14 de mai. de 2016

Facebook censura notícias de cunho conservador, afirmam ex-funcionários

Mark Zetung


EpochTimes, 14 de maio de 2016. 




Ex-funcionários do Facebook que trabalharam desde meados de 2014 a dezembro de 2015, afirmam que a rede social — liderada por Mark Zuckerberg — deliberadamente suprime notícias de cunho conservador da seção de notícias em destaque (em inglês: trending news).

Uma jornalista que trabalhou para o Facebook disse ao website Gizmodo que os funcionários censuraram notícias sobre a Conferência de Ação Política Conservadora (Conservative Political Action Conference – CPAC), dos políticos Mitt Romney e Rand Paul, e de outros temas conservadores que estavam aparecendo organicamente na seção de destaques.

Vários ex-curadores de notícias do Facebook afirmam que foram obrigados a artificialmente “injetar” histórias na seção de destaques, mesmo que elas não fossem populares o suficiente para serem incluídas nesse módulo.

“Dependendo de quem estava no turno, os itens seriam penalizados ou colocados na lista negra”, disse um ex-curador que pediu anonimato.

“Eu entraria no meu turno e descobriria que a CPAC, Mitt Romney, Glenn Beck ou qualquer outro tema popular de cunho conservador não estaria dentro dos destaques, ou porque o curador não aceitava o tópico como válido, ou porque tinham preconceito contra o Ted Cruz, por exemplo”, disse o ex-funcionário ao Gizmodo.

Obama repreende a Rússia por ameaças aos países nórdicos

Primeiro-ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen, primeiro-ministro da Noruega Erna Lolberg, primeiro-ministro sueco Stefan Löfven e o Presidente da Finlândia Sauli Niinistö recebidos na Casa Branca pelo Presidente Barack Obama






The Local Ng, 14 de maio de 2016.


 

Enquanto as tensões com Moscou crescem durante os deslocamentos militares na Europa Oriental, Obama elogia a parceria dos Estados Unidos com os vizinhos mais próximos da Rússia, Dinamarca, Islândia, Finlândia, Suécia e Noruega. 

Obama disse que os seis países concordaram sobre a necessidade de um procedimento europeu não baseado na força. 

Motim de imigrantes ilegais na Dinamarca: revolta em massa em Copenhague




Speisa, 14 de maio de 2016.



Uma moradora chocada testemunhou quando a polícia estava lutando contra cerca de 200 imigrantes nas Ilhas Brygge na capital dinamarquesa de Copenhague na sexta-feira. 

“Eu estava andando de bicicleta em frente a Langebro, e fui recepcionada por cinco carros de polícia. E continuava chegando mais”, diz uma moradora, que estava a caminho de casa quando a polícia teve que lutar para assumir o controle de até 200 jovens imigrantes. 

A INDIFERENÇA E INJUSTIÇA DO GOVERNO DA SUÉCIA AOS REFUGIADOS CRISTÃOS



COMENTÁRIO BEM ADEQUADO: "MALÉVOLO! Isso prova que o governo sueco não está interessado em ajudar os "refugiados". Há um esforço em massa para permitir asilo a apenas os verdadeiros muçulmanos. Por que esse homem tem que provar que ele é um cristão para que lhe seja permitido permanecer na Suécia, enquanto que aos muçulmanos criminosos DECEPADORES DE CABEÇAS E ESTUPRADORES é concedido asilo aos milhares?"
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Enquanto a Europa tem recebido milhares de sírios - em sua maioria muçulmanos - PARA OS CRISTÃOS PAQUISTANESES A HISTÓRIA É DIFERENTE. Na Suécia, muitos estão sendo ordenados a voltarem para seu país, e assim alguns podem enfrentar a morte por terem rejeitado o Islã, já que nessa religião a "APOSTASIA" É PUNIDA COM A MORTE.

Varsóvia aponta a Putin e a ex-presidente pelo suspeito acidente aéreo de Smolensk. Katyn II?





IPCO.  em 10 de maio de 2016.








Em 10 de abril de 2010, o presidente e a cúpula do governo de Varsóvia foram participar de uma cerimônia em Katyn, na Rússia, por ocasião do 70º aniversário do massacre de vários milhares de oficiais poloneses prisioneiros do Exército Vermelho comunista.

As cerimônias do 6º aniversário do misterioso desastre aéreo na Rússia que decapitou a liderança política da Polônia tiveram um acirrado tom de Guerra Fria, noticiou a agência France Presse.

Governo sueco: "O Estado Islâmico não cometeu genocídio"




Speisa, 14 maio de 2016.



Na quinta-feira, o parlamento votou sobre se os assassinatos em massa do Estado Islâmico na Síria e no Iraque devem ser reconhecidos como um genocídio ou não. Todas as partes, exceto os dois partidos do governo, os sociais-democratas e o Partido Verde, argumento no debate antes da decisão que foi formada, de que as mortes e perseguições do ISIS, em especial dirigida contra os cristãos e as minorias curdas, é um genocídio.

Mas quando chegou a hora de votar, apenas os Democratas Suecos, e os liberais e os democratas-cristãos, votaram a favor do reconhecimento das mortes em massa pelo Estado Islâmico como sendo genocídio, escreve o jornal Dagen. Os três partidos além disso se reservaram contra a decisão de não reconhecer o genocídio.

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