30 de dez de 2016

Imigrantes que estupraram um garoto tem deportação evitada porque segundo as autoridades o Afeganistão é “muito perigoso”

O ataque horrível ocorreu ao norte de Estocolmo



Express UK, 30 de dezembro de 2016. 



Por Rob Virtue



Cinco adolescentes afegãos que estupraram um garoto na Suécia tiveram suas deportações evitadas porque segundo as autoridades sua terra natal é “muito perigosa”. 

A revelação chocante vem após ser comprovado o crime da quadrilha, através de filmagens de vídeo durante ação filmada pelos mesmos.  

Depois de ser espancado, ele foi estuprado por mais de uma hora. 

O ataque horrível aconteceu na floresta em Uppsala, na Suécia. 


A gangue de adolescentes foi considerada culpada de estupro, mas o tribunal decidiu que eles não deveriam ser deportados de volta ao Afeganistão, apesar das solicitações da promotoria. 

Foi argumentado que eles são muito jovens e que seriam colocados em risco se fossem deportados. 

Os cinco foram condenados a pagar uma multa por danos morais de 250.000 coroas à vítima. 

Os quatro adolescentes foram sentenciados a um ano e três meses na prisão juvenil, enquanto que o tribunal distrital de Uppsala, no norte de Estocolmo, decide se o quinto acusado deve cumprir 13 meses, com apenas 16 anos. 

Eles receberam sentenças significativamente menores do que o habitual para o crime por causa de sua idade. 

Os estupradores alegaram que estavam bêbados quando realizaram o ataque e não conseguiram lembrar do que aconteceu. 

O menino foi espancado antes de ser arrastado para a floresta


Durante o ataque, a vítima foi espancada em torno da cabeça e do corpo antes de ser arrastada para o bosque sob a ameaça de uma faca. 

Ele foi mordido e cuspido durante o ato sexual horrível, que aconteceu em outubro. 

Todos os membros da gangue tinham chegado à Suécia do Afeganistão desacompanhados e a procura de asilo. 

Para a defesa, Stefan Wallin disse de um dos adolescentes que: “Ele não tem lembranças dos eventos por causa da intoxicação alcoólica”. 

A acusação exigiu que os meninos fossem deportados. 

Mas o tribunal disse que “a luz de sua idade e a situação de segurança no Afeganistão (eles) seriam duramente atingidos”. 

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