31 de mar de 2018

Portugal – ideologia de gênero e a agenda de legalização das drogas ganham força

Prólogo

Longe de ser uma exceção, Portugal segue uma tendência. Tenho visto várias tentativas de legalizar drogas no Reino Unido, além da agenda LGBT de ideologia de gênero que já avançou lá formidavelmente, muito mais do que em Portugal, quiçá, no resto do mundo. Portugal é um país historicamente governado pelas esquerdas, segundo a biografia política do país e, sendo assim, não é surpresa que se torne um bom local para o experimento social marxista. A sociedade portuguesa ao que tudo indica, se afastou dos alicerces cristãos, e hoje vive somente uma roupagem meia-boca, na qual tratam a religião como uma mera lembrança, uma época de comemorar algo passado que só é bonito no papel, mas, na prática, na vida pública, é colocado de fora para não contaminar toda a máquina marxista política e de propaganda. 


Já relatei em artigos anteriores sobre o país, e como os políticos estão dispostos a servilmente deixar com que a União Europeia enfie refugiados islâmicos nele. Muitos portugueses não falam nada contra, ou por aceitarem de bom grado mais esse estágio na evolução marxista do país, ou por medo de serem repreendidos pelos numerosos aliados do Establishment que não deixarão qualquer um viver em paz ao criticá-lo. Ironicamente, os seus jornalistas pregam a tolerância e o combate ao ódio, mas basta alguém se opor a agenda do governo e de Bruxelas e logo essa pessoa passa a ser visada. Portugal não é muito diferente de outros países europeus decadentes. Hoje estamos vendo o quão decadente Portugal se tornou.


Câmara vai abrir três ‘salas de chuto’ em Lisboa


Observador, 28 de março de 2018. 



Três zonas de Lisboa vão ter "salas de chuto", uma das quais terá uma equipa móvel. Ricardo Robles diz que, mais do que uma sala de consumo, é uma resposta social, onde haverá vários tipos de apoio.

Vão ser criadas “salas de chuto” no Lumiar, no antigo Casal Ventoso e na zona ocidental de Lisboa, avança a TSF. A informação foi dada por Ricardo Robles que assegurou que os novos equipamentos não são meras “salas de consumo assistido”, mas também “respostas sociais”.

O vereador dos Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, que considera a medida essencial, garantiu que as “salas de chuto” vão ficar nos locais onde o consumo de drogas já acontece e que não se pretende “levar consumo para onde ele não existe” — “Vamos dar resposta onde esse problema existe e onde carece de soluções”, afirmou.

Em declarações à TSF, o vereador disse que nas salas de consumo assistido vai haver “cuidados de enfermagem, apoio alimentar, serviços de higiene, apoio social e psicológico e rastreio de infeções transmissíveis”, um apoio que é “muito difícil” de prestar na rua.

Ricardo Robles considera que as “respostas têm de ser dadas nos locais onde os consumos acontecem”, razão pela qual foram identificadas as zonas da Alta de Lisboa (Lumiar), Vale de Alcântara (antigo Casal ventoso) e zona ocidental de Lisboa. Nesta última estará uma equipa móvel, enquanto nas outras poderão ser consideradas postos fixos.

Nova lei da identidade de gênero vai permitir mudança nome e sexo aos 16 anos


A proposta de lei do Governo prevê que os jovens de 16 anos possam mudar de nome e de gênero. Documento vai ser votado a 6 de abril e PSD deverá dar liberdade de voto aos deputados.

A proposta de lei do Governo para a identidade de género prevê que os jovens possam mudar o nome e o género no cartão de cidadão aos 16 anos (ao contrário dos atuais 18), com autorização dos pais, avança a edição desta sexta-feira do Expresso. Além da descida do limiar da idade, o documento prevê o fim da necessidade de um relatório clínico para esta mudança, que sejam proibidas as cirurgias a bebés intersexo ( não ser que estejam em causa motivos de saúde) e que as escolas passem a tratar as crianças e jovens pelo gênero com que se identificam.

O documento vai ser votado no Parlamento a 6 de abril e conta com os votos favoráveis do PS, Bloco de Esquerda, PEV, PAN e com a abstenção do PCP. Neste cenário, a aprovação da lei fica dependente de apenas um voto, avança o Expresso. Ao contrário do que era esperado, é provável que o PSD não imponha disciplina de voto contra a proposta e que dê liberdade de voto aos deputados. Neste caso, replicando o que aconteceu com a lei da procriação medicamente assistida, é possível que 20 sociais-democratas votem a favor.

A socialista Isabel Moreira disse ao Expresso que esta lei “é uma lei limpa e clara, que nada tem que ver com tratamentos e processos cirúrgicos”. Já Vânia Dias Silva, do CDS defende que “ao 16 anos, os jovens não têm capacidade de decisão definitiva”.

Nuno Monteiro Pereira, presidente da competência de Sexologia da Ordem dos Médicos, disse ao mesmo jornal que “o problema dos transexuais é viverem numa sociedade que os rejeita” e deu um parecer positivo à proposta do Governo. Explica que em 2017 cerca de 50 pessoas pediram para fazer a cirurgia de redesignação sexual — a maioria eram pessoas que tinham nascido com o gênero feminino e que queriam passar para o gênero masculino. Entre 2012 e 2016, foram feitas 38 cirurgias destas em hospitais públicos. Mas entre 2011 e 2017, houve 375 pessoas que mudaram de gênero no cartão de cidadão.

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Um comentário:

  1. Humanamente falando, Portugal (e não só) é um caso perdido.

    Infelizmente.

    E o Brasil já se encontra quase lá. :(

    ResponderExcluir

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