13 de ago de 2016

Canadá quer aumentar número de imigrantes para responder a necessidades laborais - enchendo o país de muçulmanos

Prólogo

O Canadá é mais suscetível a receber imigrantes, dadas as suas políticas de imigração flexíveis de anos. Talvez até mais suscetível do que os Estados Unidos. O governo de esquerda do Canadá, assim como outros fomenta aborto e métodos contraceptivos, e se depara com um número insignificante de pessoas para a mão de obra, mas mão de obra barata! Ao passo em que a própria população "envelhecida" é levada ao suicídio, por meio da eutanásia. Ao trazer os imigrantes, o que ocorre - ou poderá ocorrer em seguida - é um aumento significativo da população estrangeira no país. Daí então a imigração é posta de lado por um tempo, para dar lugar a políticas de controle da natalidade, com métodos contraceptivos dos mais variados. Agora notem que John McCallum fez esse discurso do envelhecimento da população em Manila, capital das Filipinas, exatamente o lugar onde um turista canadense foi decapitado por radicais muçulmanos. Talvez o ministro queira trazer os membros do Abou Sayyaf, para enriquecer o país.  



DN, 13 de agosto de 2016.

Ministro da Imigração canadiano admite envelhecimento da população e falta de trabalhadores no país

O ministro da Imigração do Canadá disse na sexta-feira, nas Filipinas, que pretende "aumentar substancialmente" o número de imigrantes, de modo a preencher as necessidades de trabalho no país.

No seu discurso num evento da Câmara de Comércio do Canadá em Manila, nas Filipinas, John McCallum apontou para "o envelhecimento da população e a eminente falta de trabalhadores".

"Porque não aumentar o número de imigrantes que vêm para o Canadá? É o que acho e espero que seja isso que vamos fazer", afirmou, de acordo com o canal público canadiano CBC, citando uma fonte junto do governante.

O Governo Federal, liderado por Justin Trudeau, já está a aceitar entre 280 a 305 mil novos residentes permanentes em 2016, um recorde em relação ao número do anterior governo Conservador, em 2015.

Para já, disse McCallum, não foi tomada nenhuma decisão final sobre a imigração, já que esse trabalho será desenvolvido pelos seus "colegas do governo". Depois, explicou, é preciso "convencer" os canadianos de "que é a coisa certa a fazer".

"Mas a direção que pretendo seguir é a de aumentar substancialmente o número de imigrantes", acrescentou.

O anterior Governo lançou, no início de 2015, um novo sistema de imigração denominado 'Entrada Expresso', que prometeu transformar a política económica de imigração no Canadá.

O atual Governo pretende suavizar algumas das regras, facilitando aos estudantes internacionais que pretendam ir para o Canadá o seu estatuto de residente permanente, e também pretende eliminar a Avaliação de Impacto do Mercado de Trabalho (LMIA, sigla em inglês), um documento que todos os patrões necessitam para empregar trabalhadores estrangeiros em detrimento dos canadianos.

O Governo também criou uma Comissão Parlamentar para rever o controverso programa de trabalhadores estrangeiros temporários, mas o parlamento concluiu os seus trabalhos de verão antes de o relatório ter sido divulgado, sendo agora conhecido em setembro.

John McCallum, que desempenhou funções como economista-chefe de um dos maiores bancos do Canadá e era professor de economia antes de entrar na política, reconheceu que tem pela frente "um grande desafio".

O Governo Liberal prometeu no outono passado, durante a sua campanha eleitoral federal, "reduzir o tempo de espera dos processos (de vistos) em todas as categorias".

Nenhum comentário:

Postar um comentário