22 de out. de 2018

Porque a reunião privada de Iván Duque com Robert Malley, braço direito de George Soros e Barack Obama deve preocupar a Colômbia

Obama, Duque, Malley e Soros



El Nodo, 22 de outubro de 2018 




A poucos instantes, foi confirmado que o presidente da Colômbia, Iván Duque, estava em uma reunião realizada em Bruxelas a portas fechadas com Robert Malley, a figura subordinada mais próxima de George Soros com o chefe da ONG Crisis Group, e conselheiro-chefe de Barack Obama para assuntos políticos no Oriente Médio. A informação foi confirmada diretamente pelo Ministro da Presidência, em seu relatório sobre a viagem do presidente colombiano que durará por até 3 dias na Europa. Textualmente, o comunicado de imprensa do Ministério das Relações Exteriores declara: 

“O presidente colombiano na companhia do ministro das Relações Exteriores Carlos Holmes Trujillo, a vice-ministra dos Negócios Estrangeiros, Luz Stella Jara, a secretária particular da Presidência, Maria Paula Correa, o secretária-geral da Presidência, Jorge Mario Eastman realizará uma reunião com o Secretário-Geral da Organização dos tratados do Atlântico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg. O chefe de estado colombiano, Iván Duque Márquez, também terá um diálogo com o CEO da ONG Internacional Crisis Group (IGG), Robert Malley”. 


Finalmente, embora o Departamento de Estado tivesse anunciado reuniões com funcionários europeus, além de Robert Malley, não havia nenhuma autoridade oficial ou da Comunidade Europeia, ou qualquer agência estatal internacional, mas uma das conexões mais influentes a nível global de George Soros, que, anos atrás, apoiou o atual presidente da Colômbia Duque como bolsista através do National Endowment For Democracy, uma ONG de esquerda financiada (também) por George Soros através da Open Society por meio de transferências diretas. 


Especificamente, George Soros e Alex Soros [seu filho], principais patronos de grupos radicais de esquerda no continente, consagraram Malley como diretor da ONG “International Crisis Group”, que até duas semanas atrás havia nomeado Juan Manuel Santos como “trustee” da diretoria da mesma ONG em uma reunião realizada na cidade de Nova York. 


A reunião de Robert Malley com Iván Duque também reforça a sua proximidade com Barack Obama, que durante sua administração nomeou Malley como consultor-chefe do Departamento de Relações Exteriores, principalmente para questões relacionadas com o Oriente Médio, uma posição que veio depois a deixar para ocupar outra no “Crisis Group”, de Soros, como diretor do Programa de ONGs para o Oriente Médio. 

A figura de Robert Malley, envolve, adicionalmente a socialização dos assuntos da América Latina como um suposto ativista de esquerda com proximidade com o terrorismo do Hamas no Oriente Médio, revelando o envolvimento dos assuntos do Estado colombiano com ele, que trabalha lado a lado com Juan Manuel Santos. Especificamente, uma investigação da American Military News, um Think Tank que monitora a segurança nacional dos Estados Unidos, referiu-se aos interesses de Malley com Soros nos seguintes termos: 



“No início de outubro de 2015, Soros visitou a Casa Branca para se encontrar com o futuro czar do Estado Islâmico ligado ao presidente Obama, o senhor Robert Malley. O mesmo Robert Malley, conhecido por simpatizar com o Hamas, foi demitido em 2008 pelo mesmo presidente Obama por seu envolvimento com o Hamas, o grupo terrorista ligado à Irmandade Muçulmana a qual os Estados Unidos consideram um grupo terrorista desde 1997. 

Em particular, Robet Malley é o principal intelectual na estratégia internacional de George Soros, que depois de trabalhar como Diretor do Programa “Crisis Group”, juntou-se à administração Barack Obama, e então (novamente) saltou de lá para a gestão do Global Crisis Group como CEO e presidente. Com a chegada de Juan Manuel Santos para a tabela de topo de consultores do Crisis Group em Nova York, e a proximidade de Iván Duque com o Crisis Group, George Soros inicia um processo de abordagem poderosa para a Colômbia, uma triangulação na mesma ONG financiada por ele e seu filho; Duque, Juan Manuel Santos e os interesses da esquerda regional no continente. 



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