29 de mar de 2017

O Estado da Califórnia está acusando investigadores e líderes pró-vida por 15 crimes por expor as vendas de partes de bebês da Planned Parenthood




Lifesitenews, 28 de março de 2017. 






CALIFÓRNIA, 28 de março de 2017 (LifeSiteNews) – O estado da Califórnia está acusando os investigadores pró-vida David Daleiden e Sandra Merritt do Centro para o Progresso Médico (CMP) por 15 crimes, nessa terça-feira. 

Os vídeos secretos do CMP mostrando como os executivos da Planned Parenthood regateavam os preços das partes dos corpos dos bebês abortados estimularam uma investigação no Congresso que pediu que a empresa de aborto fosse despojada de seus dólares de impostos federais. 

Essas acusações feitas por amigos políticos da Planned Parenthood são falsas, são notícias falsas”, disse Daleiden em uma declaração ao LifeSiteNews. “Eles tentaram o mesmo conluio com funcionários corruptos em Houston, TX, e tanto as acusações quanto o DA foram descartados."


O público sabe que os verdadeiros criminosos são a Planned Parenthood e os seus parceiros de negócios como a StemExpress e a DV Biologics – atualmente sendo processados no condado de Orange – onde colheram e venderam partes dos corpos de bebês abortados para o lucro próprio por anos em violação direta a lei estadual e federal. Eu estou ansioso para mostrar ao mundo inteiro cenas inéditas da organização que vende partes do corpo de crianças da Planned Parenthood.”.

Em janeiro, um comitê do Congresso fez inúmeras referências criminais contra Planned Parenthood. Enquanto isso, o procurador do distrito de Orange County está buscando uma ação legal contra duas empresas intimamente envolvidas na coleta de partes do corpo fetal. Um comitê do Congresso determinou que uma dessas empresas, a StemExpress, estava em desacato ao Congresso no ano passado depois de se recusar a cooperar com a sua investigação

A investigação do CMP mostrou imagens de trabalhadores da Planned Parenthood onde escolhiam as partes dos corpos dos bebês abortados em uma bandeja, admitindo que alteram os procedimentos de aborto para obter mais partes do corpo “intactas” e discutiam como as partes dos corpos dos bebês não passavam “apenas de uma questão de itens de linha”. [meros produtos comerciáveis]. 

Os políticos pró-aborto e o lobby do aborto tentaram silenciar os jornalistas do CMP. Daleiden e Merritt foram acusados de ter cometido um crime por usar falsa identificação para entrar em uma Planned Parenthood no Texas. Em julho de 2016, estas queixas foram descartadas

Os crimes na Califórnia dos quais Daleiden e Merritt são acusados são “intencionalmente sem o consentimento de todas as partes” envolvidas na gravação de comunicações “confidenciais”. 

Os investigadores do CMP “usaram identidades falsas e de uma empresa de pesquisa biológica fictícia que atende e fornece cuidados de saúde da mulher e registrar secretamente as discussões privadas que se iniciaram”, de acordo com um comunicado de imprensa do escritório do procurador-geral da Califórnia

O direito à privacidade é uma pedra angular da Constituição da Califórnia, e um direito que é fundamental em uma sociedade democrática e livre”, disse o procurador-geral da Califórnia, Xavier Bacerra. “Não vamos tolerar a gravação criminal de nossas conversas confidenciais”. 

A ex-procuradora-geral da Califórnia, a pró-aborto Kamala Harris, agora é senadora dos Estados Unidos. Ela ordenou uma busca na casa de Daleiden para pegar sua filmagem secreta da Planned Parenthood. 

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