados menores não acompanhados, que são atendidos pelos serviços de proteção à criança. Eles então são transferidos para instituições locais de proteção aos jovens, aonde normalmente são dadas novamente como desaparecidas dentro de algumas horas.”. 

Além de seus impulsos criminosos, os altos custos para tentar cuidar deles está causando revolta entre os políticos. 

O presidente do grupo parlamentar e deputado conservador do CDU, no Bundestag, Michael Kretschmer, disse: “Na Alemanha, os custos para a supervisão dos menores estrangeiros não acompanhados, dependendo do estado em que se encontram, está entorno de 40.000 a 60.000 euros por ano. Com esse montante, poderíamos ajudar mais pessoas nas regiões de origem”. 

Kretschmer acrescentou: “Estamos com os nossos parceiros europeus de que devemos expandir ainda mais as estruturas nessas regiões, oferecendo proteção às finanças e talvez seja possível para estas crianças voltar para suas regiões de origem, onde há uma infraestrutura em pleno funcionamento.”. 

Isso até agora, em raras exceções tem sido impossível, por ser contrário aos desejos dos jovens.
  
Um porta-voz do Ministério do Interior disse em Berlim: “No ano de 2015, 98 menores não acompanhados pelos pais tem ido embora voluntariamente”.

Futuramente, o governo pretende deportar requerentes de asilo, pondo pressão sobre os seus países de origem, para que possam levá-los de volta. 

Um acordo alcançado na segunda-feira pelo Ministro do Interior alemão Thomas de Maizière, com o seu homólogo marroquino, Mohammad Hassad, para uma repatriação mais rápida dos cidadãos marroquinos sem autorização de residência, mas é provável que tenha pouco efeito sobre os jovens não acompanhados. 

Seeger sente amargamente a reputação de muitas pessoas indo para o lixo, por causa do comportamento de alguns. Ele disse: “Acho muito grosseiro, que vários criminosos migrem junto ao fluxo de refugiados para a Alemanha, para arruinar a imagem dos legítimos refugiados”.  


Fonte:http://www.express.co.uk/news/world/649602/EXPOSED-Germany-migrants-crime-cant-deported

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