8 de ago de 2017

Women on Waves – grupo abortista feminista oferecendo aborto para além do mar

Prólogo. 

Para quem quer saber no que consiste os feitos do movimento Feminista [e não o movimento em si], esse artigo poderá ser em parte de algum auxílio. Esse artigo me chamou atenção essa semana e, infelizmente, ele não faz parte do banco de dados desse blog, pois na época de sua divulgação [por outros meios de comunicação] eu não estava atento e, portanto, ele passou despercebido. Porém, eu tenho o costume de pegar artigos de um ou dois meses atrás só quando o artigo é realmente primoroso e vale a pena colocar aqui. Nesse caso, este artigo é de fevereiro deste ano, mesmo assim, eu decidi passar por cima das regras e colocá-lo aqui, pois ele pode dar um panorama das atividades feministas que não ficam apenas no discurso local, mas partem para a ação global, tal como a Planned Parenthood, que financia o aborto a nível global, assim como outros grupos e fundações milionárias de homens que detém o poder [$], mas o usam para o mal. Bill Gates e George Soros, só para citar. 


Não é a primeira vez que eu trago algo concernente aos esforços de grupos feministas no que diz respeito ao financiamento do aborto, ou ao fornecimento de meios abortivos para mulheres em países do terceiro mundo. Há pouco tempo eu falei a respeito disso sobre a Irlanda. Aqui no blog, eu não cheguei a mencionar na forma de um artigo, mas o Brasil também foi alvo desse tipo de ação ilegal. Entre 2015-2016, quando o país sofrerá com um suposto surto de zika vírus, vários grupos abortistas se mobilizaram para oferecer abortos e morte para as mães dos nascituros, foi quando um grupo desse tipo surgiu. O mais curioso é que naquela ocasião o grupo que fizera isso era o mesmo, tendo a mesma líder. No caso o grupo se chama Women on Web, ligado ao Women on Waves, e sua líder, Rebecca Gomperts que também “faz as honras” nessa organização.  

O grupo diz ser sem fins lucrativos, mas pelo que consta, há vários anos grandes fundações oferecem pilhas de dinheiro para que grupos pró-aborto façam lobby dentro e fora de seus países. Não me seria estranho que tal grupo estivesse ligado a uma fundação dessas [careço de provas]. Então, se formos olhar bem para esta situação, veremos que não só o Feminismo é um câncer, como também é uma doença ou um vírus que se propaga pelo ar e pelo mar; e é claro, tendo como combustível dinheiro de grandes grupos de interesses ou indivíduos. A Holanda é um dos países mais culturalmente decadentes que existe, seu mérito, é manter um equilíbrio, entre estabilidade financeira, e decadência moral! O problema é que, essa fórmula não é nova, e uma hora o seu efeito vai passar. Alguns dos efeitos do marxismo cultural na Europa, eu diria, são a imigração islâmica, o Multiculturalismo e a violência resultante. As consequências em tolerância esquerdista ilimitada faz com que as pessoas que vivem nessa utopia “linda e maravilhosa” sejam vítimas de suas próprias escolhas. Aqueles que passam a se opor a boa vontade esquerdista acabam se vendo persas dos seus próprios companheiros de ideologia. Fora questões demográficas, que são preenchidas pelos recém-chegados, que recebem mais direitos do que eles, que ironicamente, não dão direitos sequer para os seus semelhantes ao nascer... 




LifeSiteNews, 24 de fevereiro de 2017

Quetzal, Guatemala, 24 de fevereiro de 2017 (LifeSiteNews) – O governo da Guatemala deteve uma embarcação navegada por um grupo feminista  holandês  pró-aborto, Women on Waves, apenas um dia depois que aportaram no maior porto do país.

Estamos bem, mas o nosso projeto não está”, disse a porta-voz da Women on Waves, Letícia Denedich à LifeSiteNews. “Nosso barco foi detido”. O plano era ir para Adelaide e deixar o porto depois de três dias e voltar para as águas internacionais. Lá proporcionariam abortos médicos ou farmacêuticos para matar bebês não-nascidos de até 10 semanas de gestação.

As mulheres guatemaltecas deveriam embarcar no navio, pegar a pílula ou as pílulas, e voltar para a costa em apenas quatro horas.

No entanto, Denedich disse que a Autoridade Portuária de Quetzal ordenou que o barco permanecesse em Adelaide e colocou um patrulheiro a poucos metros de distância. “Eles não citaram qualquer autoridade legal”, disse ela. “Mas está claro que agora teremos de ir ao tribunal”.

De acordo com as notícias, as 10 ativistas pró-aborto da Europa e do Brasil estão confinadas no navio.

As mulheres estão nos chamando de loucas”, afirmou Denedich.

No entanto, as ativistas também atraíram manifestantes pró-vida que interromperam sua conferência de imprensa. Um deles, um seminarista de Cuba, Gil Hernández, disse À AFP: “Elas dizem que estão lutando pela vida e pelos direitos humanos, mas parece que é pelo assassinato, que aparentemente se tornou um direito humano”.

No entanto, o governo guatemalteco e seu presidente, Jimmy Morales, claramente pretendem proteger a vida das crianças não nascidas. A Constituição da Guatemala protege a vida dos não-nascidos na concepção, e os abortos são ilegais. Quando a vida da mãe está em perigo, os médicos podem intervir sob o princípio do duplo efeito para salvar a sua vida.

As forças armadas emitiram um comunicado de imprensa quarta-feira declarando, em parte, “As Forças Armadas da Guatemala, responsáveis pelos territórios marítimos da Guatemala, e com as instruções do comandante-chefe das Forças Armadas, de acordo com a Constituição Política da República as proteções para a preservação da vida e outras.. as leis de nosso país não permitirão que esta ONG realize essas atividades”.

Após a liberação as forças armadas acrescentaram que estavam monitorando a “operação desse navio para garantir que não cometam crimes e violações das leis marítimas internacionais e dos direitos humanos”.

Rebecca Gomperts, que fundou a Women on Waves em 1999, disse quarta-feira na Guatemala que o grupo havia adquirido todas as aprovações necessárias para entrar nas águas guatemaltecas e no Porto de Quetzal.

O Congresso guatemalteco aprovou uma moção na quarta-feira para tomar medidas contra o barco. E podem votar em uma nova moção contra a Women on Waves hoje.

Denedich disse que um dos objetivos da expedição foi “conscientizar as pessoas leis da Guatemala contra o aborto”.

Nós fizemos mais do que isso”, disse ela.

Marlene Gillete-Ibern da Human Life International disse à LifeSiteNews: “As autoridades da Guatemala podem e devem parar a Women on Waves... o claro propósito da Women on Waves é destruir a vida humana inocente na Guatemala”.

Gillete-Ibern acrescentou: “O governo guatemalteco deve agir para protegê-los”. A Constituição guatemalteca “reconhece expressamente que o direito à vida é um direito humano”.

A Sociedade Internacional para a Proteção dos Nascituros negou a reivindicação da Women on Waves que os abortos médicos que planejavam fornecer eram seguros. O site da SPUC explica os possíveis efeitos colaterais do aborto médico ou farmacêutico na mulher.

[Ele] pode causar qualquer um dos seguintes: hemorragia que requer transfusão de sangue, dor intensa que requerem fortes analgésicos, aborto incompleto, ruptura do útero, sangramento vaginal, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, diarreia, dor de cabeça, fraqueza muscular, tonturas, rubor, arrepios, dor nas costas, dificuldades respiratórias, dor torácica, palpitações, aumento de temperatura corporal e queda de pressão arterial”.

A SPUC também listou aquelas que não deveria tomar o medicamento. Estas incluem “mulheres que fumam. Aquelas com mais de 35 anos de idade, mulheres com idade inferior a 18 anos, pessoas com asma, obesidade, hipertensão arterial, fibromas, glaucoma, úlceras, colite, artrite, epilepsia, doença renal, distúrbios pulmonares e cardiovasculares e gravidez suspeita ectópica”.

As drogas abortivas primeiro “quebram o revestimento do útero”, depois matam o bebê e, finalmente, “expelem o bebê”. 
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