12 de out de 2017

Dinamarca para a ONU: “O termo 'mulher' grávida é transfóbico. Os homens também podem engravidar”




LifeSiteNews, 11 de outubro de 2017 






11 de outubro de 2017  (LifeSiteNews) – A Dinamarca recomendou que o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas não use o termo “mulher grávida” porque exclui “pessoas transexuais”. O pequeno país europeu também disse que sua interpretação do “direito à vida” inclui o direito ao aborto. 

O Comitê de Direitos Humanos aceita comentários dos países sobre o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, em particular a seção que aborta o “direito à vida”. 

O uso de termos no projeto é, por vezes, “generalizado”, escreveu o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca. “Embora o direito à vida seja fundamental, deve-se ter cuidado para não conectá-lo a todos os aspectos possíveis das violações de direitos humanos. Tal abordagem corre o risco de generalizar ao invés de fortalecer os aspectos centrais do direito à vida”. 


O documento da ONU diz que “reconhece e protege o direito a vida de todos os seres humanos, o que não significa que isso não deve ser interpretado de forma restrita, porque diz respeito ao direito dos indivíduos serem livres para praticar atos negligentes pretendidos ou esperados que causem sua morte antinatural ou morte prematura, bem como para desfrutar de uma vida com dignidade”. 

Embora os Estados-Membros possam adotar medidas destinadas a regular as cessações da gravidez, tais medidas não devem resultar em violação do direito à vida de uma mulher grávida ou de seus outros direitos abrigado no Tratado”, o que significa que ela tem o direito a um aborto “seguro”, especialmente se o bebê estiver debilitado, diz o documento. 

E, como se isso não fosse o suficiente, a Dinamarca questiona o porquê do “uso do termo 'mulher grávida', que o Comitê faz inadvertidamente, restringindo a aplicação deste parágrafo, e excluindo pessoas transgênero que tenham dado à luz”. 

Negar a humanidade de um ser humano no útero é negar a biologia. Reivindicar que os homens podem dar à luz é negar a biologia. Parece que a Dinamarca se recusa a aceitar as verdades básicas da natureza – que somos humanos desde o momento em que começamos a existir, e que apenas metade da população está equipada com órgãos reprodutores para criar um bebê por nove meses. 

Em que mundo de cabeça para baixo vivemos, quando o “direito à vida” significa o direito de matar outro ser humano, e os homens também podem estar “grávidos”. 

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