22 de dez de 2016

O príncipe Charles exorta os britânicos no Natal e lembra de “quando o profeta Maomé migrou de Meca para Medina”

De acordo com a tradição islâmica, quando Maomé migrou de Meca para Medina, ele não estava apenas “buscando a liberdade para si e os seus seguidores adorar.” Ele tornou-se pela primeira vez um líder político e militar, bem como religioso. Ele começou pela primeira vez a obter “revelações” do Alcorão exortando os muçulmanos a travar guerra contra os incrédulos. 

Assim como Charles está ignorando o contexto histórico e as circunstâncias da hijrah [peregrinação] de Maomé, agora também está ignorando o fato  manifesto de que muitos imigrantes muçulmanos não estão “buscando liberdade... para adorar”, mas estão vindo para a Europa para conquistar e islamizar a Terra, emigrando, segundo os passos de Maomé, “pela causa de Alá” (Alcorão 4:100). 
Charles disse também: “Agora estamos vendo a ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo que são cada vez mais agressivos para com aqueles que aderem a uma fé minoritária”. Este é um termo familiar “Os muçulmanos são os novos judeus”. Este é um ponto de discussão comum entre esquerdistas. Muitos, mais muitos outros fizeram essa afirmação antes de Chomsky, incluindo; Bernie Sanders; a notória não-muçulmana apologista islâmica Karen Armstrong; Jeffrey Goldberg, o jornalista do The Atlantic que há algum tempo entrevistou Barack Obama sobre por que ele não chama de islâmico os terroristas islâmicos; o jornalista liberal Reza Aslan; o congressista ligado à Fraternidade Muçulmana Keith Elisson; Nicholas Kristof, um dos pontificadores do Oriente Médio do New York Times; o líder muçulmano canadense Syed Sohawardy; e o líder do Conselho da Filadélfia das Relações Americano-islâmicas, Jacob Bender. E muitos outros repetiram. 

O brilhante Daniel Greenfield nos fala sobre isso neste vídeo aparte. 

A ideia de que os muçulmanos são os novos judeus é apresentada pela esquerda, mas também tem opositores da esquerda. Em 2014, como parte do seu contínuo despertar para a natureza da realidade da ameaça jihadista, Bill Maher observou

Os judeus não oprimiam ninguém. Não havia 5.000 grupos militantes judaicos. Eles não fizeram parte de um estudo sobre o tratamento desumano as mulheres no qual foram encontrados. Não havia 10 países judeus no mundo que estava impondo a pena de morte para pessoas homossexuais pelo simples motivo de serem homossexuais.” 

De fato. Além disso, ninguém está pedindo ou justificando o genocídio dos muçulmanos. Nenhum indivíduo ou grupo oposto ao Islã é remotamente comparável aos Nacional-Socialistas. Não que os fatos tenham chegado ao caminho de um bom meme. 

Maher não está sozinho na esquerda ao ter apontado o absurdo de compararmos a oposição ao Jihad com a preparação ao Holocausto. O falecido Christopher Hitchens também refutou essa ideia quando escreveu alguns anos atrás sobre a notória proposta da Mesquita no Ground Zero: 

'Algo que as pessoas estão falando sobre a controvérsia da mesquita é muito semelhante ao que a mídia alemã estava dizendo sobre os judeus nas décadas de 1920 e 1930', disse o Imã Abdullah Antepli, capelão muçulmano da Universidade de Duke, ao New York Times. Sim, todos nós nos lembramos dos terroristas suicidas judeus daquele período, lembramos dos judeus que clamavam pela guerra santa, das exigências judaicas por velar as mulheres e pelo apedrejamento de homossexuais e a queima de jornais que publicavam caricaturas das quais não gostavam." 




O príncipe Charles insta os britânicos a pensar em Maomé neste Natal, e fala contra o "populismo agressivo que pode acarretar em um novo Holocausto". 




TSF, 22 de dezembro de 2016 (Graças a Jihad Watch, Por Robert Spencer). 




O crescimento do populismo extremista e da intolerância relativamente a outras religiões e aos refugiados carrega o risco de que se repitam "os horrores" dos anos 30.

A inquietação do Príncipe Carlos surgiu aos microfones de um programa BBC chamado "Pensamento para o Dia" - "Thought for the Day". Carlos pôs o dedo na ferida do ódio com base na religião e pediu que se tenha uma postura hospitaleira relativamente aos refugiados que fogem da guerra e da perseguição.

"Estamos a assistir ao aumento de grupos populistas em todo o mundo que são cada vez mais agressivos relativamente àqueles que seguem uma fé minoritária. Tudo isto traz ecos profundamente perturbadores dos dias negros dos anos 30", referiu.

O herdeiro da coroa britânica convida a um exercício de memória e de história: "Eu nasci em 1948, no final da II Guerra Mundial. A geração dos meus pais batalhou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e tentativas inumanas para exterminar os judeus da Europa".

O príncipe Carlos faz a ponte entre aquilo a que se assistiu nessa altura e o que está a acontecer atualmente: "Quase 70 anos depois, continuar a assistir a essa perseguição malvada é, para mim, inacreditável".

"Devemos àqueles que sofreram e que morreram de forma tão horrível não repetir os horrores do passado", acrescentou ainda o príncipe de Gales, que fez questão de sublinhar o sofrimento dos 65 milhões de refugiados. Um número, fez notar ele, praticamente equivalente ao total da população do Reino Unido.


"Normalmente, no Natal pensamos no nascimento de Jesus Cristo. Creio que este ano devíamos lembrarmo-nos de como a história da Natividade se desenrola com a fuga da sagrada família para escapar a uma perseguição violenta. Também nos devemos lembrar que o profeta Maomé migrou de Meca para Medina, porque também estava à procura de liberdade para ele próprio e para os seus seguidores", pediu Carlos.

Por isso, fica a chamada de atenção: "Qualquer que seja a religião que sigamos, o destino é o mesmo: valorizar e respeitar o outro e aceitar o seu direito de amar "deus" de forma pacífica. Foi isso que vi quando estive presente na cerimónia de consagração da primeira catedral síria ortodoxa em Londres. São pessoas perseguidas por causa da religião no seu próprio país e que procuram refúgio noutra terra e liberdade para praticar a sua fé de acordo com a sua consciência. É um exemplo que nos deve inspirar a todos nesta altura do Natal".

O exemplo de uma catedral que acolhe cristãos que fogem da guerra na Síria na base do respeito do herdeiro da coroa britânica.

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