Na quinta-feira, o parlamento votou sobre se os assassinatos em massa do Estado Islâmico na Síria e no Iraque devem ser reconhecidos como um genocídio ou não. Todas as partes, exceto os dois partidos do governo, os sociais-democratas e o Partido Verde, argumento no debate antes da decisão que foi formada, de que as mortes e perseguições do ISIS, em especial dirigida contra os cristãos e as minorias curdas, é um genocídio.
Mas quando chegou a hora de votar, apenas os Democratas Suecos, e os liberais e os democratas-cristãos, votaram a favor do reconhecimento das mortes em massa pelo Estado Islâmico como sendo genocídio, escreve o jornal
Dagen. Os três partidos além disso se reservaram contra a decisão de não reconhecer o genocídio.