11 de ago. de 2018

Finlândia – o departamento de Estado norte-americano acusa a Rússia de despertar desconfiança na Finlândia sobre a sua possível adesão à OTAN

O presidente finlandês, Sauli Niinistö, participou da Cúpula da Otan em 12 de julho.


YLE, 11 de agosto de 2018 



Um documento de um correio eletrônico desclassificado de 2016 diz que os Estados Unidos chegaram a conclusão que os atores russos estavam por trás dos esforços para “levantar suspeitas sobre a adesão à OTAN” na Finlândia e na Suécia. 

Uma intercepção eletrônica feita pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos cuja informação sobre foi obtida por meio de um processo de Lei de Liberdade de Informação pelo  provedor de notícias online Buzzfeed nos Estados Unidos, lança uma luz sobre a visão das organizações de inteligência dos Estados Unidos sobre a intromissão russa na Suécia e na Finlândia. 

Finlândia – estupro coletivo no sul da Finlândia: a polícia procura suspeitos de “língua estrangeira”




YLE, 11 de agosto de 2018 



Uma mulher diz que foi estuprada por vários homens que falavam uma língua estrangeira na cidade de Hyvinkaa, no sul do país, em 27 de julho, e a polícia está pedindo ajuda do público. 

A polícia finlandesa está contando com a ajuda do público em sua investigação de um estupro coletivo na cidade de Hyvinkaa, a 50 quilômetros ao norte de Helsinque, há duas semanas. Qualquer pessoa com informações que possam ajudar na identificação dos três homens capturados na imagem da câmera de vigilância deve entrar em contato com o Departamento de Polícia do Leste de Uusimaa. 

10 de ago. de 2018

O governo Trump duplica tarifas à importação de aço e alumínio da Turquia, em resposta a prisão arbitrária de um pastor luterano pelo Estado turco




Euronews, 10 de agosto de 2018 






Os Estados Unidos duplicaram as tarifas à importação de aço e alumínio da Turquia.

Donald Trump anunciou na rede social twitter que as tarifas do alumínio sobem para 20% e as do aço para 50%.


A decisão fez afundar o valor da lira. A moeda turca caiu mais de 15% e desde o início do ano já desvalorizou mais de 40%. Um dólar vale agora cerca de 6 liras e 50 cêntimos.

Comunista Michele Bachelet escolhida para chefe dos "Direitos Humanos" da ONU

Uma "torturada" que adora torturadores



AFP, 10 de agosto de 2018 



ONU confirma Michelle Bachelet como chefe dos Direitos Humanos e o atual Secretário-Geral e ex-presidente da Internacional Socialista, o português António Guterres, dá sua opinião favorável a nomeação.

A Assembleia Geral da ONU confirmou nesta sexta-feira (10) Michelle Bachelet, a primeira mulher a presidir o Chile e torturada pela ditadura pinochetista, como nova alta comissária dos Direitos Humanos do organismo.

Bachelet, de 66 anos, duas vezes presidente do Chile e enérgica defensora dos direitos das mulheres, substituirá a partir de 1º de setembro o príncipe jordaniano Zeid Ra'ad Al Hussein, um vigoroso crítico dos abusos dos direitos humanos em vários países, incluindo nos Estados Unidos.

Noruega – governo testará cabines para uso livre de heroína por viciados: "redução de danos"/indução de danos




Yahoo!, 10 de agosto de 2018  



A Noruega, que tem uma das taxas mais altas de overdoses de drogas na Europa, testará a prescrição de heroína livre aos dependentes mais sérios para melhorar suas condições de vida, disse o governo na sexta-feira. 

A Direção Norueguesa de Saúde e Assuntos sociais foi incumbida de propor um projeto experimental para identificar os doentes que poderão se beneficiar do programa, e examinar o método de implementação e calcular os custos. 

Senado da Argentina rejeita legalização do aborto no país, porém, Maurício Macri ainda insiste na necessidade da lei




Gospel Notícias, 09 de agosto de 2018 



Por Cris Beloni 



A população, que tem forte tradição católica e conservadora, se posicionou contra a interrupção da vida

Nesta quinta-feira, após uma sessão de 16 horas de debates, o Senado da Argentina rejeitou o projeto de lei que legalizaria o aborto no país. O resultado foi de 38 votos contra, 31 a favor e 2 abstenções.

O projeto previa que o aborto, até as primeiras 14 semanas de gestação, poderia ser realizado em qualquer hospital ou clínica. O Estado seria obrigado a cobrir todos os custos do procedimento.
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