31 de jan de 2018

Suécia – atacada por se recusar a consentir com o assédio de seu agressor – enriquecimento cultural

Gellerreport, 30 de janeiro de 2018 




A nova Suécia, capital do estupro da Europa, agora faz manchete por causa desses horrores e somente esses horrores. E você não deve falar disso. Na Suécia, os comentários que se opõem à violência sexual contra as mulheres contida no Alcorão são processados.
Sophie Johansson

Fotos chocantes mostram uma mulher sueca ensanguentada depois de ser atacada em uma boate após um homem colocar as mãos entre as suas pernas. 


Mailonline, 30 de janeiro de 2018. 



Por Sara Malm


Uma adolescente sueca contou como um homem quebrou uma garrafa em sua cabeça em uma boate em Malmo, na Suécia, depois que ele a agrediu sexualmente e ela o empurrou para longe.

Sophie Johansson, 19 anos, disse à mídia sueca que nunca conheceu o homem antes, e que de repente sentiu as suas mãos entre as suas pernas na pista de dança.

Ela disse que o empurrou para que parasse, e ele respondeu batendo em seu rosto e com uma garrafa de vidro.

As imagens chocantes compartilhadas nas redes sociais mostram o seu rosto e o seu corpo coberto de sangue após a agressão na noite desse final de semana.

A senhorita Johansson diz que estava curtindo a noite no clube noturno Babel no sábado, quando sentiu alguém puxar a sua bolsa e quando ela se virou viu um homem que não conhecia.

Eu me virei e então senti a sua mão entre as minhas pernas”, disse ela ao Aftonbladet.

Depois de repreender o homem, a quem ela descreve como tendo cinco pés de comprimento e 20 anos com cabelos escuros, ele deu um soco em seu rosto.

Dizendo que não queriam piorar a situação, a senhorita Johansson e a sua amiga saíram do clube, mas nesse instante o homem a atingiu com uma garrafa no lado esquerdo de sua cabeça, quebrando-a.

Eu pensei que era o líquido da garrafa [em meu rosto], mas meu amigo disse que havia sangue jorrando. Fiquei chocada”, disse ela ao jornal.

Johansson foi levada para o hospital onde recebeu tratamento por causa dos vários cortes em sua cabeça, alguns que exigiram vários pontos, um dos relatórios policial sobre  a grave agressão foi arquivada sendo feito somente um sobre lesão corporal. 
No entanto, poucos dias após o incidente no clube noturno, a polícia de Malmo foi forçada a arquivar a investigação devido à falta de evidências que ajudariam a identificar o agressor.

Nils Norling, porta-voz da polícia de Malmo, disse a Aftonbladet: “Esperamos que alguém tenha visto algo, visto o incidente. Se assim for, abriremos a investigação novamente”, desse ele.

O clube noturno Babel publicou uma declaração em sua página no Facebook, onde eles disseram que entregaram toda informação disponível para a polícia e exortaram as testemunhas a entrar em contato com as autoridades.

Esta não é a primeira vez que o clube noturno foi palco de um incidente grave, já que foi bombardeado há apenas alguns meses por atacantes desconhecidos.

Testemunhas disseram ter visto um homem fugir em uma motocicleta pouco antes de uma forte “explosão” as portas do clube em 03 de novembro de 2017.

O clube Babel estava fechado no momento do ataque e ninguém ficou ferido. 
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