4 de mai de 2018

O Twitter proíbe críticas ao Islã




FPG, 03 de maio de 2018. 




O Hamas tem uma conta no Twitter e seus principais pedidos nos tuítes são “intensifiquem os esforços para resistir a judaisação israelense de Jerusalém”. (O site do Hamas é protegido pela Cloudflare). 

O Twitter não tem nenhum problema com um grupo terrorista islâmico assassino que insulta os judeus em sua plataforma. Aqui vocês podem ver como Jamie Glazov da Front Page descobriu, e qual é o problema





Jamie Glazov estava tuitando essas mensagens para pessoas que concordavam com elas. Não havia nada de assédio aqui. Havia verdades difíceis aqui. 

Verdades que o Twitter sentiu a necessidade de censurar porque eram críticas, não odiosas, do Islã. 

Eu tenho visto isso acontecendo com mais frequência. Usuários mais conservadores do Twitter também têm. As diretrizes de assédio estão sendo usadas para silenciar pessoas que apontam o discurso de ódio islâmico ou criticam o Islã. 

É o modelo europeu e está aqui na América, cortesia de empresas de rede social. 

A suspensão temporária da conta do Twitter de Jamie foi uma declaração do Twitter que o Islã não pode ser criticado. 

Não há nada de errado com o Hamas clamando por uma campanha contra o “Judaísmo”. Mas há algo de errado em denunciar o abuso de mulheres no Islã. 

Jamie observa
O mistério permanece: como citar textos islâmicos configura “conduta odiosa”? O Twitter logo suspenderá as contas dos muçulmanos quando forem citados os textos islâmicos de seus donos? Eles fazem isso o temo todo. 

Essa política logo se materializará em políticas públicas oficiais e a polícia logo confiscará os Alcorões e outras publicações islâmicas de mesquitas, lares de muçulmanos e outras instituições islâmicas? 

Ou temos uma situação em que os kafirs (a palavra secreta suja do Islã para os incrédulos) são aqueles que não tem permissão para citar textos islâmicos, mas os muçulmanos sim? Se assim for, e esse parece ser o caso, significa que o Twitter se curvou às leis islâmicas de blasfêmia. 
E o Twitter tem. E não apenas o Twitter. 

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