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PHYS, 20/06/2022
Quando o 6G será uma realidade? A corrida para realizar sistemas de comunicação sem fio de sexta geração (6G) requer o desenvolvimento de materiais magnéticos adequados. Cientistas da Universidade Metropolitana de Osaka e seus colegas detectaram uma ressonância coletiva sem precedentes em altas frequências em uma superestrutura magnética chamada treliça de spin soliton quiral (CSL), revelando helimagnets quirais que hospedam CSL como um material promissor para a tecnologia 6G. O estudo foi publicado na Physical Review Letters.
As tecnologias de comunicação futuras exigem a expansão da banda de frequência dos atuais poucos gigahertz (GHz) para mais de 100 GHz. Essas altas frequências ainda não são possíveis, uma vez que os materiais magnéticos existentes usados em equipamentos de comunicação só podem ressoar e absorver micro-ondas de até aproximadamente 70 GHz com um campo magnético de força prática. Abordando essa lacuna em conhecimento e tecnologia, a equipe de pesquisa liderada pelo professor Yoshihiko Togawa, da Universidade Metropolitana de Osaka, mergulhou na superestrutura de rotação helicoidal CSL.





