21 de mai. de 2016

Estado Islâmico apela para ataques contra o Ocidente durante o Ramadã em mensagem de áudio







Reuters, 21 de maio de 2016.





Por Kevin Liffey, editor.





Uma nova mensagem que aparenta vir de um porta-voz do Estado Islâmico exorta seguidores a lançar ataques contra os Estados Unidos e a Europa durante o mês sagrado do Islã, o Ramadã, que começa no início de junho.

“Ramadã, é o mês da conquista e do Jihad. Prepare-se, prepare-se... Para torna-lo um mês de calamidade em todos os lugares para os não-crentes... Especialmente para os lutadores e apoiadores do califado na Europa e na América”, disse a mensagem, sugerindo ataques contra alvos militares e civis.

A autenticidade da gravação de áudio, em que se apresenta Abu Muhammad Al-Adnani e que foram distribuídos no sábado por contas no Twitter onde são normalmente publicadas as declarações do Estado Islâmico, não pode ser verificada.

“A menor ação que você faz seguindo o seu coração é melhor e mais duradoura para nós do que você faria se estivesse conosco. Se um de vocês esperavam alcançar o Estado Islâmico, queremos que estejam em seus lugares, para castigar os cruzados dia e noite”, disse Adnani.

O grupo militante, que procura estabelecer um califado em todo o Oriente Médio e além, reivindicou ataques fatais no ano passado contra civis na França, Bélgica e Estados Unidos.

Mas a mensagem não fez menção do Voo EgyptAir que caiu no Mediterrâneo na quinta-feira em circunstâncias inexplicáveis, em meio a especulações de funcionários egípcios, franceses e americanos que um ataque jihadista foi a causa mais provável.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos, que também inclui países europeus e árabes, lançou uma campanha de ataques aéreos contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria em 2014 depois que os militantes tomaram vastas áreas territoriais nesses países.

“Seus planos não fazem distinção entre civis e combatentes, homem ou mulher”, continuou a mensagem, em aparente referência às baixas.




Fonte:http://www.reuters.com/article/us-mideast-crisis-islamicstate-idUSKCN0YC0OG

Brown pede às mães britânicas que votem para ficar na UE

Gordon Brown. 



DN, 22 de maio de 2016 Lisboa / 21 de maio Brasília. 



Por Patrícia Viegas. 



Ex-primeiro-ministro britânico, trabalhista, Gordon Brown alertou para os riscos do brexit e disse que pertença ao mercado único europeu ainda pode criar 500 mil empregos

Gordon Brown deixou ontem um apelo às mães britânicas para que votem a favor da permanência do Reino Unido na União Europeia no referendo de 23 de junho. "Às mães preocupadas com o futuro dos seus filhos e querem saber de onde virão os empregos para eles, aos que acham que a globalização é um comboio fora de controlo, temos de mostrar que somos capazes de gerir isto. É importante que votemos pela permanência na UE para conseguir o que queremos", disse o ex-primeiro ministro britânico (que esteve em Downing Street entre 2007 e 2010).

Erdogan reforça poder na Turquia e desafia a UE

Erdogan, ao centro, ladeado pelo primeiro-ministro cessante, à sua esquerda, e pelo sucessor deste, Binali Yildirim, à direita  |  EPA



DN, 22 de maio de 2016 Lisboa / 21 de maio 2016 Brasília.



Por Abel Coelho de Morais. 



Líder turco não muda lei antiterrorista como quer Bruxelas. Novo primeiro-ministro será confirmado hoje no congresso do AKP

Ancara e a União Europeia (UE) estão em rota de colisão na questão central que permitiu a concretização do acordo sobre a permanência de refugiados sírios em território turco: a abolição de vistos para cidadãos da Turquia em viagem para Estados que integram o espaço Schengen.

Eagles Of Death Metal retirados do cartaz de festivais por afirmações polêmicas - na qual afirma que os muçulmanos celebravam após os ataques em 13 de novembro do ano passado






Público, 21 de maio de 2016.




Dois festivais franceses retiraram o grupo dos seus cartazes por não concordarem com as declarações de Jesse Hughes, o vocalista, que alega cumplicidade entre os seguranças do Bataclan e os terroristas nos ataques de Novembro passado.






Alguns meses depois dos ataques terroristas na sala de espectáculos Bataclan, em Paris, em Novembro do ano passado, durante um concerto do grupo Eagles Of Death Metal, o vocalista Jesse Hughes deu uma entrevista polémica, na qual dizia que apoiava o uso de armas, referindo que, se alguém estivesse armado no local, poderia ter evitado a tragédia, ao mesmo tempo que sugeria que os seguranças da sala poderiam estar envolvidos no ataque.

Alguns dias depois acabaria por pedir desculpas, assumindo que as afirmações haviam sido insensatas, enquanto os responsáveis pelo Bataclan repudiavam o que havia dito, enaltecendo a acção dos seus funcionários e garantido que tinham evitado males ainda maiores. O assunto parecia esquecido, mas eis que Jesse Hughes voltou à carga há dias declarando à publicação digital Taki’s Magazine ser sua convicção que os terroristas estariam na sala antes do incidente e que haveria cumplicidade entre os seguranças e os atacantes. Destacou também que havia muçulmanos a celebrar nas ruas, pouco depois dos atentados, e que os ataques teriam acontecido por "inveja árabe".

Após estas declarações dois festivais de música franceses (Rock en Seine e Cabert Vert) escreveram uma declaração conjunta onde é dito que as apresentações do grupo previstas para Agosto haviam sido canceladas por discordarem por completo das declarações de Hughes. Até ao momento, e depois de efectuadas investigações pelas autoridades, as teses do cantor dos Eagles Of Death Metal nunca foram comprovadas.




Polícia: “Uma noite normal de sexta-feira em Estocolmo” - um hospício chamado Suécia




Speisa, 21 de maio de 2016. 



Das 23:00 na sexta-feira até às 6:00 na manhã de sábado, a polícia de Estocolmo relatou 309 incidentes e 59 detidos na cidade. 

A polícia chama isto de “uma noite normal de sexta-feira”. 

O centro de comando regional da polícia lidou com 309 relatórios de incidentes e 59 detenções que foram feitas durante à noite, relata o mitti.se.

Renzi põe em jogo o seu futuro político lançando campanha para um referendo

Primeiro-ministro italiano Matteo Renzi fala durante uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro holandês Mark Rutte (não visto) no palácio Chigi, em Roma, Itália 19 de maio de 2016.




Reuters, 21 de maio de 2016.






O primeiro-ministro Matteo Renzi lançou sua campanha no sábado para ter um referendo em Outubro, sobre uma reforma constitucional, apostando o seu futuro político em uma tentativa de dar finalmente a Itália governos estáveis. [Sei].

Pesquisas de opinião recentes sugerem que o eleitorado rejeita a sua proposta para agilizar o sistema parlamentar e tirar de regiões da Itália alguns de seus poderes de decisão.

O primeiro-ministro de 41 anos disse que vai deixar o cargo caso perca, uma aposta que poderia dar início a uma nova era de caos político e reavivar a turbulência do mercado na terceira maior economia da zona do euro. 
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