4 de mai de 2018

O chefe da Comissão Europeia celebra junto com a China e a Alemanha os 200 anos do psicopata Karl Marx

Prólogo

Um dos chefes da União Europeia declarando que Marx foi um grande filósofo, e de cara, fazendo apologia direta ao Comunismo. O Comunismo chinês tem tanto de Marx quanto de Mao. Mao, na verdade, seguiu a risca o que Marx ensinou, assim como Lênin e Stalin e, por que não?; [já que ele mesmo declara] Hitler! Que se declarou o realizador do Marxismo. É interessante isso, pois, na Declaração de Praga fica muito evidente – praticamente e inteiramente em toda a declaração – que o reconhecimento das atrocidades são só isso, das atrocidades, mas nunca jamais de que o Comunismo e o Marxismo são as sementes dos frutos podres do genocídio. Isso significa que a Comunidade Europeia não reconhece o Comunismo e o Marxismo como sendo ideologias genocidas. É por isso que Juncker pode falar aberta e alegremente sobre Marx como sendo um tipo de Paulo Freire da esquerda europeia, pois o Comunismo não é tido como uma ideologia genocida, mas sim os regimes que cometeram as atrocidades em seu nome [segundo ele]. 

Estamos testemunhando um tipo de revisionismo de esquerda típico de uma das maiores autoridades dentro da União Europeia. É por isso também que você tem partidos comunistas declarados de ideologia e legenda participando ativamente de suas atividades. Se você achava que a ONU era antidemocrática, então eu o aconselho a olhar mais para quem faz parte da União Europeia, e a própria organização em si. Provavelmente farão um tipo de revisionismo no futuro para apologizar o Multiculturalismo e a invasão islâmica deliberada também. E só para acrescentar: A União Europeia negou há alguns anos um pedido dos estados e estados-membros orientais para proibir e criminalizar a negação dos crimes por regimes comunistas. As alegações são tão absurdas para não aprovar tal legislação, que se eu fosse refutá-las, esse prólogo acabaria se saindo um novo texto. 

Jean Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia. 



Euronews, 04 de maio de 2018





A China também quis assinalar a efémeride e ofereceu à cidade natal de Marx uma estátua do filósofo com 5 metros de altura e duas toneladas de peso.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker também participou nas celebrações e lembrou que o filósofo não tem culpa dos crimes que os seguidores cometeram décadas depois de ter morrido:
"Karl Marx foi um filósofo que pensava o futuro e tinha aspirações criativas, e hoje é acusado de coisas das quais não é responsável e que não causou. Muito do que escreveu foi entretanto reescrito em sentido contrário aos das suas ideias".



O bicentenário do nascimento do filósofo alemão foi também lembrado de forma oficial na China, numa sessão solene no Grande Palácio do Povo em que participou o Presidente Xi Jinping. O chefe de estado chinês considerou Marx "um guia da Humanidade" e disse que "Marx foi o mentor da revolução do proletariado e dos trabalhadores por todo o mundo. Inspirou o Marxismo, foi o criador do comunismo internacional e é o maior pensador da era moderna."

Na Alemanha ou na China estão previstos vários eventos comemorativos do bicentenário do nascimento de Karl Marx, autor de clássicos como o "O Capital" ou "O Manifesto Comunista".



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