25 de jul de 2016

Atentado suicida à entrada de festival na Alemanha faz 12 feridos

Prólogo


Agora, aparentemente, criou-se uma nova modalidade de justificação para o terrorismo por requerentes de asilo: se lhes for negado o acesso ao país, então eles irão se explodir. Faz todo sentido. Sendo assim, o melhor é receber todos sem ressalvas. Correto? Logicamente não, mas o governo alemão deixa a coisa tão em aberto, que pode ser que use algo nesse sentido. Já não bastasse o Ministro de Merkel, Thomas Maizière dizer que o atirador de Munique era um convertido ao Cristianismo

O governo alemão mostra como o Comunismo está bem vivo, e que ele é o coração pulsante do modelo de Merkel atualmente. Ao menos culturalmente. Inseri em negrito a palavra "terrorismo", porque a mídia portuguesa, aparentemente, acha difícil fazer isso, assim como as autoridades alemãs. 








SIC, 25 de julho de 2016. 




Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas, três das quais em estado grave, depois de um terrorista sírio de 27 anos se ter feito explodir, ontem à noite, à porta de um festival de música em Ansbach, perto de Nuremberga, na Alemanha. A única vítima mortal é o bombista suicida, que tinha problemas psiquiátricos. Esta manhã as autoridades estiveram a fazer buscas na residência onde o homem vivia.

A explosão ocorreu na cidade de Ansbach, na Baviera, no domingo à noite, em frente de um restaurante e perto do local onde iria realizar-se um festival de música, onde estavam concentradas cerca de 2.500 pessoas.

Segundo a polícia, a explosão deixou outras 12 pessoas feridas, três delas com gravidade.

Antes de acionar o explosivo, o homem tentou aceder ao recinto do festival, o que não conseguiu fazer por não ter bilhete, segundo as informações divulgadas na conferência de imprensa das autoridades da Baviera.

O alegado autor da explosão era um refugiado sírio que já tinha passado por um hospital psiquiátrico, afirmou hoje o ministro do Interior da Baviera. "Trata-se, infelizmente, de um novo atentado" e "não está excluída" a motivação islamita, afirmou Joachim Herrmann, numa conferência de imprensa.

O ministro revelou que o suspeito, de 27 anos, que morreu na explosão, já havia tentado suicidar-se por duas vezes e era um sírio que viu negado o seu pedido de asilo no ano passado.

O suspeito vivia num albergue de Ansbach e chegou à Alemanha há dois anos. Pediu asilo, mas foi-lhe negado no ano passado e o processo de repatriamento estava suspenso por causa da situação na Síria.

A polícia criou uma linha de telefone para receber informações de possíveis testemunhas e divulgou um endereço eletrónico para onde podem ser enviadas fotografias e vídeos relacionados com a explosão.



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