5 de fev de 2018

Estados Unidos e Argentina irão cooperar mais estreitamente para reduzir as redes de financiamento do grupo Hezbollah



NTN24, dia 04 de fevereiro de 2018. 



Os governos dos Estados Unidos e da Argentina cooperarão mais estreitamente para cortar as redes de financiamento do grupo terrorista islâmico Hezbollah na América Latina, conforme anunciado no domingo em Buenos Aires pelos seus respectivos ministros dos Negócios Estrangeiros, Rex Tillerson e Jorge Faurie. 

Na Argentina, há uma importante comunidade de origem libanesa que as autoridades dos Estados Unidos suspeitam estar dando financiamento para ações de crime organizado e para apoiar o movimento armado apoiado pelo Irã. 



“Com respeito ao Hezbollah, discutimos como podemos processar em conjunto essas organizações criminosas transnacionais na região: tráfico de drogas, tráfico de seres humanos, contrabando, lavagem de dinheiro, porque vemos as suas conexões com grupos que financiam o terrorismo”. Assegurou Tillerson durante uma conferência de imprensa conjunta com Faurie. 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros dos Estados Unidos acrescentou que “de uma maneira particular, abordamos a presença do Hezbollah libanês no hemisfério, onde obtém financiamento para as suas atividades terroristas. Concordamos que é algo que devemos atacar e eliminar”. 

Da sua parte, o Ministro das Relações Exteriores argentino enfatizou que a América Latina “é uma área de paz[sei!] que não deve ser ameaçada por grupos externos. 

Como disse o Secretário Tillerson, devemos fortalecer todo o intercâmbio possível, não só no diálogo, mas também nas informações das ações dos grupos que aproveitam o crime internacional para promover os seus interesses, com os quais a Argentina certamente não coincide”, disse Faurie. 

A violência no Oriente Médio alcançou a Argentina em 1992, quando a embaixada de Israel em Buenos Aires foi atacada em um ataque que provocou 29 mortos. Em 1994, o centro judaico-argentino AMIA sofreu outro ataque que deixou 85 mortos, de acordo com a agência de notícias AFP. 

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