25 de mai. de 2016

Revelado o primeiro médico do NHS que se juntou ao Estado Islâmico: o perito Hormone abandonou seu trabalho hospitalar e sua esposa e filhos para lutar com os jihadistas.

MailOnline, 25 de maio de 2016. 
O primeiro médico do NHS  (Serviço Nacional de Saúde) britânico que se juntou ao Estado Islâmico na Síria foi revelado graças a vazamentos de documentos de recrutamento do Estado Islâmico. 
Issam Abuanza, de 37 anos, deixou supostamente a esposa e filhos para trás em Sheffield enquanto fugia do Reino Unido em 2014. 
Ele tinha sido um médico em exercício com a NHS durante sete anos, depois que ele recebeu uma licença para exercer medicina no Reino Unido em 2009, de acordo com uma investigação da BBC. 

Rússia afirma estar preparada para enfrentar sanções econômicas

Viktor Orbán Sergey Lavrov



EuroNews, 25 de maio de 2016.



A Rússia diz que está preparada para enfrentar as sanções económicas impostas pela União Europeia pela participação no conflito na Ucrânia.

De visita à Hungria para discutir as relações bilaterais entre os dois países, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, espera conquistar o poio do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que sempre se manifestou contra a decisão de Bruxelas de impor sanções a Moscovo.

China constrói “grande barreira submarina” para conter submarinos dos EUA




EpochTimes, 25 de maio de 2016. 



Por Petr Svab



Novo sistema de vigilância pode frustrar a vantagem marítima dos EUA na região da Ásia-Pacífico.

A China está construindo um sistema de vigilância submarina que pode frustrar a vantagem marítima dos EUA na região da Ásia-Pacífico.

O “Projeto Grande Muralha Submarina”, como é chamado, propõe uma rede de navios e sensores submarinos capazes de realizar “localização em tempo real, detecção de superfície e de alvos submarinos”, segundo a empresa China State Shipbuilding Corporation (CSSC).

Turquia ameaça UE de bloquear acordo migratório






EuroNews 25 de maio de 2016.






Ancara endurece o tom face a Bruxelas. O presidente turco alertou a União Europeia que o Parlamento irá bloquear a implementação do acordo migratório se nenhum progresso for verificado sobre a isenção de vistos para os seus compatriotas.

Angela Merkel deslocou-se à cimeira de Istambul e mostrou-se firme em relação às condições impostas à Turquia no que diz respeito aos direitos humanos e às reformas democráticas no país.




“O nosso ministro dos Negócios Estrangeiros e ministro da União Europeia vão manter conversações. Se um acordo não for alcançado nestas conversações, sem ofensa, mas a legislação em tomar medidas necessárias na implementação do acordo de admissão de migrantes não será aprovada neste Parlamento”.

O acordo sobre acesso dos turcos ao espaço Schengen está no centro do pacto sobre os migrantes, que reduziu consideravelmente o fluxo para a Europa. No entanto uma isenção de vistos antes de 30 de junho parece cada vez mais improvável, pois Erdogan opôs-se à flexibilização da lei antiterrorista turca, uma das 72 condições estabelecidas por Bruxelas.





23 de mai. de 2016

Carro-bomba no Iémen faz 40 mortos





EuroNews, 23 de maio de 2016.





Por Ricardo Figueira | Com REUTERS.





Pelo menos 40 recrutas do exército do Iémen morreram e cerca de 60 ficaram feridos na explosão de um carro armadilhado, esta segunda-feira. Este é um dos ataques mais mortíferos desde que a guerra civil no país começou.

O ataque aconteceu na cidade de Aden, no sul do país, último reduto das forças fiéis ao presidente Abd Rabbo Mansour Hadi.

O carro explodiu quando os recrutas faziam fila, junto à casa de um general, para se alistarem no exército do Iémen e prova que os rebeldes Houthis continuam a quebrar o cessar-fogo.

É o segundo atentado deste tipo em pouco mais de uma semana. No dia 12, um ataque reivindicado pelo Daesh contra o exército fez 13 mortos.




Atentados do Daesh fazem 128 mortos na Síria






EuroNews, 23 de maio de 2016.




Por Ricardo Figueira | Com REUTERS.




A zona costeira da Síria, nas províncias de Latakia e Tartous, foi abalada por sete explosões que fizeram pelo menos 121 mortos, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.






O grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou estes atentados, que aconteceram em zonas controladas pelo exército da Síria, com o apoio da Rússia.

Ainda segundo o Observatório Sírio, pelo menos duas destas explosões foram causadas por bombistas suicidas.




Quatro bombas explodiram em Jableh, na província de Latakia. As outras três, incluindo a de um carro armadilhado, aconteceram em Tartous, capital da província com o mesmo nome.

O Kremlin já reagiu a estes atentados. Segundo um porta-voz da presidência russa, a escalada da violência na Síria prova a necessidade de acelerar as conversações de paz.






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